sexta-feira, 22 de abril de 2011

RECEITA PARA ALFABETIZAÇÃO

Pegue uma criança de 6 anos e lave-a bem.

Enxugue-a com cuidado, enrole-a num uniforme e coloque-a sentadinha na sala de aula.

Nas oito primeiras semanas, alimente-a com exercícios de prontidão, ou seja, exercícios para que ela fique pronta para aprender a ler. Na nona semana, ponha uma cartilha nas mãos da criança. Tome cuidado para que ela não se contamine no contato com livros, jornais, revistas e outros perigosos materiais impressos, pois se isso ocorrer, ela vai querer ficar mexendo eles sempre. Abra a boca da criança e faça com que ela engula as vogais, mande-a mastigar, uma a uma as palavras da cartilha. Cada palavra deve ser mastigada, no mínimo, 60 vezes. Se houver dificuldade para engolir, separe as palavras em pedacinhos. Mantenha a criança em banho-maria durante quatro meses, fazendo exercícios de cópia. Em seguida faça com que a criança engula algumas frases inteiras. Mexa com cuidado para não embolar.

Ao fim do oitavo mês, espete a criança com um palito, ou melhor, aplique uma prova de leitura e verifique se ela devolve, pelo menos, 70 % das palavras e frases engolidas. Se isto acontecer, considere a criança alfabetizada. Enrole-a num bonito papel de presente (a beca da formatura) e despache-a para a série seguinte.

Se a criança não devolver o que lhe foi dado para engolir, recomece a receita desde o início, isto é, volte aos exercícios de prontidão. Repita a receita quantas vezes for necessário. Ao fim de três anos, embrulhe a criança em papel pardo e coloque um rótulo: “ALUNO-DEFICIENTE.”

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Alfabetização sem receita

Pegue uma criança de 6 anos ou mais, no estado em que estiver, suja ou limpa, e coloque-a numa sala de aula onde existem muitas coisas escritas para olhar e examinar. Servem jornais velhos, revistas, embalagens, propaganda eleitoral, latas de óleo vazias, caixas de sabão, sacolas de supermercado, enfim, tudo que estiver entulhando os armários da escola e da sua casa. Convide a criança para brincar de ler, adivinhando o que está escrito: você vai descobrir que ela já sabe muitas coisas.

Converse com a criança, troque idéias sobre quem são vocês e as coisas de que gostam e não gostam. Escreva no quadro algumas das coisas que foram ditas e leia para ela. Peça a criança que olhe as coisas escritas que existem por aí, nas lojas, nos ônibus, nas ruas, na televisão. Escreva algumas destas coisas no quadro. Deixe a criança cortar letras, palavras e frases dos jornais velhos e não esqueça de mandá-las limpar o chão depois para não criar problemas na escola. Todos os dias leia em voz alta para a criança alguma coisa interessante: historinha, poesia, notícia de jornal, anedota, letra de música, adivinhação. Mostre para a criança alguns tipos de coisas escritas que talvez ela não conheça: catálogo de telefone, um dicionário, um telegrama, uma carta, um bilhete, um livro de receitas de cozinha, por exemplo.

Desafie a criança a pensar sobre a escrita e pense você também. Quando a criança estiver tentando escrever, deixe-a perguntar ou ajudar o colega. Não se apavore se a criança estiver “comendo” letras, até hoje não houve caso de indigestão alfabética. Acalme a supervisora e a diretora se elas ficarem alarmadas.

Invente sua própria cartilha. Use sua imaginação e sua capacidade de observação para ensinar a ler. Leia e estude, você também.

(Marlene Carvalho)




terça-feira, 19 de abril de 2011

MICHEL DE MONTAIGNE – ATIVIDADE AVALIATIVA “8”

Michel de Montaigne, o investigador de si mesmo


Interiorizar-se, duvidar e entrar em contato com outros costumes e pontos de vista são as recomendações do filósofo francês para uma boa formação

O período histórico da Renascença estava em sua última fase quando o escritor francês Michel de Montaigne (1533-1592) chegou à vida adulta. O otimismo e a confiança nas possibilidades humanas já não eram os mesmos e a Europa se desestabilizava em conseqüência dos conflitos entre católicos e protestantes. Esse ambiente refletiu-se na produção do filósofo, marcada pela dúvida e pelo ceticismo. Seus Ensaios são leitura de cabeceira de um grande número de intelectuais contemporâneos, entre eles Claude Lévi-Strauss, Edgar Morin e Harold Bloom.



A obra, originalmente em três volumes, é, a rigor, a única de Montaigne – mais alguns escritos pessoais foram publicados depois de sua morte – e inaugurou um gênero literário. A palavra "ensaio" passou desde então a designar textos em torno de um assunto que vai sendo explorado por meio de tentativas (esse é o significado da palavra essais em francês), mas sem rigores de método. Muitas vezes, não chegam a nenhuma conclusão definitiva, mas convidam o leitor a considerar alguns pontos de vista. No caso de Montaigne, o gênero serve à perfeição ao propósito de contestar certezas absolutas.



Dois dos Ensaios tratam especificamente de educação: Do Pedantismo e Da Educação das Crianças. Neles está claro que o autor pertencia a uma classe emergente, a burguesia, e que se rebelava contra certos padrões de erudição e exibicionismo intelectual ligados à aristocracia. Montaigne assumia também o papel de crítico tanto dos excessos de abstração da filosofia escolástica da Idade Média – que ainda sobrevivia nas universidades – quanto da cultura livresca do humanismo renascentista.



Essas circunstâncias históricas não necessariamente limitam os argumentos do autor, que foi o primeiro a falar numa "cabeça bem-feita" (expressão que Morin escolheu para título de um de seus livros) como objetivo do ensino, em detrimento de uma "cabeça cheia". "Trabalhamos apenas para encher a memória, deixando o entendimento e a consciência vazias", escreveu. Saber articular conhecimentos, tirar conclusões, acostumar-se à aquisição e ao uso da informação – todas essas questões tão problematizadas pelos teóricos da educação de hoje em dia estão no cerne das preocupações de Montaigne. "Para ele, a verdadeira formação residia em saber procurar, duvidar, investigar e exercitar o que é inteiramente próprio de cada pessoa", diz Maria Cristina Theobaldo, professora da Universidade Federal de Mato Grosso.

"Que sei eu?"

O projeto intelectual do filósofo teve a finalidade de testar maneiras de pensar que escapassem do caminho da erudição e da aplicação de idéias alheias. Quando se recolheu para escrever os Ensaios, sua decisão era voltar-se para si mesmo e reconstruir a própria história por intermédio de temas escolhidos ao acaso. "Em Montaigne, o processo formativo coincide com o conhecimento de si, lançar-se nas experiências e tomar posição perante os acontecimentos da vida", informa Maria Cristina.



Ao mergulhar em assuntos tão díspares quanto a perseverança e os odores, o autor realizou investigações que misturam experiências de vida a conhecimentos adquiridos por todos os meios, dos formais (tratados e clássicos literários) aos informais (conversas, leituras ligeiras, lendas populares). A primeira pergunta é "que sei eu?", para começar com uma grande dúvida e não com uma grande certeza – nem mesmo a certeza de não saber nada. Como cronista, Montaigne invariavelmente se declara ignorante e inculto, embora seus ensaios estejam recheados de citações gregas e latinas – uma das muitas contradições propositais que os tornam tão ricos.



Leitor devoto da tradição filosófica cética, Montaigne foi partidário da idéia de que a razão por si mesma não garante a existência de nada nem sustenta argumento algum. O homem, para ele, não era o centro do universo, como queriam os renascentistas, mas um elemento ínfimo e ignorante de um todo misterioso e muito mais próximo dos animais e das plantas do que de Deus. A escrita amena e ponderada dos Ensaios muitas vezes impede que, numa primeira leitura, se perceba seu potencial demolidor – tanto que a obra só foi proibida pela Igreja mais de 80 anos após a morte do autor. Não que ele fosse ateu. Considerava-se cristão, mas não aceitava dogmas nem, sobretudo, a lógica que a religião costuma imputar aos desígnios divinos. Daí que só resta ao ser humano voltar-se para si, porque as únicas certezas que tem de antemão se referem aos limites do corpo e à inevitabilidade da morte. Sobre o mundo exterior, a melhor atitude é comportar-se sempre como um estrangeiro em seu primeiro dia numa terra estranha – pelo menos evitam-se as idéias preconcebidas e legitimadas apenas pela tradição.



Coerentemente com tais idéias, Montaigne chegou a uma concepção de ética que também difere muito das idéias estabelecidas em sua época sob a influência do platonismo e do cristianismo. Para o filósofo, os valores morais não podem ser objetivos e universais, mas dependem do sujeito e da situação em que ele se encontra

Longe dos pais e perto da vida



Para Montaigne, as crianças não devem ser educadas perto dos pais, porque sua afeição torna os filhos "demasiadamente relaxados" e isso não os prepara "para a aventura da vida". O objetivo principal da educação seria permitir à criança a formulação de julgamentos próprios sem ter que aceitar acriticamente as leituras que a escola recomenda. "No trabalho de transformar o que está nos livros em letra viva, o preceptor tem papel fundamental", diz Maria Cristina Theobaldo. A receita ideal para treinar a capacidade de análise é acostumar-se a considerar opiniões diferentes e acima de tudo conhecer culturas e experiências diversas daquelas a que o aluno se familiarizou. É o que Montaigne descreve como "atritar e polir nosso cérebro contra o de outros". O filósofo se rebelava contra a cobrança de memorização mecânica dos conteúdos ensinados aos alunos. "É prova de crueza e de indigestão regurgitar o alimento como foi engolido", escreveu. Segundo ele, as crianças devem aprender o quanto antes a filosofia, porque assim entram em contato com a necessidade de conhecer a prudência e a moderação. E também conhecer a si mesmos por meio da introspecção. O pensador relegava a segundo plano o ensino das Ciências, recomendando-o apenas aos que tivessem habilidade natural para ocupar-se dela profissionalmente. Já a História e a Literatura teriam função formadora mais ampla, inclusive do caráter.

