quarta-feira, 19 de outubro de 2011

METODOLOGIA ENSINO EDUCAÇÃO FÍSICA

APÓS A DINÂMICA COM OS OLHOS VENDADOS EM QUADRA, DISCORRER SOBRE O QUE SENTIMOS DURANTE A BRINCADEIRA:

"Privados da visão aguçamos nossos outros sentidos"

Durante a dinâmica, tal privação, mesmo que momentânea, levou-nos a importantes reflexões, afinal o mundo é visual. Na falta da visão precisamos de muita concentração, calma e audição, precisamos tocar, precisamos sentir e o mais importante, precisamos do "outro", em um mundo de pessoas auto suficientes que vivemos, reconhecer isto é sensacional. Incrível como nos sentimos sozinhos, receiosos e despreparados diante do desconhecido e imprevisível.
Neste contexto a palavra chave é "adaptação", nos adaptamos de diferentes formas para viver, e com o deficiente visual não é diferente, ele faz a sua parte, cabe a escola, corpo docente cumprir com a outra parte. Fácil não é, afinal as situações adversas são várias, não possuimos ambientes propícios, sejam eles físicos, pedagógicos, tecnológicos e  humanos até, porém, somos professores e sabemos que resultados satisfatórios acontecem quando nos deparamos, agimos e pensamos com um objetivo único: nosso aluno. Mais do que professores experientes, precisamos de professores sensantos, sensíveis ao "ser humano". Valores devem ser resgatados onde professores e alunos saibam se colocar no lugar do outro.
"Incluir não é "estar junto", mais sim "fazer parte"".

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Livro: Pedagogia do Oprimido

O livro apresenta o Método Paulo Freire, a mais importante proposta pedagógica pensada a partir da realidade do Terceiro Mundo. Apesar dos mais de vinte anos que o separam da primeira edição, o Método mantém atual a avaliação do papel do educador, o vigor de suas perspectivas e sua aplicabilidade. É, por isso memso, obra de referencia, imprescindivel ao estudo da pedagogia
Fonte: http://www.popnews.wordpress.com/, acesso em 28/nov/2010

TEORIA E PRÁTICA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

Olá, amigos, iniciei dia 15/10/11 minha tão esperada complementação em Pedagogia... minha primeira aula foi muito rentável e proveitosa, meu curso de Magistério está se encerrando, então continuarei, se Deus assim o permitir, postando os materiais de meu mais novo curso, espero que lhes seja muito útil de alguma forma,

Abraços

Luciandréa Camargo

"Professor de EJA deve deixar pré conceitos e julgamentos do lado de fora da sala de aula"

"Professor de EJA, cuidado com o verbalizado"

" A educação deve mudar comportamentos"
____________________________
1º Aula

TEORIA E PRÁTICA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS



Profª. Me. Beatriz Beraldo

  • Objetivos de Aprendizagem:

Conceituar e compreender alguns termos da educação de jovens e adultos.
Refletir sobre a história da Educação de jovens e adultos, bem como sua implicação nas práticas pedagógicas desenvolvidas atualmente.

Reconhecer a importância do educador Paulo Freire na EJA.
  • As atividades de Leitura e escrita no Brasil iniciaram com os jesuítas –difundir o evangelho.
  • Que conhecimentos prevaleciam no período colonial?
Conhecimentos sobre o evangelho: Normas de comportamento, ofícios necessários à economia colonial aos indígenas e escravos.
Entretanto, após a expulsão dos jesuítas, pelo Marquês de Pombal, ocorreu uma desorganização do ensino que voltou a ser ordenado no Império.No período imperial pouco foi feito para a educação de jovens e adultos; no final do império 82% da população era analfabetos.A proclamação da República em 1889 e a Constituição Federal de 1891 reforçaram a atribuição da educação elementar como tarefa dos estados e municípios.Essa constituição manteve a exclusão dos adultos analfabetos da participação política pelo voto.

A partir da I Guerra mundial e nas duas décadas seguintes, mudanças significativas aconteceram no cenário educacional:O crescimento no processo de industrialização e urbanização.Preocupação com questões sociais emergentes.Neste contexto criam-se condições favoráveis para o estabelecimento de políticas para a educação de adultos; política de extensão de direitos.



