segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Dia da Consciência Negra - Sugestão de trabalho

Dia da Consciência Negra - Sugestão de trabalho


Gabriel O Pensador

Salve, meus irmãos africanos e lusitanos, do outro lado do oceano

"O Atlântico é pequeno pra nos separar, porque o sangue é mais forte que a água do mar"

Racismo, preconceito e discriminação em geral;

É uma burrice coletiva sem explicação

Afinal, que justificativa você me dá para um povo que precisa de união

Mas demonstra claramente

Infelizmente

Preconceitos mil

De naturezas diferentes

Mostrando que essa gente

Essa gente do Brasil é muito burra

E não enxerga um palmo à sua frente

Porque se fosse inteligente esse povo já teria agido de forma mais consciente

Eliminando da mente todo o preconceito

E não agindo com a burrice estampada no peito

A "elite" que devia dar um bom exemplo

É a primeira a demonstrar esse tipo de sentimento

Num complexo de superioridade infantil

Ou justificando um sistema de relação servil

E o povão vai como um bundão na onda do racismo e da discriminação

Não tem a união e não vê a solução da questão

Que por incrível que pareça está em nossas mãos

Só precisamos de uma reformulação geral

Uma espécie de lavagem cerebral

Racismo é burrice

Não seja um imbecil

Não seja um ignorante

Não se importe com a origem ou a cor do seu semelhante

O quê que importa se ele é nordestino e você não?

O quê que importa se ele é preto e você é branco

Aliás, branco no Brasil é difícil, porque no Brasil somos todos mestiços

Se você discorda, então olhe para trás

Olhe a nossa história

Os nossos ancestrais

O Brasil colonial não era igual a Portugal

A raiz do meu país era multirracial

Tinha índio, branco, amarelo, preto

Nascemos da mistura, então por que o preconceito?

Barrigas cresceram

O tempo passou

Nasceram os brasileiros, cada um com a sua cor

Uns com a pele clara, outros mais escura

Mas todos viemos da mesma mistura

Então presta atenção nessa sua babaquice

Pois como eu já disse racismo é burrice

Dê a ignorância um ponto final:

Faça uma lavagem cerebral

Racismo é burrice

Negro e nordestino constróem seu chão

Trabalhador da construção civil conhecido como peão

No Brasil, o mesmo negro que constrói o seu apartamento ou o que lava o chão de uma delegacia

É revistado e humilhado por um guarda nojento

Que ainda recebe o salário e o pão de cada dia graças ao negro, ao nordestino e a todos nós

Pagamos homens que pensam que ser humilhado não dói

O preconceito é uma coisa sem sentido

Tire a burrice do peito e me dê ouvidos

Me responda se você discriminaria

O Juiz Lalau ou o PC Farias

Não, você não faria isso não

Você aprendeu que preto é ladrão

Muitos negros roubam, mas muitos são roubados

E cuidado com esse branco aí parado do seu lado

Porque se ele passa fome

Sabe como é:

Ele rouba e mata um homem

Seja você ou seja o Pelé

Você e o Pelé morreriam igual

Então que morra o preconceito e viva a união racial

Quero ver essa música você aprender e fazer

A lavagem cerebral

Racismo é burrice

O racismo é burrice mas o mais burro não é o racista

É o que pensa que o racismo não existe

O pior cego é o que não quer ver

E o racismo está dentro de você

Porque o racista na verdade é um tremendo babaca

Que assimila os preconceitos porque tem cabeça fraca

E desde sempre não pára pra pensar

Nos conceitos que a sociedade insiste em lhe ensinar

E de pai pra filho o racismo passa

Em forma de piadas que teriam bem mais graça

Se não fossem o retrato da nossa ignorância

Transmitindo a discriminação desde a infância

E o que as crianças aprendem brincando

É nada mais nada menos do que a estupidez se propagando

Nenhum tipo de racismo - eu digo nenhum tipo de racismo - se justifica

Ninguém explica

Precisamos da lavagem cerebral pra acabar com esse lixo que é uma herança cultural

Todo mundo que é racista não sabe a razão

Então eu digo meu irmão

Seja do povão ou da "elite"

Não participe

Pois como eu já disse racismo é burrice

Como eu já disse racismo é burrice

Racismo é burrice

E se você é mais um burro, não me leve a mal

É hora de fazer uma lavagem cerebral

Mas isso é compromisso seu

Eu nem vou me meter

Quem vai lavar a sua mente não sou eu

É você.



Objetivos:

Trabalhar o tema racismo;

Conscientizar sobre a importância do povo negro na formação do povo brasileiro;

Trabalhar sobre o racismo de forma geral diante as situções da vida.

Material necessário:

Foto do cantor Gabriel O Pensador, 1 ovo vermelho e 1 branco, 1 bombom de chocolate branco e 1 de chocolate natural, letra da música "Racismo é burice" vídeo ou cd da música. Texto dissertativo sobre aparticipação do povo africano na formação do povo brasileiro.





Introdução



Introduzir a aula levando dois bombons para a sala de aula, um dechocolate branco e o outro de chocolate comum, um ovo branco eum ovo vermelho.

Fazer a pergunta: Você escolheria um dos dois só por causa da cor?

A cor muda o sabor ou a necessidade?

Como você faz suas escolhas, por influência de alguém ou por você mesmo?

Desenvolvimento



Apresentar o cantor e compositor Gabriel O Pensador par saber se já o conhecem e o que sabem sobre suas músicas., fazer uma lista de músicas que conhecem do cantor;

Apresentar a música em cd ou vídeo: Racismo é burrice;

Deixar que ouçam e cantem a música;

Discutir as formas de racismo que conhecem;

Apresentar o texto a seguir ou ouro a sua escolha:





Josué Geraldo Botura do Carmo[1]

Para os autores os currículos escolares sempre negaram a colaboração de africanos, africanas e descendentes na formação da cultura e do povo brasileiro reduzindo essa colaboração ao passado escravista e ao mundo da música, da dança, da culinária e, no máximo, da religião.

Os negros vinham da África trazendo seus objetos, hábitos, textos orais e escritos, rituais, jogos, folguedos, histórias: um patrimônio cultural material e imaterial. Trouxeram lembranças e saberes com suas religiões, tecnologias e trabalho.

Para melhor compreender a participação do segmento negro na formação brasileira, segundo os autores, três dimensões são de fundamental importância: a história, a memória, e as práticas culturais.

É no cotidiano que a cultura e as práticas culturais são elaboradas, transformando o conhecimento em experiência de aprendizagem e a própria experiência vivida se transforma em conhecimento. A nossa construção se dá por meio da socialização, da relação com o outro e das ações vividas. Assim a alimentação, o vestuário, a oralidade, a gestualidade, a sonoridade, os odores ou sabores, são sinais que nos permitem decifrar a diversidade e a complexidade da realidade histórica da sociedade afro-brasileira.

"Tomar as diversas práticas sociais e culturais como práticas educativas são vê-las em processo, sendo construídas intensamente e carregadas de tensão entre diferentes indivíduos e diferentes comunidades; elas criam contextos interativos que – justamente por se relacionarem dinamicamente em distintos ambientes culturais, nos quais diferentes indivíduos desenvolvem identidades – contribuem para um ambiente formativo".

E mais:

"As expressões culturais e religiosas de matriz africana trazem processos educativos que dizem respeito ao próprio exercício das apresentações no momento da festa e nos rituais religiosos. Esses processos se revelam na música, na dança, no toque dos instrumentos e nos gestos. São elementos impressos no corpo e expressos através da prática e da tradição oral".