Biografia



Michel de Montaigne nasceu em 1533 perto de Bordeaux, no sudoeste da França. Foi educado em casa e até os 6 anos só falava e entendia latim. Formou-se em Direito na Universidade de Toulouse e imediatamente ingressou na magistratura. Aos 24 anos, conheceu o escritor Étienne de la Boétie (1530-1563), com quem desenvolveu fortes laços de amizade. A morte de La Boétie causou um abalo emocional que o levou a começar a escrever. Em 1570, ele vendeu sua vaga no Parlamento (que na verdade tinha funções de tribunal) de Bordeaux, como era costume na época, e retirou-se da vida pública. Passou então a dedicar-se a escrever os Ensaios, que ele reelaborou e ampliou continuamente. Durante esse período, Montaigne alternou o recolhimento a seu castelo com idas a Paris para dar conselhos aos funcionários do reino sobre os conflitos religiosos. Em 1580, começou uma viagem de 15 meses por vários países da Europa. No ano seguinte, soube que havia sido escolhido prefeito de Bordeaux. Assumiu o cargo e manteve-o durante quatro anos. Morreu em 1592, em seu castelo, de uma inflamação nas amígdalas.

A sabedoria dos canibais

Em 1582, Nicolas Durand de Villegagnon, o líder da expedição naval que tentou fundar no Brasil a França Antártica, levou três caciques tupinambás à corte do rei Carlos IX. Montaigne estava presente e a visita originou o ensaio Dos Canibais. Em vez de manifestar horror aos costumes dos indígenas, como seria esperado de um intelectual católico, o pensador comparou-os aos europeus e concluiu que os supostos selvagens lhes eram superiores, graças à coerência com a própria cultura, à dignidade e ao senso de beleza. Os verdadeiros selvagens, segundo eles, eram os europeus, que estavam promovendo banhos de sangue não só em suas conquistas na América como nas guerras religiosas. Sobre o encontro com os tupinambás, Montaigne narra duas observações feitas pelos índios, uma sobre a estranheza que lhes causava o fato de tantos homens adultos, barbudos e armados se submeterem à autoridade de uma criança (o monarca tinha 12 anos) e outra a respeito de ter-lhes chamado a atenção que algumas pessoas na França eram visivelmente bem-alimentadas, enquanto outras mendigavam. Diz o escritor que os visitantes indagavam como os miseráveis "podiam suportar tal injustiça sem agarrar os outros pelo pescoço ou atear fogo em suas casas".

Para pensar

A escola costuma dar, com razão, muita ênfase à sociabilidade. Afinal, essa é a essência da instituição ao reunir pessoas em torno de objetivos comuns. Mas a vida humana se faz também de reflexão e introspecção. Você já pensou que é importante deixar esse caminho aberto a seus alunos mesmo num ambiente movimentado como a sala de aula?

• www.novaescola.com.br//grandes pensadores, acesso em 19 de abril de 2011




ESTÁGIO SUPERVISIONADO – PROJETOS


ALUNA: Luciandréa Camargo – 3º N.A



MICHEL DE MONTAIGNE – ATIVIDADE AVALIATIVA “8”



1 – Com referencia no texto de Michel de Montaigne, analise, reflita e responda as questões abaixo:

a) Analise a seguinte afirmação: “a verdadeira formação residia em saber procurar, duvidar, investigar e exercitar o que é inteiramente próprio de cada pessoa”



Uma real situação de aprendizagem se dá quando o aluno aprende a não receber tudo pronto, mas que saiba duvidar do que lhe é ensinado, que saiba argumentar, novas situações aguçam nossa mente e corpo, gostamos de novidades, e ficamos mais receptivos a elas, logo adquirimos mais conhecimentos, formando um “banco de dados” onde em uma nova situação possuímos mais argumentos para novos questionamentos, afinal aprender é uma constante na vida das pessoas.



b) A escola costuma dar, com razão, muita ênfase a sociabilidade, afinal essa é a essência da instituição ao reunir pessoas em torno de objetivos comuns. Mas a vida humana se faz também de reflexão e introspecção. Você, como futuro professor, já pensou que é importante deixar esse caminho aberto a seus alunos mesmo num ambiente movimentado como a sala de aula?



É fundamental respeitar os alunos em todos os âmbitos, não se pode tentar igualar alunos, cada pessoa possui um estágio de aprendizagem, cada aluno é único, não basta querer ensinar, o aluno precisa entender que é necessário aprender, e que você professor esta ali para auxiliá-lo e respeitá-lo dentro do seu tempo. Importante é levar o aluno ao entendimento de que na socialização ele pode aprender muito com o outro, mas que não necessariamente ele precise ser igual ao outro.



c) “Interiorizar-se, duvidar e entrar em contato com outros costumes e pontos de vista são as recomendações do filósofo Frances para uma boa formação”. Você concorda com essa afirmação? Justifique sua resposta:



Somos produto do que nos cerca, quanto mais experiências tivermos, quanto mais acesso a conhecimentos nos for incutido, quanto mais pontos de vistas diferenciados acompanharmos, mais aprendemos e entendemos que uma verdade pode ser questionada, podemos interiorizar diversas informações que nos são passadas, fazer o conflito das mesmas com nosso próprio pensar, ou seja, naquilo que acreditamos e assim nos posicionarmos, posicionamento na vida, na escola, na família, na criação dos filhos, na escolha dos governantes, etc.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

PLANO DE TRABALHO - CONTEÚDO: Fonte histórica – Registro de Nascimento

METODOLOGIA ENSINO DE HISTÓRIA – PLANO DE TRABALHO




CONTEÚDO: Fonte histórica – Registro de Nascimento



OBJETIVOS:

• Conhecer o documento: Registro de Nascimento

• Reconhecer a existência do ser humano

• Valorizar e respeitar as pessoas idosas



DESENVOLVIMENTO

• Iniciaremos mostrando na TV pen drive a propaganda “Certidão de Nascimento”

• Discutiremos com os alunos em roda de conversa buscando o que eles sabem sobre o assunto

• Mostraremos aos alunos um registro de nascimento (em anexo)

• Explicaremos sua importância e o que contém tal documento

• Finalizaremos trazendo para a sala de aula a pessoa referida no registro de nascimento que foi exposto para a criança, à mesma terá um espaço para interagir com as crianças, contando um pouco de sua história

• Como tarefa de casa para fixação da atividade proposta os alunos farão a atividade “arvore genealógica” em anexo e uma autobiografia



AVALIAÇÃO: Será realizada através das atividades propostas como tarefa de casa.



REFERENCIA BIBLIOGRAFICA

• Cartório de Registro Civil Luiz Larocca Junior da comarca de Telêmaco Borba – PR.

• Registro de Nascimento, folha 292 do livro A 9.



ANEXO:

• Atividade desenvolvida: Entrevista Srª. Emília de Queiróz, dona do registro de nascimento

• PESQUISA: Certidão de Nascimento

É a declaração do nascimento de uma pessoa feita em um livro de registro existente no cartório e com o qual ela passa legalmente a existir. A primeira via é gratuita. O registro civil de pessoas com até 16 anos é feito diretamente no cartório. Com mais de 16 anos, somente com autorização judicial.

Para que serve o registro de nascimento: Para a criança ter garantida a sua identidade, podendo matricular-se em escola, participar de programas sociais (saúde, assistência social, erradicação de trabalho infantil). Para o cidadão trabalhar com carteira assinada, casar e votar.

Onde fazer o registro:

- O Registro Civil ( ou Certidão de Nascimento) é feito no Cartório de Registro Civil. Os pais ou responsáveis pela criança devem dirigir-se preferencialmente a um cartório da área de residência dos pais, mas pode ser também a um cartório do local de nascimento da criança, dentro de 15 dias do nascimento.

Documentos necessários:

Declaração de Nascido Vivo – DNV, emitida pelo hospital onde a criança nasceu ou por médico habilitado. No caso de parto feito em casa sem o médico, a declaração de Nascido Vivo será preenchida pelo próprio cartório ou pela Secretaria de Saúde municipal ou estadual, com a presença de duas testemunhas maiores que tenham conhecimento do parto e da parteira, se ela for conhecida.

Se os pais forem casados: Certidão de Casamento e Carteira de identidade do pai ou da mãe.

Se os pais não forem casados: caso o pai deva constar na certidão, obrigatoriamente este deve fazer registro. Neste caso, deve apresentar a certidão de nascimento dele e da mãe da criança.

_________________________________________________
Atividade: Autobiografia



Aluno:___________________________________________Data: __________


Neste dia trabalhamos com fontes históricas, aprendemos o que é e para que serve o registro de nascimento, observamos um modelo de registro de nascimento da Srª Emilia, pudemos conhecê-la pessoalmente, fizemos varias perguntas sobre sua história, agora é com você, peça para seus pais mostrarem a sua certidão de nascimento, a partir da dela escreva um pouco sobre sua história desde seu nascimento ate os dias atuais:

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Síntese textos: "As quatro práticas da alfabetização" e "O livro didático e a escolarização da leitura"

METODOLOGIA ENSINO DE PORTUGUES E ALFABETIZAÇÃO




ALUNA: Luciandréa Camargo – 3º E.N. A



Elabore uma síntese com base nos textos: “As quatro práticas da Alfabetização” e “O livro didático e a escolarização da leitura”, expondo suas opiniões:



O primeiro texto aborda a questão de alfabetização, enfatizando o uso das quatro práticas da alfabetização: leitura e interpretação, produção de textos, análise lingüística e sistematização para o domínio do código. Lembrando que o usa destas quatro práticas direciona o “alfabetizar letrando” que muito se discute nos dias atuais.