No período de Vargas, em 1930, com a reformulação do papel do estado, os aspectos educacionais passam a ser repensados.A nova Constituição Brasileira (1934) apresentou a ideia de um novo Plano Nacional de Educação.Este Plano firmou de maneira obvia as esferas de capacidade da União –estado como potencializador da educação para todos.Neste Plano Nacional de Educação, o ensino primário se prolongaria para os adultos e tinha um tratamento particular.Passos decisivos foram dados para a colocação da educação de adultos como problema nacional na década de 1940.Foi criado o Fundo Nacional do Ensino Primário e sua implementação em 1945.Criou-se o Serviço de adultos em 1947 e a aprovação de um Plano Nacional de Educação Supletiva, ainda em 1947. Por meio desta estrutura foram promovidas diversas Campanhas contra o analfabetismo:



1.Campanha de educação de adolescentes e adultos.


2.Campanha nacional de educação rural.
 
O fundo dessas campanhas traziam como fundamento político a ampliação das bases eleitorais:



1.Participação pelos votos.


2.Preparação e qualificação da mão de obra exigida pela industrialização.
 
Após a segunda metade da década de 50, as campanhas de alfabetização começam a entrar em declínio por alguns motivos.
  • Crítica ao trabalho realizado.



•A desistência do trabalho voluntário.


•Inexistência de maiores recursos para a continuidade do processo de escolarização.


•Improvisação de professores.
 
As campanhas contribuíram com uma reflexão sobre o analfabetismo;Em 1960 cai para 46,7% o número de analfabetos.Em 1958 aconteceu o Congresso de Educação de Adultos.Nesse congresso disseminou-se as idéias do educador pernambucano Paulo Freire.O educador levanta algumas críticas ao trabalho realizado até então e propõe situações mais adequadas à problemática.As críticas levantadas referiam-se a:



1.Precariedade dos prédios escolares.


2.Inadequação do material didático.


3.Qualificação do professor.
As ideias de Paulo Freire chamavam a atenção para as causas sociais do analfabetismo.Neste sentido, o Congresso significou uma busca intensa por inovações neste terreno.O trabalho deste autor passou a direcionar diversas experiências com a Educação de Adultos, como o Movimento de Educação de Base –Igreja Católica.
Suas principais idéias eram:



1.Realizar uma educação de adultos crítica.


2.O diálogo como princípio educativo.


3.Ascensão dos educandos adultos.
Sua experiência foi um sucesso e ficou conhecida em todo o Brasil, sendo praticada por diversos grupos da cultura popular. Com Paulo Freire um novo paradigma teórico-pedagógico passa a ser disseminado
  • Método de aprendizagem era silábico.

•Juntando as sílabas e formando-as podia-se formar qualquer palavra.No entanto, nesta concepção não se desenvolvia o senso crítico.Não importava entender o que era escrito e o que era lido.O importante era dominar o código
 
Educador e educando devem interagir. São criados novos métodos de aprendizagem. O alfabetizador trabalha a leitura e escrita com o objetivo de proporcionar aos alunos o sentido das mesmas.O trabalho é realizado a partir de temas e palavras geradoras ligadas ás suas experiências de vida.A proposta de Paulo Freire baseia-se na realidade do educando, levando em conta suas experiências, suas opiniões e suas histórias de vida Seu objetivo maior era a alfabetização visando a libertação.Essa libertação não se dá só no campo do cognitivo, mas deve acontecer, essencialmente, nos campos social, cultural e político.Para ele, a visão ingênua que os indivíduos tem da realidade torna-os escravos, na medida em que, não sabendo que podem transformá-la, sujeitam-se a ela.Essa descrença na possibilidade de intervenção na realidade é alimentada pelas cartilhas e manuais escolares, que colocam homens e mulheres como observadores e não como sujeitos ativos desta realidade.
O golpe militar de 1964 encerrou as atividades da Comissão Nacional da Alfabetização encabeçada por Freire e do Programa Nacional de Alfabetização de Adultos
Por outro lado, a Educação de Jovens e Adultos não poderia ser abandonada pelo estado.Não haveria como justificar nacional e internacionalmente um país com altos índices de analfabetismoPor isso, o regime militar criou o Movimento Brasileiro de Alfabetização (MOBRAL).Esse programa foi criado em 1967 e tinha como meta acabar com o analfabetismo em apenas 10 anos.
Com significativos recursos o MOBRAL instalou comissões municipais por todo o país que executavam as atividades de alfabetização.O objetivo de chegar a quase todos os municípios era para atestar às classes populares o interesse do governo pela educação do povo.Neste período o Brasil contava com 33% da população analfabeta e o MOBRAL ampliou sua atuação durante a década de 70.