No século XX vamos encontrar os movimentos negros, os núcleos afro-brasileiros formados nas universidades brasileiras compostos em grande parte por acadêmicos negros. No ano 2000 foi criada a Associação Brasileira de Pesquisadoras e Pesquisadores Negros (ABPN), que realiza encontros bianuais.

Na relação África/Brasil vamos encontrar ainda referências no campo das artes e da estética como na literatura e nas artes visuais. São poetas, escritores e escritoras, que buscam construir um alicerce para a construção da identidade afro-brasileira autônoma. Na música além dos ritmos que emergiram em território nacional temos ainda o jazz, o soul, o reggae, o funk e o rap.

Para os autores "não existe Brasil sem a África e, portanto não existe identidade nacional sem a cultura afro-brasileira.

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

RATTS, Alex. DAMASCENA, Adriane A. Participação africana na formação cultural brasileira. In: Educação africanidades Brasil. MEC – SECAD – UnB – CEAD – Faculdade de Educação. Brasília. 2006. p. 168 -183.

Atividades

Fazer um estudo para descobrir pessoas negras que se destacaram na sociedade, nas artes, na política, na literatura e etc...

Transformar a música em poesia mudando algumas palavras ou parafaseando a mesma.

Fazer gráfico apresentando populção negra no Brasil.

Fazer levantamento da concentração de povos negros no mundo;

Fazer levantamento de costumes, culinária, músicas e cultura dos povos africanos que ainda hoje influenciam nossa vida.

Avaliação

A avaliação é feita a através devum diário de bordo, onde cada aluno vai registrando suas descobertas e fatos que achou interessantes durante o estudo. No final do diário de bordo cada um deverá escrever como via o racismo ecomo vê agora depois do estudo.

Por Cida sachetto em 25/09/2011

Obs: Amigos, é um esquema, sei que muita coisa ainda pode ser acrescentada para melhorar o trabalho como: filmes, estudos mais profundo e etc.

fonte: http://vamoseducar2.blogspot.com/2011/09/dia-da-consciencia-negra-sugestao-de.html

domingo, 18 de setembro de 2011

LEMBRANCINHA DE MINHA 2° REGÊNCIA - CICLO DO CAFÉ DO PARANÁ

sábado, 17 de setembro de 2011

ATIVIDADE AVALIATIVA “9” – LEV VYGOTSKY

Colégio Estadual Wolff Klabin – Ensino Fundamental, Médio, Normal e Profissional

Curso de formação de Docentes da Educação Infantil e dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental
ALUNA: Luciandréa de Camargo – Nº 27 – 3º N.A


“... como futuro educador, que critérios você usaria para avaliar as habilidades de seus alunos? Descreva pelo menos três critérios”:



Muito cuidado a de se ter ao definir “critérios” para se avaliar um aluno, na maioria dos casos os critérios, ou definem se o aluno é bom ou define que o aluno não é bom, sem meios termos, tal imparcialidade vem a contribuir com a exclusão de muitos, tanto fisicamente, quanto moralmente.

Ao avaliar o aluno, tal forma deve ser ampla, e somente um professor bem preparado conseguirá êxito, avaliando de forma diagnóstica, inclusiva e democrática.

Para uma correta avaliação se faz necessário um correto posicionamento do projeto pedagógico da instituição, postura adequada do professor frente a seres humanos, estes que se modificam, não estão prontos, mas sim em constante evolução.

Provas, redações, questionários, podem e devem ser utilizados, porém que seu objetivo seja a coleta de dados para diagnosticar as dificuldades de aprendizagem e ir além, verificando se a “dificuldade” esta no aluno ou no professor/método.

Acredito em uma avaliação contínua, que se utiliza de vários recursos e metodologias para atingir um mesmo objetivo, transformando a mentalidade do aluno no sentido de que não somente se busque notas, mas sim uma satisfatória aprendizagem. Educador e educando dentro do ambiente escolar precisam desenvolver a auto-avaliação/ autocrítica, buscando da melhor compreensão e da melhor apropriação de conhecimentos e das habilidades necessárias com as quais estão trabalhando, sendo que “exames” são úteis para as situações seletivas (concursos), mas não para o processo de aprendizagem.

Segundo Vygostky, o conhecimento é proveniente das relações estabelecidas, partindo desse pressuposto, o olhar do professor deve-se voltar para seu aluno, enquanto sujeito, pessoa que esta em interação com vários meios, e o que o seu aluno consegue estabelecer dessas relações melhorando sua aprendizagem, pois a aprendizagem impulsiona o desenvolvimento, e este, por sua vez, cria novos patamares para a aprendizagem.

Portanto, importante é que o professor não avalie seu aluno com parâmetros rígidos e esquematizados, mas que avalie o quanto cada um progrediu durante todo o processo do ano letivo, quanto seu aluno se superou apesar de não ser o melhor no conjunto, mas sim sua superação individual.

sábado, 10 de setembro de 2011

Educação Física Adapatada





ATIVIDADE AVALIATIVA “8” – JEAN PIAGET

Colégio Estadual Wolff Klabin – Ensino Fundamental, Médio, Normal e Profissional

Curso de formação de Docentes da Educação Infantil e dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental


ALUNA: Luciandréa de Camargo – Nº 27 – 3º N.A

ATIVIDADE AVALIATIVA “8” – JEAN PIAGET

1 – Como futuro educador, e com a experiência adquirida através das observações e regências, responda as seguintes questões:

a) Que peso o meio social tem nos processos propriamente cognitivos das crianças?

R: Entende-se que a aprendizagem ocorre através de um processo de interação da criança com o meio externo, é fundamental que a escola, o professor esteja atento a disponibilizar ao seu aluno condições favoráveis ao seu desenvolvimento. Se uma criança não encontra os estímulos coerentes e necessários, não conseguirá desenvolver-se plenamente



b) Como você pode influir nisso?

R: Entendendo que mais importante que transmitir conhecimentos é respeitar o desenvolvimento próprio de seu aluno, favorecendo todos os métodos e mecanismos que lhe possam dentro do seu tempo favorecê-lo no processo de aprendizagem



2 – Defina o que é:

a) Raciocínio lógico-matemático: Ao procurarmos a solução de um problema quando dispomos de dados como um ponto de partida e temos um objetivo a estimularmos, mas não sabemos como chegar a esse objetivo temos um problema. Se soubéssemos não haveria problema.

É necessário, portanto, que comece por explorar as possibilidades, por experimentar hipóteses, voltar atrás num caminho e tentar outro. É preciso buscar idéias que se conformem à natureza do problema, rejeitar aqueles que não se ajustam a estrutura total da questão e organizar-se.

Mesmo assim, é impossível ter certeza de que escolheu o melhor caminho. O pensamento tende a ir e vir quando se trata de resolver problemas difíceis.

Mas se depois de examinarmos os dados chegamos a uma conclusão que aceitamos como certa concluímos que estivemos raciocinando.