Sem dúvida, com o uso dessas práticas o aluno terá um leque maior de possibilidades de aprendizagem.

Uma das quatro práticas citadas é a sistematização para o domínio do código, e é nesse ponto que temos que atentar para que ao invés de contribuir com a aprendizagem do aluno não se acabe por retardar ou até mesmo dificultar a aquisição da escrita do mesmo.

Muitos professores com interpretações errôneas desta prática acabam por abolir em definitivo o uso dos livros didáticos, afinal como podemos alfabetizar sem uma abordagem das letras e das sílabas?

Faz-se necessário uma mesclar de ambos os métodos, e é sobre a cartilha, ou seja, o uso do livro didático que o segundo texto aborda através da entrevista com Magda Soares, percebe-se hoje sim que é de grande valia o uso do livro didático, porém que o mesmo tenha a função de fornecer embasamentos, de esclarecer dúvidas, de oferecer um norte ao professor, afinal é nele que encontramos organizado de forma clara e coesa os conteúdos de cada série do respectivo ensino fundamental.

Cabe ao bom professor claro, ir além dos livros didáticos, ofertando ao seu alunado outras formas de livros e leituras, entendendo que no processo de ensino aprendizagem e de alfabetização todas as formas são válidas quando se objetiva a tão sonhada formação da pratica social real da leitura e da escrita.

terça-feira, 5 de abril de 2011

ERASMO DE ROTERDÃ - ESTÁGIO SUPERVISIONADO - PROFª LUCIMARA

HUMANISMO

• O Humanismo caracteriza-se por uma nova visão do homem em relação a Deus e, em relação a si mesmo. Essa nova visão decorre diante da nova realidade social e econômica vivida na época.

• Nessa época também tem início as grandes navegações, que levam as pessoas a valorizar crescentemente as conquistas humanas. Esses fatores combinados levam a um processo que atinge seu ponto máximo no Renascimento.

• Como conseqüência dessa nova realidade social, o Teocentrismo pregado e defendido durante tantos anos pelas classes anteriores, passa a dar lugar para o Antropocentrismo, nova visão onde o homem se coloca como sendo o centro do Universo.

• Portanto o Humanismo é considerado como um período de transição.

(retirado site: www.wikipedia.com, acesso em 04 de abril de 2011)

Erasmo de Roterdã se insere no grupo dos grandes filósofos e pensadores na transição da idade média para a idade moderna, época de redescobertas e reinterpretação da produção cultural da antiguidade Greco romana, é também nesse período que se revitalizava a cidades, formavam-se os comércios, ou seja, o homem começa a ocupar um papel importante em sua história, começa a produzir.

Com Erasmo de Roterdã percebe-se o fim do predomínio da igreja, Erasmo critica incisivamente o clero, prega a volta dos valores cristãos a começar pela paz, defende o diálogo. Sobre a educação, a cultura e a ciência, incita a leitura e defende o desenvolvimento do homem em todo o seu potencial, em toda a sua criatividade através da leitura e da linguagem. E é lendo, estudando e entendendo o passado, que se promoveu assim um maior conhecimento dos acontecimentos e fatos ocorridos levando à educação moderna.

Erasmo via nos livros uma alternativa saudável de ensinar, defendia também o prazer físico e o bom humor, desmistificando de “pecados” como sempre foram ditados pela igreja.

Quanto a educação, as pessoas teriam a possibilidade através de leituras com interpretações mais críticas de chegar a perfeição, ou seja, a perfeição se daria pelo conhecimento, nesta época a educação serviria para elevar o homem a sua condição de homem, deixando de centrar-se somente à coisas divinas, mas que por ele mesmo usando da razão poderia evoluir.

domingo, 3 de abril de 2011

Plano de Aula Metodologia do Ensino de Educação Física - Aluna: Ligia C. Dubas

Série: 5º ano



Conteúdo:

Noções de regras ,esporte coletivo,possibilidades corporais como saltar,bater, amortecer e outros.





Objetivos.



Trabalhar especificamente os fundamentos do ataque utilizando passes, recepções e o trabalho em equipe.



Desenvolvimento



Faremos um aquecimento de 3 a 5 minutos.alongando os membros superiores e inferiores,correndo e girando o braço direito e depois o esquerdo,em seguida os dois juntos.

Sem a bola, dois a dois, um aluno corre e realiza o movimento da cortada, enquanto o outro realiza o movimento do bloqueio;

Com uma bexiga para cada dupla, realizaremos o movimento da cortada em direção ao chão;cortadas por cima da rede com a bexiga

Cada dupla com uma bola, tomar distância, realizar o lançamento com força no chão de maneira que ela se direcione ao colega do outro lado, primeiramente com uma mão, depois outra e com as duas mãos, concluindo com os mesmos movimentos repetidos em suspensão (saltando).

Dois a dois com uma bola, realizar a cortada em direção ao chão, de maneira que chegue ao colega do outro lado;

Na rede, cada dupla com uma bola, treinar o levantamento e a cortada para o outro lado da quadra, sendo assim uma vez de cada.

Faremos a brincadeira de três cortes onde será feita uma roda, na qual os alunos têm três toques para ser realizados, mas o ultimo toque na bola tem de ser uma cortada. O objetivo da atividade é automatizar o movimento da cortada.



Recursos:



Bexiga , bola , rede



Avaliação:



Será feita através da participação e interesse do aluno nas atividades propostas.

sábado, 2 de abril de 2011

PLANO DE AULA: NOÇÃO DE JOGOS DE SALÃO (EXPRESSÃO CORPORAL)

METODOLOGIA ENSINO EDUCAÇÃO FÍSICA


ALUNA: Luciandréa Camargo

SÉRIE: 1º série

CONTEÚDO: Noção de jogos de salão: Jogo da velha

OBJETIVO:

• Desenvolver o raciocínio lógico, pensando em estratégias

• Assimilar noções de horizontal, vertical, diagonal

DESENVOLVIMENTO

Forma-se duplas, o professor ensina as regras, alunos decidem jogando dado quem começa, Cada jogador coloca uma peça em uma casinha, cada um na sua vez. O objetivo do jogo é tentar colocar 3 peças seguidas e impedir que o outro jogador consiga por 3 peças seguidas.
Ganha quem fizer uma fileira completa primeiro. Vale em todas as direções, desde que a fileira não faça esquina

AVALIAÇÃO: Será realizada durante a brincadeira, onde se observa a participação do aluno.

RECURSO: Cartolina, duas cores de eva, botões ou tampinhas de garrafa pet, espaço adequado para jogar

PLANO DE AULA - NOÇÃO DE ACOMPANHAMENTO RÍTMICO EM BRINQUEDOS CANTADOS (CANTIGA DE RODA: ROSA CHEIROSA)

METODOLOGIA ENSINO EDUCAÇÃO FÍSICA


ALUNA: Luciandréa Camargo

SÉRIE: 1º série

CONTEÚDO: Noção de acompanhamento rítmico em: brinquedos cantados (Cantiga de roda: Rosa Cheirosa)

OBJETIVO:

• Ampliar repertório de música e movimento (lateralidade e sentido horário/anti horário)

• Socializar com os demais colegas

DESENVOLVIMENTO

Ensinar em sala de aula a letra da música, repetir várias vezes, assim que se perceba a fixação da letra inserir a coreografia, depois brincar.

AVALIAÇÃO: Será realizada durante a brincadeira, onde se observa a participação do aluno.

RECURSO: Quadro negro, giz, espaço aberto e ou quadra esportiva.

Solução do caso Vizivali sairá nos próximos dias

(30/03/2011)



O deputado estadual Péricles de Mello (PT) está confiante de que nos próximos dias será anunciada a solução definitiva para os cerca de 35 mil professores que ficaram sem diplomas, após concluírem o Programa de Capacitação para Docência, ofertado em 2003 e 2005, pela Faculdade Vizivali e a empresa Iesde.



Em fevereiro desse ano, Péricles esteve com o secretário de Educação do Paraná, Flávio Arns, para saber qual a proposta do governo em solucionar o impasse. Arns disse que está tratando do caso como uma questão de governo e pretende apresentar um desfecho que não prejudique os professores.



No último dia 25 de março, Arns divulgou nota esclarecendo que foi composto um grupo de trabalho que está se aprofundando em todas as questões relacionadas ao Programa da Vizivali como legislação, denúncias, pareceres, enunciados já estabelecidos e decisões judiciais que ocorreram nesses últimos seis anos. De acordo com o secretário, esse trabalho é necessário, pois o encaminhamento a ser definido deve ter amparo legal.



Esse seria um dos motivos do atraso no anúncio sobre a regularização de todo esse processo que estava previsto para o mês de março.



Péricles também pediu que a SEED analise a situação dos professores que fizeram complementação pedagógica em instituições particulares de ensino superior reconhecidas pelo MEC, como a Universidade Castelo Branco (UCB), a Universidade Luterana do Brasil (ULBRA), entre outras. Eles tiveram diplomas expedidos por essas instituições, mas a Secretaria, e consequentemente, muitas prefeituras, não reconhecem os títulos como válidos.



O deputado lembra que uma liminar concedida pela 2ª Vara da Fazenda Pública de Curitiba reconhece o Programa da Vizivali como legal e dá o direito aos professores de exercerem livremente o magistério, usando certificado de conclusão de curso e histórico escolar.



“Os professores precisam de uma solução imediata e concreta. Não merecem mais passar pelo sofrimento desses anos todos”, defende Péricles.



Moção aos Prefeitos



A Assembleia Legislativa aprovou, no início de março, requerimento de autoria do deputado Péricles fazendo uma moção de apelo à Associação dos Municípios do Paraná, para que os Prefeitos Municipais mantenham no quadro de servidores públicos, os professores que fizeram o Programa da Vizivali, até que o processo de reconhecimento dos diplomas seja finalizado. O requerimento foi assinado pelos 54 deputados estaduais.



Reunião em Colombo



Péricles se reuniu com professores do município de Colombo, na região Metropolitana de Curitiba, nesta terça-feira, dia 29, para dizer que continua à frente do caso na Assembleia Legislativa, acompanhando de perto as medidas tomadas pela Secretaria de Estado da Educação para se chegar a uma solução definitiva.



O caso Vizivali era uma das pautas da Assembleia Geral convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Colombo. Os professores se mostraram preocupados com a demora do Estado em anunciar uma solução, já que muitos correm o risco de serem exonerados dos seus cargos, além de perderam o direito do avanço na carreira e serem impedidos de assumir vagas conquistadas em concursos públicos. Aqueles que concluíram o Programa da Vizivali estão sendo barrados pelo Estado ao serem chamados no Processo de Seleção Simplificado da SEED, para os cargos de professor e técnico administrativo.

fonte: http://www.periclesdemello.com.br/

terça-feira, 29 de março de 2011

SÃO TOMAS DE AQUINO

TRABALHO SOLICITADO PROFESSORA LUCIMARA - ESTAGIO SUPERVISIONADO
ALUNAS: ANGELA E LUCIANDRÉA



BIOGRAFIA


São Tomás de Aquino foi um padre dominicano, teólogo, distinto expoente da escolástica, proclamado santo e cognominado Doctor Communis ou Doctor Angelicus pela Igreja Católica . Tomás nasceu em Aquino por volta de 1225 , de acordo com alguns autores no castelo do pai Conde Landulf de Aquino, localizado em Roccasecca, no mesmo Condado de Aquino (Reino da Sicília, no atual Lácio). Por meio de sua mãe, a condessa Teodora de Theate, Tomás era ligado à dinastia Hohenstaufen do Sacro Império Romano-Germânico. O irmão de Landulf, Sinibald, era abade da original abadia beneditina em Monte Cassino. Enquanto os demais filhos da família seguiram uma carreira militar, a família pretendida que Tomás seguisse seu tio na abadia; isto teria sido um caminho normal para a carreira do filho mais novo de uma família da nobreza sulista italiana. Aos cinco anos, Tomás começou sua instrução inicial em Monte Cassino, mas depois que o conflito militar que ocorreu entre o imperador Frederico II e o papa Gregório IX na abadia no início de 1239, Landulf e Teodora matricularam Tomás na studium generale (universidade) criada recentemente por Frederico II em Nápoles. Foi lá que Tomás provavelmente foi introduzido nas obras de Aristóteles, Averróis e Maimônides, todos que influenciariam sua filosofia teológica. Foi igualmente durante seus estudos em Nápoles que Tomás sofreu a influência de João de São Juliano, um pregador dominicano em Nápoles que fazia parte do esforço ativo intentado pela ordem dominicana para recrutar seguidores devotos.Nesta época seu professor de aritmética, geometria, astronomia e música era Pedro de Ibérnia. Aos 19 anos, contra a vontade da família, entrou na ordem fundada por Domingos de Gusmão. Estudou filosofia em Nápoles e depois em Paris, onde se dedicou ao ensino e ao estudo de questões filosóficas e teológicas. Estudou teologia em Colônia e em Paris se tornou discípulo de Santo Alberto Magno que o "descobriu" e se impressionou com a sua inteligência. Por este tempo foi apelidado de "boi mudo". Dele disse Santo Alberto Magno: "Quando este boi mugir, o mundo inteiro ouvirá o seu mugido." Foi mestre na Universidade de Paris no reinado de Luís IX de França. Morreu, com 49 anos, na Abadia de Fossanova, quando se dirigia para Lião a fim de participar do Concílio de Lião, a pedido do Papa.

INTRODUÇÃO



Este trabalho tem como finalidade abordar a vida e obras do filósofo São Tomás de Aquino, nele vamos nos inteirar de assuntos sobre sua linha de pensamento e pedagogia, que se embasava na razão e na fé.

DESENVOLVIMENTO

O pensamento de São Tomás de Aquino é embasado e marcado fortemente pela filosofia de Aristóteles, que se recusa a afastar-se do real concreto, a apartar-se do que está diante dos olhos. E é precisamente essa atitude fundamental que Santo Tomás aceita com toda a veemência.

É uma decidida aproximação do concreto, da realidade experiencial do mundo: as coisas concretas que se pode ver, ouvir, saborear, cheirar e tocar são tomadas como algo propriamente real, como realidade por direito próprio e não como mero reflexo ou sombra, não como mero símbolo de outra coisa invisível.

Suas propostas encontram forte resistência da igreja católica ao se valorizar a matéria em oposição ao espiritualismo de Santo Agostinho, o pensamento e o uso da razão, dentro do âmbito da igreja, ou seja, pessoas que faziam uso do pensamento. Para Aquino o conhecimento não depende da fé nem da presença de uma verdade divina no interior do indivíduo, mas é um instrumento para se aproximar de Deus.

A idéia, transportada para a educação, introduz um princípio pedagógico moderno e revolucionário para seu tempo: o de que o conhecimento é construído pelo estudante e não simplesmente transmitido pelo professor. São Tomás de Aquino legou à educação, sobretudo a idéia de autodisciplina. Foi essa a marca do ensino cristão, que alcançaria sua máxima eficiência, em termos de doutrinação. Com o tempo a filosofia tomista foi adotada como a filosofia oficial da Igreja Católica, e a Suma Teológica foi considerada a expressão mais alta e acabada da possível conciliação entre a fé e a razão.



CONCLUSÃO



São Tomas de Aquino consegue estabelecer o equilíbrio entre fé e razão, distinguindo-as, mas não as separando, ou seja, tanto a teologia quanto a filosofia podem tratar do mesmo objeto, consegue assim superar posições ambíguas de pensadores anteriores.

No campo da educação sua influência se dá de forma que cada qual pode e deve formar seus próprios conceitos. Cabendo ao professor ordenar tais conceitos e pensamentos para um melhor entendimento por parte de seus alunos, propiciando assim toda forma de experimentação do real, do concreto e fazendo pontes com o conhecimento abstrato, de forma que lhe faça sentido. Desta forma teremos alunos capazes de formar seus próprios conceitos e pensamentos.



REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA



• LAVAND, Jean. Artigo: Tomás de Aquino e o papel do corpo na realização do homem. Disponível em: HTTP://hottopos.com. Acesso em 26 de março de 2011



• Revista Nova Escola, Grandes Pensadores: Tomás de Aquino - O pregador da razão e da prudência, Ed. Abril, 2008.



• VINCENTINO, Claudio. História Geral. Ed. Scipione – S.P – 1997.



• www.wikipedia.com/pensadores

POEMA PARA FUNDAMENTOS HISTÓRICOS E POLÍTICOS DA EDUCAÇÃO INFANTIL

FUNDAMENTOS HISTÓRICOS E POLÍTICOS DA EDUCAÇÃO INFANTIL




ALUNA: Luciandréa Camargo



TEXTO 3 : INSTITUIÇÃO DE EDUCAÇÃO INFANTIL: QUE LUGAR É ESSE?



POEMA: DEVERIA SER ASSIM



Educar crianças até seis anos no Brasil é recente

Mudou a forma de ser ver esse “pequeno inexperiente”



Creches, Cmeis agora conhecido como “Instituição”

Trabalha o desenvolvimento da criança e lhe dá direito à educação



Professores e colegas apreendem dentro do contexto

Agora trabalha-se a diversidade, evitando preconceito



Deve-se respeitar o faz de conta e o não verbal

Promovendo assim o desenvolvimento integral



Assim teremos uma criança, um aluno mais crítico e participativo

Preocupado com o outro, preocupado com o coletivo



Com opinião própria

Lutando contra esse mundo hipócrita.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Recordações de atividades Magistério - 2º ano

Fazendo a turma participar da brincadeira
 

Apresentanto Teatro: Cumprimentos ou comprimentos na Escola das Cem Casas - 2010
 

Apresentanto teatro na escola das Cem Casas

Apresentando teatro na Escola Paulo Freire


Teatro na Escola Paulo Freire


Teatro Branca de Neve


Teatro Branca de Neve

..esta é a historia da serpente...