Se a conclusão decorre dos dados, o raciocínio é dito lógico.

b) Assimilação: Processo através do qual um grupo social ou cultural se torna parte de outro, consiste no processo mental pelo qual os dados das experiências se incorporam aos esquemas de ação e aos esquemas operatórios existentes, num movimento de integração do meio no organismo

c) Acomodação: Processo social com o objectivo de diminuir o conflito entre indivíduos ou grupos, reduzindo o conflito ou mesmo encontrando um novo modus vivendi. É um ajustamento formal e externo, aparecendo apenas nos aspectos externos do comportamento, sendo pequena ou nula a mudança interna, relativa a valores, atividades e significados. Acomodação no sentido formulado por Jean Piaget pode ser entendida como um dos mecanismos da adaptação que estruturam e impulsionam o desenvolvimento cognitivo. É o processo pelo qual os esquemas mentais existentes modificam-se em função das experiências e relações com o meio. É o movimento que o organismo realiza para se submeter às exigências exteriores, adequando-se ao meio

Fonte:

• http://www.professorfenelon.com/logico/default.asp?ACT=5&content=8&id=1&mnu=1, acesso em 03/09/2011

• www.wikipedia.com, acesso em 03/09/2011

Lenda do Guaraná

Olá, amigos que me visitam, esta oficina retirei do blog: Educacao-Camargo, de minha irmã Luciléia, vale a pensa conferir,

Abraço,

Oficina: Histórico Cultural- Lendas e Contos indígenas


1ª Oficina: Lenda do Guaraná

Desenvolvimento

1° momento: Reunir os alunos no pátio, pedir para que sente-se em círculo.

2° momento: Usar da técnica " contação de história" para contar a Lenda do guaraná.

3° momento: Reunir os alunos em grupos de 5.

4° momento:Distribuir materiais como: cartolina, giz, canetinhas coloridas para ilustrarem o que entenderam da lenda.

5° momento: expor os trabalhos em edital.

6° momento: Levá-los para a sala de aula, passar o vídeo lenda do guaraná http://youtu.be/l2HNVUUlN4g,



para que eles conheçam o fruto do guaraná, discutir sobre os benefícios do mesmo.

7° momento: para encerrarmos a oficina será servido uma garrafinha de guaraná.

Esta atividade pode ser aplicada em 2 aulas de 50 minutos. Interdisciplinariedade: História, Arte, Língua Portuguesa

CÉLESTIN FREINET

Colégio Estadual Wolff Klabin – Ensino Fundamental, Médio, Normal e Profissional


Curso de formação de Docentes da Educação Infantil e dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental

ALUNA: Luciandréa de Camargo – Nº 27 – 3º N.A

ATIVIDADE AVALIATIVA “7” – CÉLESTIN FREINET

1 – Freinet se inscreve, historicamente, entre os educadores identificados com a corrente da Escola Nova, realize uma pesquisa sobre essa corrente:

Escola nova

Escola Nova é um dos nomes dados a um movimento de renovação do ensino que foi especialmente forte na Europa, na América e no Brasil, na primeira metade do século XX. "Escola Ativa" ou "Escola Progressiva" são termos mais apropriados para descrever esse movimento que, apesar de muito criticado, ainda pode ter muitas idéias interessantes a nos oferecer.

Os primeiros grandes inspiradores da Escola Nova foram o escritor Jean-Jacques Rousseau (1712-1778) e os pedagogos Heinrich Pestalozzi (1746-1827) e Freidrich Fröebel (1782-1852). O grande nome do movimento na América foi o filósofo e pedagogo John Dewey (1859-1952). O psicólogo Edouard Claparède (1873-1940) e o educador Adolphe Ferrière (1879-1960), entre muitos outros, foram os expoentes na Europa.

No Brasil, as idéias da Escola Nova foram introduzidas já em 1882 por Rui Barbosa (1849-1923). No século XX, vários educadores se destacaram, especialmente após a divulgação do Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova, de 1932. Podemos mencionar Lourenço Filho (1897-1970) e Anísio Teixeira (1900-1971), grandes humanistas e nomes importantes de nossa história pedagógica.

Um conceito essencial do movimento aparece especialmente em Dewey. Para ele, as escolas deviam deixar de ser meros locais de transmissão de conhecimentos e tornar-se pequenas comunidades.

Lourenço Filho nos fala sobre a escola que Dewey dirigia no final do século passado, na Universidade de Chicago: "As classes deixavam de ser locais onde os alunos estivessem sempre em silêncio, ou sem qualquer comunicação entre si, para se tornarem pequenas sociedades, que imprimissem nos alunos atitudes favoráveis ao trabalho em comunidade." (Lourenço Filho. Introdução ao estudo da Escola Nova. São Paulo : Melhoramentos, 1950. p. 133.)

O suíço Claparède - que teve grande influência sobre Piaget - defendia a idéia da escola "sob medida", mais preocupada em adaptar-se a cada criança do que em encaixar todas no mesmo molde. Ferrière e outros pedagogos, como o belga Decroly (1871-1932), insistiam que o interesse e as atividades dos alunos exerciam um grande papel na construção de uma "escola ativa". No trabalho de Ferrière como pedagogo, por exemplo, os passeios e o trabalho em equipe eram especialmente valorizados.

A Escola Nova recebeu muitas críticas. Foi acusada principalmente de não exigir nada, de abrir mão dos conteúdos tradicionais e de acreditar ingenuamente na espontaneidade dos alunos. A leitura das obras e a análise das poucas experiências em que, de fato, as idéias dos escolanovistas foram experimentadas com rigor mostram que essas críticas são válidas apenas para interpretações distorcidas do espírito do movimento.

Apesar de todo o seu sucesso, a Escola Nova não conseguiu modificar de maneira significativa o modo de operar das redes de escolas e perdeu força sem chegar a alterar o cotidiano escolar.

Hoje, quando continuamos a buscar rumos para nossa educação, as idéias e experiências dos autores da Escola Nova, mesmo que contenham algumas concepções ultrapassadas ou ingênuas, podem continuar nos servindo como fonte de prazer literário e de inspiração pedagógica.



FONTE: http://www.educacional.com.br/glossariopedagogico/verbete.asp?idPubWiki=9577

sábado, 3 de setembro de 2011

ANTONIO GRAMSCI

Colégio Estadual Wolff Klabin – Ensino Fundamental, Médio, Normal e Profissional


Curso de formação de Docentes da Educação Infantil e dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental

ALUNA: Luciandréa de Camargo – Nº 27 – 3º N.A

ATIVIDADE AVALIATIVA “6” – ANTONIO GRAMSCI



‘... Você concorda com ele ou considera equivocada a tese de que a cultura distancia o homem da natureza? Ou será possível conciliar as duas correntes de pensamento? ”:


Sempre ao discutirmos questões referentes à educação, reportamo-nos a educar pessoas que não são homogêneas, logo nenhum método, forma, pedagogia, linha de pensamento será única e exclusiva, não existem fórmulas prontas no processo de educar, coerente é que professores pedagogos, ou seja, todos os envolvidos no processo de educar conheçam todas as formas, porém é na prática que se faz necessário um mesclar de idéias e pensamentos, adaptando da melhor forma com o intuito único de promover a aprendizagem.

É possível e necessário conciliar tais pensamentos sim, precisamos de exemplos, de pessoas que nos apontem nortes, precisamos de experiência e vivências para assim evoluirmos, não podemos ficar a margem do caminho esperando um dia que as coisas aconteçam, precisamos buscar, aprimorar, evoluir, afinal o mundo em que vivemos exige tal posicionamento.

No entanto, um indivíduo se torna apto para a sociedade, não só de conhecimentos que lhe são incutidos, mas também de seu próprio amadurecimento diante das idéias, de seu autoconhecimento, um individuo completo é aquele que primeiro amadurece seus pensamentos, suas idéias de forma centrada e objetiva, logo reflete isso no meio que este inserido, tomando posicionamentos e atitudes sensatas.