Noite das diversidades - 2009

Teatro Branca de Neve

em sala de aula
...se não pode com eles...junte-se a eles....rs

PLANO DE AULA ARTE - 3º ANO (CONTINUAÇÃO)

METODOLOGIA ENSINO ARTE




ALUNAS: Ângela, Reni, Jacqueline e Luciandréa

CONTEÚDO: Biografia e obras de Sol Lewitt (Movimento Minimalista)

TURMA: 4º ano (3º série)

OBJETIVOS

• Ilustrar os diferentes tipos de formas geométricas

• Conhecer os diferentes tipos de obras relacionadas ao artista

• Desenvolver a coordenação motora

DESENVOLVIMENTO

• Apresentaremos uma foto do artista Sol Lewitt para que os alunos conheçam o artista que iremos estudar

• Apresentaremos sua biografia e obras com o auxílio da TV pen drive, comentando sobre

• Alunos farão uma releitura de uma das obras apresentadas

• Aplicaremos a dinâmica das figuras geométricas, mostrando alguns desenhos geométricos no quadro, onde o aluno escolhido terá de reproduzi-lo usando de giz, porem seguindo algumas regras: não se pode tirar o giz do quadro antes de terminar o desenho e nem passar mais de uma vez pela mesma linha.

RECURSOS: Pen drive, TV pen drive, giz, quadro negro, lápis de cor, papel sulfite.






















NESTAS OBRAS PODEMOS OBSERVAR QUE O ARTISTA FAZ USO DAS FORMAS GEOMÉTRICAS, ENTÃO FAREMOS UMA DINÂMICA COM OS COLEGAS EM SALA DE AULA:




A brincadeira consiste em os alunos tentarem reproduzir as formas geométricas, porém, sem levantar o lápis do papel e sem passar mais de uma vez pelo mesmo risco

TRABALHO SOLICITADO METODOLOGIA ENSINO ARTE - 3º ANO

MOVIMENTO:HAPPENING: Jean Jacques Lebel afirma que happening "é artes plásticas, mas sua natureza não é exclusivamente pictórica, é também cinematográfica, poética, teatral, alucinatória, social-dramática, musical, política, erótica e psicoquímica. Não se dirige unicamente aos olhos do observador, mas a todos os seus sentidos". A participação do público é fundamental.

O primeiro happening ocorreu em 1952, nos Estados Unidos e foi realizado por John Cage. Artistas: Marta Minujin, Kudo, Oldemburg e Red Grooms.

Brasil: Flávio de Carvalho, Ivald Granato, José Aguilar, Nelson Leiner, Wes-ley Duke Lee

MOVIMENTO MINIMALISTA: Surge a partir de 1965, nos EUA, principalmente na escultura, feita em grandes dimensões e caracterizada por superfícies polidas, brilhantes, com acabamento primoroso e a partir de matéria-prima industrial. São peças quase sempre voltadas para um rigor formal.

Artistas principais: Carl André, Donald Judd, Ellsworth Kelly, Mathias Goeritz, Robert Morris, Sol Lewitt. Brasil: Amílcar de Castro, Carlos Fajardo, Eduardo Sued.

ARTE CONCEITUAL: É a arte que exige a participação mental do espectador, elimina a estrutura representativa, matéria, artesanal, valorizando a idéia, o processo, a situação, como escreveu Abraham Moles: "O artista não luta mais com a matéria, mas com a idéia. Não faz mais obras, propõe idéias para fazer obras". Surgiu em 1969 na Suíça.

MOVIMENTO COBRA: Movimento artístico criado na Holanda, Sigla de Copenhague-Bruxelas-Amsterdam, grupo artístico europeu que surgiu entre 1948 e 1951. Ligado esteticamente ao expressionismo figurativo, teve como principais representantes Asger Jorn, Karel Appel e Pierre Alechinski. Assim como as obras de Jackson Pollock essa pintura é gestual, livre, violenta na escolha de cores e texturas.

Principais Artistas:

PIERRE ALECHINSKY, pintor e gravador belga. Um dos mais jovens integrantes do grupo Cobra, marcou sua obra pelo tachismo. Participou da XI Exposição Internacional do Surrealismo, em 1965.

ASGER JORN, pintor dinamarquês. Sua obra é caracterizada pelo uso de cores vivas e formas distorcidas. Sofreu influência dos pintores James Ensor e Paul Klee.

KAREL APPEL, pintor holandês. Criador de uma obra vigorosa e colorida, caracterizada pela figuração rude e simplificada. Realizou também esculturas em madeira e metal.

domingo, 27 de março de 2011

CONFRATERNIZAÇÃO FINAL ESTÁGIO
2º ANO
                                                      

quarta-feira, 23 de março de 2011

SANTO AGOSTINHO

1) Jamais, entendemos que naquela época os conteúdos tradicionais eram deixados em segundo plano, os padres “detentores do conhecimento” apenas ensinavam o que lhes era conveniente, ou seja, formar membros para o clero, e de forma muito tranqüila conseguiam, pois é de nosso conhecimento que todas as pessoas que não possuem um livre acesso as informações, ao conhecimento deixam-se levar facilmente, a educação hoje se propõe, pelo menos em teoria, fornecer diversas formas de se alcançar conhecimentos, levando o aluno a reflexão do que melhor lhe convém, educamos para libertar e não aprisionar, ou pelo menos deveria ser assim....




2) De forma diferenciada em paralelo a esta afirmação, a aprendizagem hoje é vista como um processo, processo este de erros e acertos, é ele que leva o aluno ao aprimoramento, cabe ao professor a postura de promover a avaliação durante todo o mesmo, entendendo o aluno como ser passível de erros, de limitações porém com potencialidades que podem ser afloradas, um professor que disponibiliza recursos avaliativos adequados e diferenciados conseguirá fazer com que seu aluno se desenvolva e alcance objetivos propostos, o bom professor cria pontes para que o aluno por ele mesmo alcance resultados satisfatórios.



3) As correntes atuais pregam uma verdade contrária aos tempos Agostinianos, seu discurso hoje é formar pessoas pensantes, atuantes e transformadores da sociedade a qual estão inseridos. Então porque não se pensa? Porque não se atua? Porque não se transforma? Professores, educadores, diretores até se propõem a isso, porém temos consciência de que vivemos num mundo capitalista e globalizado, e a verdade infelizmente estampada quanto ao ensino é que vivemos “num mundo de faz de conta”, o ensino é uma “marionete” do sistema, sistema este gerenciado por governantes que muitas das vezes não colocam em prática a doce teoria do sistema de educação, como resultado temos pessoas acomodadas, despreparadas e incapazes de questionamentos reais que busquem elevar a sociedade a mudanças, e neste jogo do faz de conta, professores fazem de conta que ensinam livremente e alunos fazem de conta que aprendem e são livres....Enfim a conclusão a que se chega é de pouco se mudou dos tempos Agostinianos, apenas objetivos e propósitos daqueles que sempre dominaram.



PLANEJAMENTO:

Um bom planejamento deve partir do princípio de alunos heterogêneos, alunos com diferentes vivências, culturas, hábitos e realidades sociais e econômicas, pessoas únicas com pensamentos, idéias e aspirações diferenciadas.

Professores nos dias atuais que usam de métodos tradicionais, arcaicos, que procuram colocar seus alunos dentro de formas e formatos estão ultrapassados, não existem fórmulas, não existem regras, deve acontecer um correto planejamento com objetivos claros e coerentes, várias são as formas de se promover aprendizagem, o planejamento hoje deve procurar direcionar em cada aluno, em seu particular, dentro de suas potencialidades o seu desenvolvimento que nunca, jamais se dá ao mesmo tempo ao de seus colegas, e somente conseguirá planejar de forma satisfatória professores preparados e compromissados com o objetivo real, formar homens integralmente.

quinta-feira, 17 de março de 2011

QUADRO COMPARATIVO: PLATÃO X ARISTÓTELES

PLATÃO
OBJETIVO DA EDUCAÇÃO


Formar homens sábios e virtuosos

MÉTODO DE ENSINO


Estudo permanente, renunciando a tudo e todos

PRINCIPAIS PENSAMENTOS


Busca da virtude, do homem bom, capaz de adquirir conhecimento.

CONTRIBUIÇÃO PARA O ENSINO


Alunos devem ser levados as suas próprias respostas


CONCEITO DE EDUCAÇÃO


Formação do homem moral, vivendo em um estado justo

DE QUEM ERA A RESPONSABILIDADE PELO ENSINO


Estatal ,porém deveria ser de toda a sociedade.

PONTOS POSITIVOS


Formar homens sábios e bons para governar, homens capazes de pensar no coletivo.

PONTOS NEGATIVOS


Defendia o totalitarismo no governo

COMO ERA A SOCIEDADE NA ÉPOCA DE CADA FILÓSOFO


A educação era a cargo dos sofistas que apenas transmitiam conhecimentos técnicos,

Vigorava sistema “democrático”

As ideias de Sócrates puderam ser difundidas pela escrita de Platão


ARISTÓTELES

OBJETIVO DA EDUCAÇÃO

  • Formação do caráter do aluno

MÉTODO DE ENSINO

  • O principio da aprendizagem seria a imitação

PRINCIPAIS PENSAMENTOS

  • Todas as coisas tem uma finalidade, o habito da virtude deveria ser adquirida na escola

CONTRIBUIÇÃO PARA O ENSINO
  • O modo de pensar e produzir o conhecimento,


  • fundador da ciência/lógica

  • Principais obras tratam de política e ética


CONCEITO DE EDUCAÇÃO


  • Formação do homem feliz e útil a comunidade

DE QUEM ERA A RESPONSABILIDADE PELO ENSINO

  • Governantes e legisladores, ou seja, o Estado.

PONTOS POSITIVOS
Ensinando a virtude ao homem este seria capaz de criar e viver em mundo prazeroso



PONTOS NEGATIVOS

  • Um mundo prazeroso nem sempre apontava um mundo justo.

COMO ERA A SOCIEDADE NA ÉPOCA DE CADA FILÓSOFO
Não se reteve muitos conhecimentos de Aristóteles por parte dos governantes


Grande parte de suas obras perderam-se ou foram deturpadas

Trabalho solicitado pela professora Lucimara, Estágio supervisionado - 3º ano

sexta-feira, 11 de março de 2011

PLANO DE AULA CIENCIAS - 4º ANO

RECURSO: História em quadrinhos





CONTEÚDO: Alimentação Saudável



TURMA: 4º ano (3º série)



OBJETIVOS

Compreender a importância dos diversos tipos de alimentos;

Distinguir os diferentes tipos de frutas

Valorizar a incorporação de frutas em sua alimentação



DESENVOLVIMENTO

Faremos a leitura da história em quadrinhos “Magali e Dudu em: O caso do apetite desaparecido”

Em roda de conversa faremos a discussão/interpretação da história (Ex: Por que Dudu não gostava de comer suflê com abobrinha, Magali estava certa com seus hábitos alimentares, por que precisamos comer frutas e verduras, quais frutas que os alunos mais gostam...)

Aplicaremos a “dinâmica das frutas”, vendando os olhos do aluno, lhe ofertaremos um pedaço de determinada fruta, o aluno terá que adivinhar através do olfato e paladar de que fruta se trata

Como tarefa de casa os alunos produzirão sua própria história em quadrinhos contando sobre algum fato/acontecimento desta aula.



RECURSOS: História em quadrinhos, gibi ou TV Pen drive, frutas, venda para os olhos, papel, sulfite, lápis de cor, recortes, cola, tesoura.

SÍNTESE: PEDAGOGIA SÓCIO HISTÓRICA – FUNDAMENTOS

Para uma coerente prática de uma política educacional dentro da pedagogia sócio histórica faz se necessário mudanças no contexto escolar, mudanças estas na organização do trabalho pedagógico, no trabalho coletivo, nas concepções de educação da linha pedagógica e nos fundamentos teóricos que a norteiam.


Na questão da organização do trabalho pedagógico, faz se necessário uma abrangência num todo (rotinas diárias, organização curricular, avaliação, etc...) onde o envolvimento de todos no processo é primordial para seu bom andamento, ou seja o uso do trabalho coletivo.

Quanto a proposta pedagógica, entende-se a educação com um processo dialético de transformação de consciências, onde se respeita as vivências e experiências de cada um, abre-se espaço para diálogos e troca de informações num processo de socialização. Fundamentando tal pedagogia numa síntese dialética continuada, na constituição do sujeito, na necessidade de domínio de conteúdo tanto de professores quanto de alunos, prevalecendo o conteúdo sobre os métodos, o significado, a interdisciplinalidade e o estabelecimento da relação professor/aluno, garantindo a todos o direito e acesso a educação e cultura.

Seu embasamento se dá através das principais ideias de Karl Marx, Vygotsky, Snyders, Makarenko e Paulo Freire.

Na proposta curricular o aluno deve ser instrumentalizado na aquisição dos conhecimentos de modo que se desenvolva plenamente e possa atuar de forma significativa na sociedade. Para tanto o professor precisa ensinar gradualmente os conteúdos, sendo que os mesmos devem fazer sentido, ensinar de forma contextualizada, respeitando o tempo de cada aluno, propondo sempre atividades permanentes e diversificadas para uma justa avaliação da apropriação de conhecimento.

Importante destacar os eixos articuladores, estes permeados pela linguagem nas áreas do conhecimento: linguagem oral e escrita, matemática, estudo da natureza e sociedade, arte e corporal.

Ao avaliar na proposta histórico crítica, leva-se em consideração a qualidade e não a quantidade durante um período, sendo um processo contínuo e diagnóstico.

Quanto a função da avaliação na escola, esta deve ser pensada e repensada tanto para a analise do aluno quanto ao do professor, definindo sempre novas estratégias.

Avalia-se o desenvolvimento do aluno, a metodologia, o todo (escola/comunidade). Necessário valer-se de diversos instrumentos ( observação, portfólio, caderno do aluno, etc). O professor deve-se valer de registros ( caderno de registro da turma, ficha de acompanhamento da aprendizagem e desenvolvimento infantil, pareceres descritivos).

Nos instrumentos de avaliação, a observação ocorre durante toda a pratica, sendo diária e registrada. Nas atividades específicas, o professor usa de exercícios, pesquisas, relatórios, provas orais ou escritas, registrando no caderno da turma. Quanto ao caderno do aluno deve-se ter organização estética, textos e atividades com enunciado bem explicativo e detalhado, sendo que o professor deve corrigi-lo diariamente. O caderno de registro da turma deve conter informações de datas, conteúdos e analise do professor, registros frequentes, anotações específicas (leitura, fala e pessoais) e o portfólio, coletânea dos trabalhos desenvolvidos dentro dos padrões especificados sendo de livre acesso aos pais nas reuniões para acompanhamento.

quarta-feira, 9 de março de 2011

PLANO DE AULA - Classificação dos seres vivos e objetos

PLANO DE AULA - ESTUDO DA NATUREZA E SOCIEDADE


TURMA: 4º Ano (antiga 3º série)

AREAS DO CONHECIMENTO: Linguagem oral e escrita, Linguagem matemática, Estudo da natureza e sociedade e arte.

CONTEÚDO/ASSUNTO: Classificação dos seres vivos e objetos

OBJETIVOS:

Reconhecer as diferenças entre os seres vivos e não vivos,

Identificar as características dos seres vivos e não vivos,

Conhecer o habitat de cada ser vivo trabalhado.

PROCEDIMENTOS

A aula será iniciada com uma discussão para coletar as informações dos conhecimentos já adquiridos pelos alunos referente ao conteúdo, em seguida será passado no quadro o texto informativo, seguido de leitura coletiva e interpretação oral e individual com aplicação das seguintes atividades: produção de texto realizada pelos alunos e quadro de classificação dos seres vivos e não vivos em anexo, na sequencia, confecção de cartaz com recortes e colagens de figuras de seres vivos e não vivos, após será elaborado com os alunos situações problemas e as quatro operações. Ao término das atividades assistiremos o DVD “ Os sem floresta”

RECURSOS

quadro negro, caderno, lápis, cartolina, recortes, tesoura, revistas de recortes, cola, dvd e CD.

ATIVIDADES: em anexo

AVALIAÇÃO: Será realizada após observar a coerência entre as respostas dadas no exercício e o que foi discutido em sala de aula, a participação nas atividades propostas.

REFERÊNCIAS:

PLANO DE AULA - LINGUAGEM MATEMÁTICA

PLANO DE AULA - LINGUAGEM MATEMÁTICA


TURMA: 2º Ano (antiga 1º série)

AREAS DO CONHECIMENTO: Linguagem oral e escrita, Linguagem matemática e arte.

CONTEÚDO/ASSUNTO: Identificação e Escrita dos símbolos numéricos – Numeral 0 a 10.

OBJETIVOS:

Reconhecer os numerais

Identificar a sequencia numérica

Representar a escrita dos numerais

PROCEDIMENTOS

Iniciaremos a aula cantando a música “Índiozinhos”, utilizando dos dedos das mãos para representar a contagem dos numerais. Em seguida será aplicada uma atividade impressa para identificação e escrita dos símbolos numéricos, ao termino das atividade faremos a correção usando do quadro negro coletivamente, concluiremos com uma atividade de dobradura na forma de embarcação para colagem e ilustração em papel sulfite para posterior exposição em sala de aula.

RECURSOS

Atividade impressa, sulfite, lápis de cor, cola, quadro negro, giz, lápis, papel color set, cd

ATIVIDADES: em anexo

AVALIAÇÃO: A avaliação será feita através da participação das atividades propostas

REFERÊNCIAS:

CARPANEBA, Isabella Pessoa de Melo e BRAGANÇA, Angiolina Domanico. Porta Aberta: Letramento e alfabetização linguística – 1º ano, Ensino fundamental. Ed. São Paulo - 2008.

PLANO DE AULA - ESTUDO DA NATUREZA E SOCIEDADE

TURMA: 4º Ano (antiga 3º série)


AREAS DO CONHECIMENTO: Ciências

CONTEÚDO/ASSUNTO: Meio ambiente/seres vivos e não vivos

OBJETIVOS:

Conceituar meio ambiente,

Distinguir os componentes da natureza

Analisar a diferença entre o ser vivo e não vivo,

PROCEDIMENTOS

Projeção em vídeo do filme: “A natureza e vida”, que será utilizado para iniciar a discussão sobre conceito de meio ambiente que cada aluno possui.

Dividir a turma em 6 grupos, onde cada grupo ficará responsável por abordar um dos componentes da natureza (ar, agua, solo, luz do sol, plantas e animais) explicando sua importância na vida dos seres vivos.

Desenhar o meio ambiente em que o aluno vive

Exposição de cartazes elaborados pelos alunos retratando os seres vivos e não vivos

Proposição do exercício no livro didático

Para encerrar sera feita uma revisão de tudo o que foi discutido e visto nesta aula.

RECURSOS

Livro didático, cartolina, piloto, lápis de cor, lápis, borracha, caderno, cola, figuras para ilustrar os cartaz e outros.

ATIVIDADES: em anexo

AVALIAÇÃO: Será realizada após observar a coerência entre as respostas dadas no exercício e o que foi discutido em sala de aula, a participação nas atividades propostas.

REFERÊNCIAS:

NORONHA, Maria Eduarda e SOARES, Maria Luiza. Ciências 3º ano, Ensino fundamental. Ed. Bianca Glasner.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

SÓCRATES

ESTÁGIO SUPERVISIONADO – PROJETOS




ALUNA: Luciandréa Camargo – 3º N.A



Resumo: Sócrates 470-399 a. C – O mestre em busca da verdade



“Sábio é aquele que conhece os limites da própria ignorância”.