Aprendizado ocorre de um conjunto, fatores internos e externos, cada pessoa possui um ritmo próprio, e esse despertar, mais cedo ou mais tarde torna-se irrelevante se quando ocorrer, encontrar pessoas/professores preparados para mediar essa tomada de consciência por parte do aluno, fornecendo-lhe ferramentas para que se torne um adulto pensante e atuante me seu meio.



sábado, 20 de agosto de 2011

ANTON MAKARENKO

Colégio Estadual Wolff Klabin – Ensino Fundamental, Médio, Normal e Profissional

Curso de formação de Docentes da Educação Infantil e dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental

ALUNA: Luciandréa de Camargo – Nº 27 – 3º N.A

ATIVIDADE AVALIATIVA “5” – ANTON MAKARENKO

‘... Será que as crianças e jovens atuais conhecem de fato o significado de grupo? Ou a idéia de coletivo é abstrata? Os jovens se sentem responsáveis pela escola e pelo bem estar de seus colegas? Estamos realmente educando para a colaboração e a solidariedade? Estamos sendo permissivos demais? Como atingir o equilíbrio entre limites e liberdade? Após ter refletido as questões acima, organize 5 sugestões de como você trabalharia a questão de limite em sala de aula”:

• Reaproximação com os pais, buscando parcerias através de encontros, palestras, reuniões, troca de experiências com outros pais, fortalecendo-os para exercer a educação moral em casa,

• Escola (professor, diretor, coordenador) devem se mostrar coesos e transparentes, trabalhando dentro de um espírito de equipe e fazendo valer normas e regras para todos sem distinção, essa postura gera confiança, o aluno percebe uma escola séria, bem definida e passa a respeitá-la.

• Professores bem formados, que dominam conteúdo, com bom relacionamento com os alunos, com muita didática e autoridade, mas, sem deixar de ser afetuoso e respeitoso,

• Aluno entender a conseqüência de seus atos: se pichou uma parede, deve pintá-la, quebrou uma carteira, deve consertá-la


• Não estigmatizar alunos, trazer o “aluno problema” para perto, atribuir-lhe funções, solicitar sua ajuda, incentivá-lo, mostrando ao próprio aluno o seu lado bom de estudante, mostrando que o mesmo pode ser útil,

• Diálogo sempre!

ALEXANDER S. NEILL

Colégio Estadual Wolff Klabin – Ensino Fundamental, Médio, Normal e Profissional

Curso de formação de Docentes da Educação Infantil e dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental

ALUNA: Luciandréa de Camargo – Nº 27 – 3º N.A

ATIVIDADE AVALIATIVA “4” – ALEXANDER S. NEILL
‘... Você concorda com essa linha de pensamento? Acredita que a criança não precisa do acompanhamento de uma pessoa mais experiente para seu desenvolvimento? Elabore um texto justificando sua resposta”:



Todos nós precisamos “de algo” ou “alguém que nos direcione, a grande questão é não exagerarmos nos extremos, não se pode abandonar por completo o aluno esperando o despertar de seus interesses, mas também não podemos impor formas rígidas e tradicionais na educação, assim como em todos os outros setores da vida do homem, da sociedade, vale o bom senso, a mediação, o mesclar, mesclar de formas, idéias e maneiras.

Concordo que as crianças nascem abertas ao novo, são sensatas, são realistas, boas e criativas, porém a maioria começa a ser podada pelo adulto que lhe incute a idéia de que ela possui barreiras, que ela não pode, bitolando-a, alienando-a, onde esta criança acaba por descobrir o medo e o sentimento de inferioridade, tornando-se cada vez mais dependente de pessoas que lhe digam o que fazer.

O bom professor sabe disso, sabe trabalhar saindo e entrando de cena quando preciso for, respeita a individualidade, as diferenças e o modo de pensar de seus alunos, cria situações que sempre favorecem seu alunado, fazendo-os sentirem-se capazes, mais do que uma pessoa experiente, o aluno precisa de uma pessoa sensata ao seu lado.

PLANO DE TRABALHO - ciclo do Café no Paraná

ESTÁGIO SUPERVISIONADO /PLANO DE TRABALHO


ALUNA: Luciandréa de Camargo – Nº 27 – 3º N.A

PLANO DE TRABALHO/REGÊNCIA

ESCOLA: Terezinha de Jesus Barreto
TURMA: 4º ano
ÁREAS DO CONHECIMENTO: Linguagem oral e escrita, Estudos da Natureza e Sociedade e arte
CONTEÚDO: Ciclo do Café no Paraná
OBJETIVOS:
• Conhecer sobre o café (planta, grão e o processo pelo qual passa até chegar aos nossos lares)
• Assimilar fatores que ocasionaram o ciclo do café
• Perceber as regiões povoadas pelo ciclo
• Refletir sobre conseqüências deste ciclo na região
DESENVOLVIMENTO
Iniciarei minha aula mostrando aos alunos um pé de café, questionando:



• Quem conhece?

• Que planta é?
Mediante as respostas obtidas caso não sejam corretas, informarei que se trata de um pé de café.
Na sequência mostrarei: o grão do café, a peneira que se utiliza para limpa-lo, o torrador e o pó do café em si, explicando resumidamente o processo desde o plantio, colheita até chegar as nossas casas, questionando:
• Quem gosta de tomar café?
• Pessoas da família costumam tomar um cafezinho? Em que horário?
• Quais as marcas de café que podemos encontrar nos supermercados ou que as famílias utilizam?
Convidarei os alunos a assistirem o vídeo/documentário: “Café passado agora”:


Após assistirmos o documentário, faremos através de uma roda de conversa, questionamentos:

• Do que fala o documentário?
• Quem são as pessoas que aparecem no documentário?
• Porque as pessoas vieram plantar café aqui no Paraná?
• Qual o fator importante que acabou prejudicando a plantação e desmotivando a muitos trabalhadores rurais?
• Com a perda das plantações do café, o que ocorreu com as pessoas do campo? Por quê?
• As pessoas que ficaram iniciaram outras culturas, quais foram?
Em seguida, entregarei um texto informativo, impresso, aos alunos, faremos a leitura por parágrafos, explicando se necessário, as duvidas e questionamentos que possam surgir, como por exemplo, o significado da palavra “ciclo” (Um período, tempo, em que o café era a plantação mais importante e lucrativa). O texto será anexado ao caderno do aluno.
TEXTO: Ciclo do Café

Durante muito tempo, o café foi à atividade econômica mais importante não só para o Paraná como também para o Brasil.
A plantação de café no Paraná teve início em 1920, mas só em 1960 é que nosso Estado liderou a produção de café no País.
Desde a época em que o Brasil pertencia a Portugal, o café já era a maior riqueza do país. Porém, só com a descoberta da terra roxa, no norte do Paraná, é que a lavoura cafeeira realmente ganhou um grande impulso.
A vinda de agricultores paulistas e mineiros, para explorar as regiões de solo de terra roxa, fez com que o norte paranaense fosse sendo, aos poucos, ocupado.
Essa ocupação ocorreu em três fases. Na primeira delas, que durou de 1860 a 1920, foi ocupado o chamado Norte Velho, compreendendo a divisa nordeste com o Estado de São Paulo indo até a cidade de Cornélio Procópio.
Cidades como Jacarezinho, Tomazina, Santo Antonio da Platina foram fundadas nessa época.
A segunda fase, conhecida como Norte Novo de 1920 a 1950, fez a ocupação de Cornélio Procópio até o Rio Ivaí. Nesse período foram fundadas as cidades de Londrina, Cambé, Rolândia, Maringá e Apucarana.
Na ultima fase, denominada Norte Novíssimo (de 1950 a 1960), foi povoada a região entre os rios Piqueri e Ivaí, com a fundação de cidades como Umuarama, Xambrê, Rondom e Cruzeiro do Oeste.
Com o café, surgiram novas indústrias, houve um aumento da imigração, com estrangeiros de várias nacionalidades, vindo trabalhar na lavoura, além de terem surgido novas estradas, para auxiliar o transporte da produção.
CURIOSIDADE: Terra roxa é um tipo de solo muito fértil, adequado para o cultivo de café.