Sócrates





Sócrates nasceu em Atenas, convenceu-se de sua missão de mestre aos 38 anos, foi acusado de desrespeito e corrupção dos jovens da época, foi julgado e condenado a morte por envenenamento, recusou-se a fugir, tomando cicuta.



Sócrates vem a romper com a filosofia que se baseava na observação das forças da natureza concentrando a no homem e em sua alma, levando as pessoas pelo meio do autoconhecimento a sabedoria e a pratica do bem, sendo que estes vem de dentro. De seu pensamento surgiram duas vertentes da filosofia: a idealista e a realista.



Defendia o diálogo como método de educação, duvidou da ideia que a virtude pode se ensinada, para Sócrates, o homem precisa se auto-dominar para que possa conduzir as outras pessoas, valorizava acima de tudo as verdades e as virtudes, tanto individuais quanto sociais (coragem, temperança/cooperação, amizade), segundo ele só erra quem desconhece a verdade/o bem.



Para Sócrates cabe ao educador auxiliar o aluno a despertar a cooperação fazendo com que lhe se ilumine as ideias, tanto aluno quanto educador devem estar abertos a questionamentos, sendo nessa troca de ideias que se dá a evolução.



Ao eleger o diálogo como método de investigação, Sócrates foi o primeiro filósofo a se preocupar não só com a verdade mas com o modo como se pode chegar a ela, por isso é considerado o modelo clássico de professor, professor este que leva em conta a necessidade de ajudar seus alunos a desenvolver procedimentos para que possam pensar por si mesmos.

ESTÁGIO SUPERVISIONADO - 3º ANO - PROFª LUCIMARA

Síntese: Pensar a escola, uma aventura de 2500 anos (Revista Nova Escola – 2008)




Várias são as reflexões no processo de educar, várias são as influências dos pensadores, os quais refletem na organização do sistema escolar, conteúdo de livros didáticos e ao currículo docente atual.

A preocupação com a educação é antiga, inicia-se com os pensadores Sócrates, em sua infinita busca pela verdade, o idealista Platão e o realista Aristóteles.

Durante a idade média dominada pelo Cristianismo convém destacar o idealizador Santo Agostinho e Tomáz de Aquino com sua razão e prudência.

No século 14 com o Feudalismo as universidades embora fiéis à teologia voltaram-se também ao conhecimento científico, e é no humanismo que destaca-se Erasmo de Roterdã. O Protestantismo através de Martinho Lutero possibilita a leitura e interpretação da Bíblia como direito, deixando um legado duradouro na história do ensino. É com Comênio que o ensino procura respeitar a capacidade e o interesse do aluno sem severidade através de sua didática moderna. John Locke, através do Liberalismo defende que as idéias nascem das experiências.

Os cem anos seguintes consagram os direitos civis, tais como liberdade, privacidade, propriedade e igualdade.

É com o filósofo Rosseau que se reconstrói a figura da criança como um ser em processo. Pestalozzi inseriu em nossas salas de aula o afeto, e é com Froebel, o formador de crianças pequenas que se projetou a educação dos menores de oito anos, cuidando sem desconsiderar sua evolução espontânea.

Em 1789 com a Revolução Francesa a educação se expandiu por toda a França, destaca-se nesse contexto Durkheim, com postulado de escola nova defende que as crianças apresentam um processo de desenvolvimento a ser respeitado e estimulado.

É com Dewey que se democratiza o interior das escolas, e levanta-se o uso de materiais pedagógicos com Montessori e Decroly. As descobertas de Jean Piaget marcaram a pedagogia do seculo 20 mais do que o trabalho de qualquer outro pensador, sendo sua seguidora Emília Ferreiro muito influente no Brasil, convém ressaltar Vygostky e o mentor da educação para a consciência Paulo Freire. Nesse contexto uma importante linhagem de pensadores críticos que levaram a questionamentos o papel da escola devem ser ressaltados como, Edgar Morim, Pierre Bordieu, Foucault e Gardner conhecido como o cientista das inteligências múltiplas.

METODOLOGIA ENSINO GEOGRAFIA 3º ANO - PROFª ANDRÉIA

METODOLOGIA ENSINO GEOGRAFIA




ALUNA: Luciandréa Camargo – 3° N.A



FAZER UMA ANÁLISE COMPARATIVA DOS DOIS EXEMPLOS SOBRE A REALIDADE BRASILEIRA(POSSIBILIDADES, MELHORIAS...)



“...A globalização é um totalitarismo, são os ricos que

governam e os pobres vivem como pode...”

José Saramago



Não podemos negar que a globalização faz esta interligação entre os países, porém fica muito aquém de seu principal propósito, a mesma deixa mais claro as diferenças sociais existentes. Realmente temos hoje uma economia mais competitiva, acompanhamos grandes desenvolvimentos tecnológicos, os preços apresentam-se um pouco mais acessíveis com uma inflação mais amena, porém os grandes beneficiários são claros: as grandes potências econômicas.



Em meio a isso percebe-se uma educação que torna-se “mercadoria”, onde quem tem dinheiro paga pela mesma, porém paga por uma formação para atuar no mercado de trabalho, o pensamento crítico, o intelectualismo não fazem parte do “pacote”. Sofremos a influência direta desse sistema capitalista, as pessoas hoje se mostram cada vez mais competitivas, individualistas, ou nos “formatamos” ou somos excluídos, com isso questões e conceitos sobre cidadania, qualidade, conhecimento, competência ficam cada vez mais difíceis de serem abordadas, trabalhadas em sala de aula e presenciadas no cotidiano.



Carecemos de uma educação de qualidade que promova a cidadania superando as desigualdades, lembrando que educação não é somente responsabilidade do governo, somos nós, professores, pais e alunos que a construímos. A evolução faz parte do ser humano, precisamos evoluir, precisamos de novas tecnologias, mas que os menos favorecidos possam usufruir das mesmas, e não apenas em um curso profissionalizante se preparar para produzi-la para as pessoas mais abastadas e “pensantes”.

ARTIGO - EDUCAÇÃO INFANTIL – CUIDAR E/OU EDUCAR?

RESUMO




Trabalhar com crianças pequenas não é tarefa fácil, deve-se ter como princípio, conhecer seus interesses e necessidades, afinal é a Educação Infantil, o ponto de partida para a entrada da criança numa vida social mais ampla que o ambiente familiar, encerrando seu caráter apenas assistencialista , de cuidados e higiene, que a Educação Infantil carregou durante muito anos. De acordo com as novas diretrizes o cuidar e educar devem caminhar juntos, o professor ao cuidar também educa e vice versa, por isso faz-se necessário uma equipe de profissionais bem preparada e uma tríade parceria entre pais, educadores e crianças com um objetivo comum, ou seja, promover o desenvolvimento por completo da criança de 0 a 6 anos, preparando-a para atuar na sociedade, logo, transformá-la.



PALAVRAS-CHAVE: Cuidar, Educar, Educação Infantil.



1 – INTRODUÇÃO



Ao final do século XVII com a “descoberta” da infância, surgiu também, a preocupação com a Educação Infantil. Do ano de 1920 até a Constituição de 1988 os estabelecimentos dedicados ao cuidar das crianças apresentavam um caráter somente filantrópico. A partir desta os pequenos passam a ser reconhecidos como cidadãos de direitos e necessidades específicas. Encontrando nesses novos ambientes de Educação Infantil não somente o cuidado, mas também a oferta de desenvolvimento, socialização, e aprendizagem, tudo de forma lúdica.

Ao se levantar questionamentos referentes a Educação Infantil, precisamos discutir sobre vários ângulos e pontos de vista, precisamos discutir sobre políticas públicas, orçamentos, plano de carreira e formação profissional. O presente artigo aborda tais questões e nos remete ao real papel da Educação Infantil nos dias atuais.

2 – DESENVOLVIMENTO



É através da LDB 9394/96 que as Instituições se comprometem pelo menos, em teoria, a desenvolver a criança em todos os seus aspectos, sendo eles, emocionais, físicos, afetivos, cognitivos e sociais, respeitando o ritmo e particularidades das crianças.

Na atualidade faz-se necessário adequar uma proposta que considere ambos os aspectos: educar e cuidar.



“...o cuidar e educar são complementares e indissociáveis na Educação Infantil, mas muitas vezes o cuidar se volta somente para os cuidados primários...”(Bujes in Reis, 2010, p.3)



O cuidar não deve ser somente higiene e alimentação, mas sim um cuidar direcionado para a promoção do desenvolvimento completo da criança, cuidar este desde a escolha dos profissionais para atuar nas escolas, cuidar para a promoção da constante atualização e formação de docentes, cuidar para não acabar por formar pessoas submissas, que aceitam tudo sem questionamentos, educar sabendo respeitar esta etapa tão importante de desenvolvimento da criança, uma vez que, as crianças se desenvolvem naturalmente, através das interações, desenvolvimento este em todos os aspectos, sendo na aquisição de conhecimentos uma produção através de trocas, experiencias vividas entre criança/criança, criança/adulto, logo criança e mundo.



“...Em nenhuma outra fase da vida as crianças se desenvolvem tão rapidamente quanto até os três anos de idade. Daí a importância de entender como cada atividade ou brincadeira ensina...” (Moço, 2010, p.2).