Fonte = EITEL, Lucia da Silva, Conhecendo o Paraná, editora Ática.

Para a próxima etapa será feita as atividades para assimilação do conteúdo trabalhado.
1)Hoje aprendemos sobre o Ciclo do Café no Paraná, baseado nas informações, documentário e texto vamos agora resolver a cruzadinha abaixo?

HOJE APRENDEMOS SOBRE O CICLO DO CAFÉ NO PARANÁ, BASEADO NAS INFORMAÇÕES, DOCUMENTÁRIO E TEXTO VAMOS AGORA RESOLVER A CRUZADINHA ABAIXO:


1) Atividade econômica mais importante durante muito tempo no Paraná:
2) Com os plantios de café surgiram novas:
3) Cidade fundada nesta época da 1º fase:
4) Cidade fundada na época da 2º fase:
5) Região ocupada no Paraná para plantação de café:
6) Com o café surgiram novas________para auxiliar no transporte da produção
7) Tipo de terra boa para plantação do café:
8) Na ultima fase conhecida como norte novíssimo fundou-se a cidade de:
9) Com o café houve um aumento da:
10) A ocupação da região norte ocorreu em 3:
11) O café era a maior _____ do País.


Após tempo para realização da atividade farei a correção no quadro negro com a participação dos alunos

2) Conduzirei a segunda atividade que será uma síntese coletiva, esta será registrada por mim no quadro negro e pelos alunos no caderno.
3) Complementando o conteúdo mostrarei a imagem da obra “O café” de Candido Portinari aos alunos para que possam observar a cena de uma colheita típica de café. Em seguida os alunos farão uma releitura da mesma, aproveitando o momento informarei dados sobre o autor.

• Em 1903 - Nasce em Brodósqui (Brodowski), perto de Ribeirão Preto, interior de São Paulo, no dia 13 de dezembro, filho de imigrantes toscanos que trabalhavam na lavoura de café.

• Em 1935 obtém seu primeiro reconhecimento no exterior, a Segunda menção honrosa na exposição internacional do Carnegie Institute de Pittsburgh, Estados Unidos, com uma tela de grandes proporções intitulada O CAFÉ, retratando uma cena de colheita típica de sua região de origem.
• Em 1962 morre no Rio de Janeiro, em 6 de fevereiro em conseqüência da progressiva intoxicação

Para encerrarmos o assunto será servido um café cremoso para os alunos.

RECURSOS
Pe de café, semente(grao de café), torrador, peneira, pó de café, cartaz, datashow, vídeo, texto, quadro negro, caderno, lápis de cor, giz de cera, canetinhas, obra de Candido Portinari, café cremoso.
AVALIACAO = Será concomitante.
REFERENCIA
• Caderno Pedagógico - SME - Telêmaco Borba - Pr.
• EITEL, Lucia da Silva, Conhecendo o Paraná, Ed, Atica – SP
• www.youtube.com\ http://youtu.be/QaRkbIE7GdA - Cafe passado agora
• http://www.culturabrasil.org/portinari.htm



LEMBRANCINHA:








Produção de Texto na alfabetização: História em sequencia "Chapeuzinho Vermelho"

O aluno pode recortar e colar na sequencia correta, em seguida começa a escrever ao lado de cada quadro a história .

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Projeto “Vivendo Valores na Escola"

PESSOAL! Achei interessantíssimo esta idéia do blog :http://partilhandosugestoesescolares.blogspot.com/2011/08/projeto-vivendo-valores.html
Nos dias atuais percebe-se a grande necessidade de trabalharmos os valores que se perderam e continuam a se perder com nossos alunos, façamos nossa parte...então mãos à obra
Luciandréa Camargo


Objetivos:


• Refletir os valores humanos na prática do dia a dia;

• Refletir sobre posturas mentais e atitudes de nosso comportamento;

• Solucionar problemas sociais de forma humana, coerente e equilibrada;

• Promover um clima de respeito e amizade entre todos na escola.



Desenvolvimento:

Será desenvolvido um valor humano por mês:

• Abril- Amor

• Maio- Limpeza

• Junho- Responsabilidade

• Agosto- Organização

• Setembro- Respeito

• Outubro- Paz

• Novembro- Cooperação

• Dezembro- União

Serão desenvolvidas atividades que despertem a reflexão de cada valor trabalhando através de construção de murais, poesias, músicas, leituras diversas, criação de frases pelas crianças, gincanas e pesquisas extra classe, redações abordando os temas.



Avaliação:

Será feita através da participação dos alunos em todas as atividades desenvolvidas, verificando-se os comportamentos e ou mudanças de relacionamento com o outro.



Interdisciplinaridade:

Todas as atividades serão trabalhadas de acordo com o projeto e objetivos específicos de cada disciplina, integrando-os de forma a se complementarem no decorrer do ano letivo.

Lúcia Margarete Rodrigues





terça-feira, 16 de agosto de 2011

Universidades abrem matrículas para professores do Programa da Vizivali

PORÉM TAIS MATRÍCULAS SÓ ESTÃO DISPONÍVEIS PARA PROFESSORES ATUANTES, SE VOCÊ ESTÁ NA MESMA SITUAÇÃO DEIXE SEU EMAIL, PRECISAMOS FAZER ALGO, NÃO PODEMOS DEIXAR QUE ACONTEÇA ESSA EXCLUSÃO!
"Não pude me inscrever nesta primeira chamada do caso Iesde/Vizivale, percebo uma discriminação enorme, qual é o argumento que me torna impossibilitada de cursar Pedagogia nessa primeira chamada? Não estou atuando, AINDA, mas caso queira, me é de direito também esta complementação, e junto com os demais professores, pois quando cursei Normal superior, não existiam separações de professor/não professor, nem mesmo quando efetuava o pagamento de minhas mensalidades, portanto devo ter os mesmo direitos de cursar tal complementação neste primeiro instante"


_____________DIVULGUE-SE_____________







sábado, 13 de agosto de 2011

Evite Plágio!

PLANO DE AULA CIÊNCIAS: O homem e as relações presentes na natureza: ar

METODOLOGIA ENSINO DE CIÊNCIAS

ALUNAS: Luciandréa Camargo e Jacqueline Evangelista – 3º N.A
TURMA: 3º série do 2º ciclo

CONTEÚDO: O homem e as relações presentes na natureza: ar

OBJETIVOS:

• Perceber a presença do ar,

• Entender a diferença de gás carbônico e oxigênio no processo da respiração

• Vivenciar o ar em movimento através de exemplo (ventilador)

• Compreender a existência do ar em forma cientifica

• Demonstrar o conhecimento alcançado através de registro de experiências

DESENVOLVIMENTO
Iniciaremos entregando um balão para cada aluno encher, após faremos questionamentos:


  • O que fez o balão encher? R: Ar
  • De onde vem o ar? R: dentro do corpo, e que esse gás recebe o nome de gás carbônico, usaremos um cartaz para inserir o conteúdo ar, explicando processo de respirar/inspirar.

Questionaremos outras situações onde podemos perceber a presença do ar (empinar pipa, secar roupa...). Demonstraremos através de um ventilador o vento.

Vento: ar em movimento.

Entregaremos um texto informativo referente ao assunto fazendo uma leitura coletiva, onde aproveitaremos para explicar o termo “atmosfera” que aparece no texto.

TEXTO: EXISTÊNCIA DO AR


A Terra está envolta por uma camada de ar chamada atmosfera. Sem essa camada de ar não seria possível a vida na Terra.

O ar é invisível, não tem forma definida e esta em toda parte: na água, no solo, nos vegetais, no corpo dos animais, no nosso corpo e até dentro dos objetos. O ar puro não tem cor, nem cheiro, nem sabor.

Percebemos a existência do ar através da nossa respiração, do vento, quando ele balança os galhos das árvores e a roupa no varal, quando infla a vela dos barcos ou faz a pipa ficar no alto, ou quando agita os nossos cabelos.

O ar é necessário para a vida das pessoas, dos animais e das plantas.

Obs.: O Planeta está envolvido por uma camada de ar chamada atmosfera, o ar da atmosfera é formado pelos gases nitrogênio, gás carbônico e vapor de água, além de uma quantidade menor de outros gases, a atmosfera protege a Terra do excesso de certos tipos de raios solares prejudiciais ao seres vivos.


Após convidaremos os alunos a realizar a experiência “ O balão que não rebenta”.


Finalizaremos entregando aos alunos uma folha impressa onde irão registrar as experiências realizadas em sala de aula.

ATIVIDADE SOBRE A EXISTENCIA DO AR


ALUNO:______________________________________________________

VOCÊ OBSERVOU ATENTAMENTE AS EXPERIÊNCIAS? VAMOS ESCREVER O QUE ACONTECEU EM CADA UMA DELAS FAZENDO UM DESENHO REPRESENTATIVO:



Experiência de encher o balão

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Experiência “Balão que não rebenta”



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Experiência sobre o ar que você conhece



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RECURSOS: Balão, cartaz, ventilador, texto e atividade impressa



AVALIAÇÃO: Será realizada através da participação e realização das atividades propostas.







IMPORTÂNCIA DA GEOMETRIA

IMPORTÂNCIA DA GEOMETRIA

"Para um sujeito imóvel não há espaço, nem geometria"
(Henri Poincaré - matemático - 1912)

Sua importância consiste em estabeler relações:
  • Estabelecer relações entre forma tradicional X espaço
Ensinar de forma que a criança perceba círculos, retângulos, quadrados no espaço/meio em que esta inserida (sala de aula, escola, rua...)
  • Estabelecer relações na educação Infantil:
É nessa fase que a curiosidade é natural na criança, logo está aberta a novos conhecimentos/aprendizagens, também nesta fase que a criança esta construindo seus conceitos espaciais.
  • Estabelecer Relações com o "mundo":
Toda criança precisa aprender a observar, descrever e representar, uma atividade excelente para desenvolver com os alunos é a brincadeira "Circuito de Obstáculos", gerando um raciocínio para conseguir vencer a brincadeira, logo gera aprendizagem, desta forma o professor consegue que a criança entenda que aquela brincadeira pode ser melhor aproveitada se observar, pensar antes como vencê-la, conseguindo representá-la posteriormente em forma de desenhos (formas geométricas)

Luciandréa Camargo

HENRI WALLON

TEXTO: HENRI WALLON (www.novaescola/grandespensadores)

Colégio Estadual Wolff Klabin – Ensino Fundamental, Médio, Normal e Profissional


Curso de formação de Docentes da Educação Infantil e dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental

ALUNA: Luciandréa de Camargo – Nº 27 – 3º N.A


ATIVIDADE AVALIATIVA “3” – HENRI WALLON



‘... De maneira não tradicional, descreva em breve palavras como isso aconteceria em sala de aula, que procedimentos você realizaria para que a aprendizagem acontecesse realmente”:



• ABRIR ESPAÇO PARA O ALUNO: O aluno deve sentir-se parte do processo escolar, deve ser estimulado a se expressar, deve ser ouvido, entendido dentro do seu modo de expressão, e suas opiniões, sugestões devem ser pensadas e organizadas de modo que possam ser trabalhadas em forma de conteúdo cientifico, é o aluno que nos fornece indícios do que lhe é significativo na aprendizagem.

• AMBIENTE PROPÍCIO: A escola, a sala de aula e o professor, devem preparar-se para fornecer o máximo de situações de aprendizagem e que a escola faça pontes entre o mundo que cerca seu alunado.

• VALORES: Dentro do conceito de interdisciplinaridade, não só teoria, mas na prática efetiva, alunos devem ser vistos não como partes mas como um conjunto, um todo, não só seu intelectual (cérebro) mas corpo, emoção, deve-se brincar, jogar, dramatizar, negociar, debater, expressar, argumentar e acima de tudo o respeito e o pensar no outro deve prevalecer ao se ensinar



É nítido que o pensar no outro numa sociedade capitalista, onde os que colocamos no poder só pensam e agem em função de seus interesses, acabam por refletir na educação, um professor não valorizado, resulta infelizmente muito das vezes em alguém que não valoriza, mais importante que termos essa consciência é termos a crença de que se prepararmos melhor nossos alunos efetivamente, tornando-os cérebros pensantes e pessoas humanas, num futuro próximo teremos uma sociedade mais justa e igualitária.

EDOUARD CLAPAREDE

TEXTO: EDOUARD CLAPAREDE (www.revistanovaescola/grandespensadores)

Colégio Estadual Wolff Klabin – Ensino Fundamental, Médio, Normal e Profissional


Curso de formação de Docentes da Educação Infantil e dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental

ALUNA: Luciandréa de Camargo – Nº 27 – 3º N.A


ATIVIDADE AVALIATIVA “2” – ÉDOUARD CLAPARÉDE


‘... Faça uma pesquisa sobre a teoria Darwiniana relacionando com a proposta de educação de Edouard Claparede”:



Darwin estudando seu próprio filho, através de observações e anotações, acaba por demonstrar como acontece o desenvolvimento das crianças. Claparede em uma de suas falas concorda com tal procedimento de Darwin dizendo: “para se entender de horticultura precisamos estudar as plantas, então é claro que para entendermos e desenvolvermos crianças precisamos estudá-las.

Uma criança se mostra aberta ao novo, quando este lhe é de seu interesse, cabe então ao professor incitar seus alunos das mais diversas formas de modo que lhe seja interessante e significativo o que será estudado, necessário é que o ambiente seja adequado assim como as plantas que para crescer necessitam de ambientes favoráveis, nutrição e cuidados.

A escola deve estar relacionada à vida, devemos criar pontes entre o conteúdo de sala de aula e o mundo que cerca a criança, aquele que lhe tem significado. Somos sujeitos ativos, se uma escola propõe ensino de forma tradicional, condicionando, podando seus alunos, com certeza será levada ao fracasso, precisamos ensinar nossos alunos de forma diferenciada, seja pela musica, pelo jogo, pelas brincadeiras, pelo teatro, pela experimentação, ou seja, pelo movimento, afinal na vida adulta este mesmo aluno encontrará um mundo em movimento, onde ou se adapta ou se fica a margem da sociedade.

Num futuro não muito distante podemos pensar que as salas de aulas de hoje estarão extintas, afinal não se consegue ensinar de modo igual pessoas diferentes, em níveis e dificuldades de aprendizagem diferenciadas, teremos muito mais salas das que hoje se despontam (sala de classe especial, sala de estudos complementares, sala de recursos, etc.), vindo então de encontro com o pensamento de Claparede.

Para viver precisamos nos adaptar, o papel da escola é preparar alunos que se percebam em interação com o outro e com o mundo, entendendo que o mundo é movimento.







OVIDE DECROLY

TEXTO: OVIDE DECROLY (www.revistanovaescola/grandespensadores)

Colégio Estadual Wolff Klabin – Ensino Fundamental, Médio, Normal e Profissional

Curso de formação de Docentes da Educação Infantil e dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental

ALUNA: Luciandréa de Camargo – Nº 27 – 3º N.A


ATIVIDADE AVALIATIVA “1” - ÓVIDE DECROLY



“... e você o que acha? A melhor forma de a escola se organizar é mesmo por meio dos interesses dos alunos?”