Sendo assim, o professor de Educação Infantil possui uma grande responsabilidade em suas mãos, a de proporcionar experiencias para que as crianças possam desenvolver uma aprendizagem significativa, sendo para isso necessário estipular e direcionar objetivos pré-estabelecidos, não se esquecendo da realidade vivida pelo indivíduo.

Segundo Beatriz in Moço (2010, p.2), não se trata, portanto de escolarizar as crianças tão cedo, mas sim de apoiá-las em seu desenvolvimento.

Entende-se que a Educação Infantil apresenta como função o cuidar e educar e não o de alfabetizar precocemente, o professor educador que o faz, acaba por podar o desenvolvimento natural que corresponde a cada faixa etária, podendo acarretar complicações futuras.



Dentro do contexto cuidar e educar percebe-se a importância desta etapa no desenvolvimento da criança.

“...A criança aprende a falar na interação com os adultos e com as crianças mais desenvolvidas que estão presentes em seu cotidiano, em grupos de brincadeiras, de amigos e também nas creches, pré-escolas e escolas. Essas interações são muito importantes para a criança aprender a falar, a se comunicar e a imaginar...” (Lopes, 2005, p.1)



Percebe-se que a criança desenvolve sua fala num primeiro momento involuntariamente, aos poucos ela começa a balbuciar, aos poucos forma estruturas sonoras, assim o contato com crianças da mesma idade, por exemplo, na Educação Infantil é fundamental para a expansão de seu vocabulário.

Lopes, 2005, p.01, destaca que as atividades físicas e práticas como as atividades com a linguagem são importantes no desenvolvimento das crianças, por isso muitas escolas devem estimular as crianças a participar de apresentações e peças teatrais para que por meio da fala e gestos possam se expressar.

Segundo Lopes, 2005, p.01, é vital a importância e enfase nesta etapa usar de jogos simbólicos, de faz de conta e dramatizações, pois promovem o desenvolvimento por completo da criança, desenvolvendo sua auto confiança, ofertando-lhe ferramentas para expressar-se física e verbalmente e a conviver com todos a sua volta.



3 – CONSIDERAÇÕES FINAIS



Hoje com o respaldo de profissionais da sociologia, antropologia e da psicologia trabalhamos com a concepção de criança sócio-histórica e cultural, ainda percebe-se divergências entre teoria e prática quando nos propomos a refletir sobre a real função da Educação Infantil.

Faz-se necessário esta compreensão que a Educação Infantil é primordial para o desenvolvimento da criança, desde o desenvolvimento de sua linguagem, sua inserção na sociedade e na sua preparação de mundo, compreensão essa principalmente dos profissionais envolvidos na área da educação,para que possibilitem assim uma aprendizagem significativa e de qualidade, sem dissociar o cuidar e educar.



4 – REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS



REIS, S.N. Escolarização e Educação Infantil: Impasses e Perspectivas na atuação das Educadoras.

LOPES, Karina Rizek. Coleção Proinfantil. Módulo II. Livro de estudo, Brasília, 2005.

MOÇO, Anderson. Quanta coisa eles aprendem – abril 2010.

Síntese: Avaliação da aprendizagem: visão geral (Cipriano Carlos Luckesi)

Aluna: Jaqueline E. Carneiro – Nº 16, Luciandréa Camargo – Nº 21, Eveli – Nº 14, Luciana Sonis – Nº 20






A grande questão é a diferenciação entre examinação e avaliação nos dias atuais, ou seja, qual a postura que adotamos e qual seria a desejável, “de forma mais pontual, a partir de desempenho final, de modo classificatório, seletivo e autoritário ou não pontual, a partir de desempenhos provisórios, diagnóstica, inclusiva e democrática.”

Herança de culturas: psicológica, histórica e histórico social, tais heranças nos prendem a examinação, uma vez que sofremos com a examinação e inconscientemente passamos adiante, vindo de longa data (inicio seculo XVIII - Didática Magna) e por ultimo vivemos numa sociedade seletiva herdada pelos burgueses, onde teoria diverge da prática, “...poucos que tem muito e muitos que nada tem...”.

É constante a preocupação dos professores em relação ao tema: Avaliação/examinação, porém essa mudança não depende somente dos professores, mas sim de autoridades políticas que a fundo nada se importam com a educação. Preocupação esta desde formação contínua, melhores salários, investimentos em mobiliários e materiais de ensino, logo caberá ao professor apenas preocupar-se com o ensino aprendizagem dos alunos.

Para uma correta avaliação se faz necessário um correto posicionamento do projeto pedagógico, postura adequada do professor frente a seres humanos, estes que se modificam, não estão prontos mas sim em constante construção. E correta utilização dos instrumentos avaliativos, provas, redações, questionários podem e devem ser utilizados, porém que sirva de coleta de dados para diagnosticar as dificuldades da aprendizagem, se a dificuldade esta no aluno ou no professor/método.

De acordo com as experiências de Cipriano a respeito de avaliação, o mesmo acredita que ela deva ser contínua, utilizando-se de vários recursos e metodologias para atingir seus objetivos, sendo que na medida que o aluno atinge os objetivos desejados as atividades se tornam mais complexas, transformando a mentalidade do aluno no sentido de que não somente se busque notas mas sim uma satisfatória aprendizagem.

Educador e educando dentro do ambiente escolar precisam desenvolver a auto-avaliação/ auto-crítica, “buscando da melhor compreensão e da melhor apropriação de conhecimentos e das habilidades necessárias com as quais estão trabalhando”.

Na questão quanto a conciliação de avaliação e os grandes sistemas de avaliação (ENC, Provão, ENEM), Cipriano deixa claro que “...os exames são úteis para as situações seletivas (concursos), mas não para o processo de aprendizagem...”, tanto o ENC, o Provão e o ENEM não se preocupam com a aprendizagem do aluno, tais testes visam somente números para que se subsidiem e se negociem maiores verbas com interesses governamentais. Vale ressaltar, as instituições de ensino não devem banir a preparação para tais exames, afinal vivemos numa sociedade capitalista, porém conforme sugere Cipriano pode-se criar dias específicos, para se propiciar os “simulados” àqueles que o desejarem.

REFLEXÃO CRÍTICA DO POEMA: Perguntas de um trabalhador que lê (Bertold Brecht)

Quando olhamos uma bela casa construída, pensamos e parabenizamos o pedreiro ou o engenheiro que assinou a planta? Qual a diferença de um para o outro? Afinal ambos possuem o mesmo conhecimento!? A diferença esta no “canudo” que o engenheiro possui! É por possuir mais conhecimento (Faculdade) que ele, e tão somente a ele é atribuído todo o mérito de uma bela construção, e o pedreiro? Segue tranquilo sua caminhada, nada questiona, afinal tal atividade lhe rendeu o “pão nosso de cada dia” e as coisa sempre foram assim mesmo!




“...tantas histórias, tantas questões...”, grandes homens e seus grandes feitos foram repassados durante muito tempo pela nossa história, verdade esta inquestionável por professores e decoradas por nós alunos. Ninguém nos ensinou a pensar, logo jamais questionamos, apenas decoramos, apenas aceitamos.

O reflexo desse novo ensino de história, a qual respeita e insere o homem no contexto, desde a educação infantil, passando pelas séries iniciais e sendo um processo continuado pela vida do educando afora com certeza dará novos rumos a história que estamos construindo hoje.

Faz-se necessário nos dias atuais o entendimento de que somos participantes no processo, providos do conhecimento necessário para que possamos sair da condição de oprimido e possamos passar a condição de dirigentes, cargos importantes, carreiras promissoras, que possamos ditar as regras e não tão somente cumpri-las.

SUJEITO HISTÓRICO - SOLICITAÇÃO SÍNTESE - 2º ANO

Síntese: O Sujeito Histórico




A aprendizagem de história resulta dos conhecimentos específicos e do estabelecimento das relações deste conhecimento com a realidade a qual o aluno esta inserido,

Nos dias atuais a história tradicional deixou de ser o único modelo de ensino.

Entendendo por sujeito histórico todos os homens inseridos dentro de um determinado contexto e período, desde figuras heroicas até gente simples.

Essas novas abordagens do ensino da histórica surgem com a Escola de Annales, da ideia de que se deve privilegiar o estudo das massas e não somente das personalidades conhecidas, interessante é que se discuta os “bastidores” de tais eventos.

No Brasil essa nova abordagem se inicia durante as décadas de 1970 e 1980.

Durante muito tempo mistificou-se homens, passando para a sociedade um sentimento de impossibilidade por parte da população. Esta nova visão do ensino de história vem para reverter isso, inserindo o homem no contexto da história, considerando-o como sujeito histórico, participante e ativo na sociedade.

A enfase é dada no sentido de que tais “heróis” não estavam sozinhos em seu feitos, e de que o ideal sempre era coletivo, desenvolvendo nos alunos a percepção de que são pessoas socialmente ativas no processo, e que desta atuação no seu cotidiano resultará feitos que serão estudados no futuro quem sabe.

Observa-se que desde a História do Brasil até a História geral o professor consegue trabalhar o sujeito histórico com seus alunos, alunos estes desde as séries iniciais, no 1º ciclo abordará o sujeito na sua comunidade/grupo social, já no 2º ciclo abordará o sujeito histórico em outras comunidades antigas/contemporâneas.

A partir da compreensão dos alunos que fazem parte da história, os mesmos tornam-se mais participantes, pois criam sua identidade, onde o aluno deixa a “decoreba” para pensar e pensar-se na história.

Possibilitar ao aluno a compreensão da verdadeira história fornece-lhe ferramentas importantes para que o mesmo se liberte da dominação imposta pela sociedade.