Ao ensinarmos PARA os alunos, natural é que os mesmos nos informem o que lhes é necessário aprender para a sua evolução.

Crianças não possuem a MATURIDADE necessária para ORGANIZAR tais interesses, a partir disto estabelece-se uma PARCERIA entre aluno/professor/escola, cabe a escola a sensibilidade de organizar os interesses de seus alunos, para que não ocorra um fracasso escolar neste processo.

Professores que criticam esta forma, talvez não saibam como se portar diante de uma situação diferente do tradicional, onde o autoritarismo e o papel do professor sempre foram principais, é difícil para muitos professores “sair de cena”, por questões várias podendo citar o despreparo para uma situação nova ou até mesmo sua auto estima.

O aluno que se sente parte e responsável por suas escolhas torna-se um cidadão que saberá escolher seus governantes, por exemplo, e uma vez sentindo-se responsável fará sua parte objetivando uma constante melhora no mundo em que vive.

Quanto à aprendizagem, devemos mesclar alfabetização com letramento, o novo com o tradicional e para que os resultados satisfatórios aconteçam o objetivo maior deve ser sempre o desenvolvimento do aluno.

Aprendemos, entendemos aquilo que nos é importante, que nos interessa e professores devem entender isso, criando situações reais e significativas ao ensinar, com elementos concretos e reais. E que ao avaliar saibam perceber as diferentes formas que um aluno pode expressar sua aprendizagem: corpo, desenho, etc, embasado no entendimento que alunos não são iguais, logo não respondem igualmente.

Interdisciplinaridade é para ser usada, explorada, diria até abusada e brincar e jogar devem ser ferramentas fundamentais para o processo de aquisição de conhecimento.

Nós adultos e professores devemos cuidar para que um aluno ao chegar as nossas mãos, sedento de curiosidades, espontâneo, aberto ao novo não acabe por ser “moldado”, introduzido numa forma chamada escola e acabe por ser sacrificado, tornando se mais um número na triste estatística da educação que não deu certo.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

A IMPORTÂNCIA DO TEATRO NA ESCOLA

METODOLOGIA ENSINO DE ARTE


ALUNA: Luciandréa Camargo – Nº 27 – 3º N.A

A IMPORTÂNCIA DO TEATRO NA ESCOLA

A escola é, ou pelo menos deveria ser um espaço de promoção de conhecimento e aprendizagem, dentro deste conceito, entende-se que o teatro é fundamental para o desenvolvimento do aluno, auxiliando em seu crescimento tanto cultural quanto em sua formação como individuo.

É do homem a necessidade de representar, representar suas alegrias, suas tristezas, seu contentamento e descontentamento com algo ou alguma coisa, na escola não é diferente, utilizamos, tal técnica de forma didática e pedagógica com o intuito de transmitir saberes, por outro lado, os alunos ao encenarem, assimilam conhecimento e aprendem a expor sentimentos, angustia e anseios.

Segundo ARCOVERDE, Silmara Lídia Moraes em seu artigo: “A importância de se trabalhar com o teatro na sala de aula”, “... cabe ao professor não apenas fazer os alunos assistirem as peças, mas representá-las, inclui uma série de vantagens obtidas, o aluno aprende a improvisar, desenvolve a oralidade, a expressão corporal, a impostação de voz, aprende a se entrosar com as pessoas, desenvolve o vocabulário, trabalha o lado emocional, desenvolve as habilidades para as artes plásticas (pintura corporal, confecção de figurino e montagem de cenário), oportuniza a pesquisa, desenvolve a redação, trabalha a cidadania, religiosidade, ética, sentimentos, interdisciplinaridade, incentiva a leitura, propicia o contato com obras clássicas, fábulas, reportagens; ajuda os alunos a se desinibirem-se e adquirirem autoconfiança, desenvolve habilidades adormecidas, estimula a imaginação e a organização do pensamento.”

Enfim, são incontáveis as vantagens em se trabalhar o teatro em sala de aula, afinal a atuação é o meio pelo qual nos relacionamos com o outro. Vários são os tipos de teatro, como teatro de máscaras, de fantoches, de varas, de sombras e a pantomima, esses tipos são ricos em qualidade e em materiais utilizados, pois podem ser feitos com material reciclado.

Aprender é uma atividade útil e necessária, porém somente a diversão é absolutamente agradável, se nós professores conseguirmos unir o ato de aprender e o ato de divertir, a sala de aula será um local mais propicio para uma aprendizagem prazerosa.

REFERÊNCIAS

• REVERBEL, O. Um caminho do teatro na escola. Minas Gerais: Scipione, 1989.

• Blog: Escola Estadual Paulo freire: Teatro na escola

terça-feira, 26 de julho de 2011

Augusto Cury

"Os professores fascinantes se atualizam constantemente e descobrem ferramentas pedagógicas capazes de provocar impactos emocionais nos alunos para estimular o desenvolvimento da inteligência. Sabem que sua marca é a paixão, a garra, o entusiasmo.".


(Augusto Cury)

quarta-feira, 6 de julho de 2011

PLANO AULA VERBOS 3º SÉRIE

ESTÁGIO SUPERVISIONADO /PLANO DE TRABALHO


ALUNA: Luciandréa de Camargo – Nº 27 – 3º N.A



PLANO DE TRABALHO/REGÊNCIA

ESCOLA: D. PEDRO I

TURMA: 3º ano

ÁREAS DO CONHECIMENTO: Linguagem oral e escrita

CONTEÚDO: Reconhecimento da presença em produções textuais e domínio ortográfico dos: verbos

OBJETIVOS:

• Desenvolver atenção e concentração

• Entender o conceito de verbo e o seu uso

• Reconhecer verbos em diferentes atividades

DESENVOLVIMENTO

Iniciarei a aula convidando os alunos a assistirem a musica Aquarela de Vinicius de Moraes e Toquinho:

Aquarela (Toquinho e Vinicius de Moraes)



Numa folha qualquer eu desenho um sol amarelo

E com cinco ou seis retas é fácil fazer um castelo

Corro o lápis em torno da mão e me dou uma luva

E se faço chover com dois riscos tenho um guarda-chuva

Se um pinguinho de tinta cai num pedacinho azul do papel

Num instante imagino uma linda gaivota voar no céu



Vai voando contornando

A imensa curva Norte-Sul

Vou com ela viajando

Havaí, Pequim ou Istambul.

Pinto um barco a vela branco navegando

É tanto céu e mar num beijo azul

Entre as nuvens vem surgindo

Um lindo avião rosa e grená

Tudo em volta colorindo

Com suas luzes a piscar

Basta imaginar e ele está partindo

Sereno indo

E se agente quiser

Ele vai pousar



Numa folha qualquer eu desenho um navio de partida

Com alguns bons amigos bebendo de bem com a vida

De uma América outra consigo passar num segundo

Giro um simples compasso e num círculo eu faço o mundo

Um menino caminha e caminhando chega no muro

E ali logo em frente a esperar pela gente o futuro está



E o futuro é uma astronave

Que tentamos pilotar

Não tem tempo nem piedade

Nem tem hora de chegar

Sem pedir licença muda nossa vida

E depois convida a rir ou chorar

Nessa estrada não nos cabe

Conhecer ou ver o que virá

O fim dela ninguém sabe

Bem ao certo onde vai dar

Vamos todos juntos numa linda passarela

De uma aquarela que um dia enfim

Descolorirá

Numa folha qualquer eu desenho um sol amarelo

Que descolorirá

E com cinco ou seis retas é fácil fazer um castelo

Que descolorirá

Giro um simples compasso e num círculo eu faço um mundo

Que descolorirá

E se faço chover com dois riscos tenho um guarda-chuva

Que descolorirá



Em seguida entregarei a letra da música impressa para os alunos, explicarei que na letra da musica existem lacunas, espaços vagos que terão de ser preenchidos por eles, por isso precisam prestar bastante atenção na letra da musica, ouviremos a musica novamente, se necessário ouviremos mais vezes até que os alunos completem as lacunas, farei a correção lendo em voz alta dando ênfase nas palavras que indicam ações. Após a correção explicarei que as palavras que eles preencheram no caderno e no cartaz expressam uma ação, e que essas ações recebem um nome: VERBO, exemplificando uma a uma, como por exemplo:

• Desenho é uma ação do verbo desenhar

Pedirei para que os alunos colem no caderno a letra da musica e copiem o texto que passarei no quadro negro.

TEXTO:

VERBOS

São palavras dentro de uma frase que expressam ações



Exemplo: João escova os dentes



Alguns verbos podem expressar:



Estado: Exemplo: Rafael esta feliz



Fenômenos da natureza: Exemplo: Ontem choveu



Ao término dessa atividade, farei a leitura do texto escrito no quadro negro e aplicarei a primeira atividade:



Farei a correção individualmente e pedirei para que colem a atividade no caderno.
1º ATIVIDADE
2º ATIVIDADE
3º ATIVIDADE
4º ATIVIDADE

O CEBOLINHA E O CASCÃO VIVEM APRONTANDO COM A MÔNICA, PODEMOS OBSERVAR NO DESENHO QUE ELES ESTÃO TENTANDO FUGIR, JÁ APRENDEMOS QUE FUGIR É UM VERBO, ENQUANTO ELES TENTAM FUGIR VAMOS ENCONTRAT OS 7 ERROS?

5º ATIVIDADE

Cada aluno recebera uma cartela que contem palavras que expressam ações - verbos, explicarei a dinâmica da brincadeira, os alunos farão a marcação com lápis de cor, ganha aquele que preencher toda a cartela – “cartela cheia”, gritando a palavra: Bingo!



Abaixo está a sua cartela de bingo, nela estão escrito vários verbos, vamos prestar atenção na palavra sorteada pela professora, se você tem essa palavra em sua cartela escolha um lápis de cor e marque com um X na palavra, ganha o bingo quem marcar todos os verbos primeiro, você está sentindo que está com sorte? Vamos lá e boa sorte!



BINGO DOS VERBOS

RECURSOS: TV, Cd, Pen Drive, música, filme, atividades impressas, lápis de cor, cartaz, quadro negro, caderno e cola



AVALIAÇÃO: Será feita através da observação da participação dos alunos nas atividades propostas



REFERÊNCIA

• Caderno Pedagógico – Ensino Fundamental, SME – 2008

• www.webpicasa – atividades escolares, extraído em 28/05/2011

• BAKHTIN, M. Estética da criação verbal. 2. Ed. São Paulo, 1997

quarta-feira, 22 de junho de 2011

HERBERT SPENCER

 DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO/PROJETO


ALUNA: Luciandréa Camargo – Nº 27 – 3º N.A



ATIVIDADE AVALIATIVA 07: HERBERT SPENCER



1 – “A educação deve formar seres aptos para governar a si mesmos e não para ser governados pelos outros”. Explique:



A pessoa bem instruída não se deixa governar pelos outros, sabe ouvir, analisar, interpretar, tomando assim sua decisão, sabe pensar por si só, sem a interferência de outros. Todavia nossa realidade aponta questionamentos em quanto à escola, nos dias atuais, realmente forma pessoas críticas e pensantes, infelizmente educação vem atrelada a política, ao governo e é claro que entre a teoria de formar pessoas pensantes e a prática desta formação existem divergências, pois existem conflitos de interesses, até onde nossos governantes realmente desejam governar pessoas críticas? Sabemos dos muitos professores que realmente abraçam o exercício de educar, e cumprem com seu papel mesmo diante de tantas adversidades, mas estes são a minoria, a maioria dos educadores já se deixaram desanimar, diante da falta de consideração pelos mesmos, em questão de salário, jornada, e outros direitos, falta de respeito pelos alunos, falta de respeito pela sociedade por parte de nossos políticos, que nada fazem para mudar este quadro, afinal, o propósito é este mesmo, quebrar com a força de luta do professor, refletindo assim no aluno, fazendo com que a situação continue favorável somente a aqueles que governam, sabemos que nada mais tranqüilo é, do que governar pessoas que aceitam tudo, sem questionar, satisfazendo-se com uma “bolsa família” no final do mês.



2 – Defina “Evolucionismo”:

São as transformações que ocorrem com os seres vivos através das alterações do meio ambiente, com essa evolução os seres vivos vão ganhando novas características ao longo do tempo. Tal conceito vai além de uma teoria científica, a partir deste, nada mais é considerado estável.

domingo, 19 de junho de 2011

Programa Vizivali - Cadastramento até 30/06/2011

Programa Vizivali - Cadastramento até 30/06/2011




Cadastramento dos Egressos do Programa de Capacitação – VIZIVALI, que não se inscreveram no prazo determinado.



O governo do Estado do Paraná tem se dedicado com grande empenho na busca de uma solução definitiva para a situação que envolve os Professores do Estado, egressos do Programa de Capacitação para Docência dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental e da Educação Infantil, ofertado pela Faculdade Vizinhança Vale do Iguaçu – VIZIVALI, os quais, há quase oito anos, esperam um desfecho para o caso.



Desta forma, foi constituído um grupo de trabalho que levantou, num primeiro momento, todos os elementos disponíveis, incluindo a realização de um “CADASTRO” que teve como objetivo quantificar e conhecer a situação acadêmica e funcional de cada egresso do referido Programa, à época e atualmente, estivesse ele(a) atuando ou não como Professor(a) regente em sala de aula.



O mencionado Cadastro esteve disponível no Portal Dia-a-Dia Educação do Paraná entre os dias 20/05/2011 e 05/06/2011. Contudo, apesar da divulgação sobre os prazos de cadastramento, recebemos inúmeros telefonemas de egressos do Programa supranominado justificando que não o realizaram, por vários motivos.



Ao entendermos que as dificuldades de comunicação ainda estão presentes em nosso meio, decidimos que esses egressos poderão se cadastrar pessoalmente nos Núcleos Regionais de Educação - NRE. Desta forma, solicitamos o empenho dos NREs, da Secretarias Municpais d Educação, das Escolas Estaduais e Municipais, e também à mídia local, dentre outros meios, para divulgação do referido Cadastro, considerando que será a última chamada. Pedimos ainda o apoio no preenchimento manual do citado “CADASTRO”.





O cadastro é somente para aqueles que não o fizeram, de forma eletrônica no prazo estipulado. Essa última chamada de Cadastramento se encerra, impreterivelmente, dia 30/06/2011. Os interessados deverão ir pessoalmente nos NRE para preencher o Cadastro.



Ressaltamos que, em campo específico do Formulário, o candidato deve justificar os motivos do não preenchimento no prazo determinado. Deve também ficar de posse de uma cópia do Formulário preenchido para eventuais necessidades referentes à confirmação de dados prestados pelo interessado.



O Grupo de Trabalho, constituído para tal finalidade, dedica-se neste momento ao levantamento de dados e informações necessárias ao planejamento das ações que em breve serão anunciadas.