Entretanto, a crítica pelos níveis de aprendizagem vieram e a dúvida quanto aos indicadores apresentados ampliou seu descrédito, sendo extinto em 1985. No lugar do MOBRAL ficou o ensino supletivo que foi regulamentado em 1985.Este programa foi substituído pela fundação Educar, que contava com poucos recursos para executar sua tarefa.Por isso, em muitos sentidos, a Educar significou a continuidade do MOBRAL
Com o término dos governos militares e a retomada do processo de democratização –diretas já!, estudantes, políticos e professores organizaram-se em prol de uma escola pública e para todos.Assim, houve a possibilidade de ampliação das atividades da EJA.A Constituição Federal de 1988 trouxe grandes contribuições para a EJA:O ensino fundamental obrigatório e gratuito passou a ser direito constitucional também para aqueles que não tiveram acesso na idade própria.As práticas pedagógicas da educação popular, até então, eram desenvolvidas, quase que clandestinamente, por organizações civis ou pastorais da igreja. Com a Constituição de 88 retomaram espaços nos ambientes universitários e passaram a influenciar programas públicosAlém da Constituição de 1988, a carta Magna propunha esforços para em 10 anos alcançar a erradicação do analfabetismo e a universalização do Ensino Fundamental
Esses mecanismos,constituem a base para que nos anos posteriores pudesse vir a ocorrer uma significativa expansão e melhoria do atendimento público da escolarização de jovens e adultos
Contudo, a partir dos anos 90, a EJA começou a perder espaço nas ações governamentais.Com o início do Governo Collor de Melo, a fundação Educar foi extinta e todos os seus funcionários colocados em disponibilidade.Em nome do enxugamento da máquina administrativa, a união foi se afastando das atividades da EJA e transferindo as responsabilidades para os estados e municípios.Neste pacote de medidas foi retirado o mecanismo que facultava às pessoas jurídicas direcionar voluntariamente 2% do valor do imposto de renda às atividades de alfabetização de adultos.Valores esses, que nas duas décadas anteriores haviam financiado o MOBRAL e a Educar.



•Em 1999, por meio do Plano Nacional de Educação adere-se a um paradigma da educação permanente ao longo da vida como um direito a cidadaniaA partir desta visão, os desafios para a Educação de Jovens e Adultos seriam:



1.Erradicar o analfabetismo presente em nossa sociedade.


2.Treinar o enorme contingente de jovens e adultos para o mercado de trabalho.


3.Criar oportunidades de educação permanente.
Essa reforma educacional, iniciada em 1995 tinha como objetivo descentralizar os encargos financeiros com a educação racionalizando o gasto público em favor de um ensino fundamental obrigatório
Dessa forma, os recursos públicos destinados à educação foram distribuídos aos entes governamentais estaduais e municipais de acordo com o número de alunos matriculados no Ensino Fundamental.
Esse mecanismo induziu à municipalização do Ensino Fundamental.Essa distribuição de recursos deixaram três segmentos da educação parcialmente descobertos:
Educação Infantil.



2.Ensino Médio.


3.Educação de Jovens e Adultos.


•Diante dessa realidade a EJA experimentou uma série de dificuldades como aquelas já constatadas no passado.Em Janeiro de 2003, com o início do governo Lula foi anunciado que A Educação de Jovens e Adultos seria uma prioridade de governo.Para isso foi criada a Secretaria Especial de erradicação do analfabetismo.Para alcançar esta meta foi lançado o programa Brasil Alfabetizado.Neste programa a assistência será direcionada ao desenvolvimento de projetos com as seguintes ações:



1.Alfabetização de Jovens e Adultos.


2.Formação de Alfabetizadores
A formação de educadores compreende a formação inicial e continuada.



•O programa está em andamento, por isso, não é possível avaliar se seus resultados foram significativos.
Com o nascimento do FUNDEB –EM 2007, amplia-se a organização e distribuição dos recursos destinados a educação:Se levará em conta a totalidade das matrículas no Ensino Fundamental e se considerará para a Educação Infantil, Ensino Médio e Educação de Jovens e Adultos 1/3 das matrículas no primeiro ano, 2/3 no segundo ano e sua totalidade a partir do terceiro ano.Apesar de muitas vezes não haver continuidade dos programas ou ideias para a erradicação do analfabetismo em nosso país, ao longo dos tempos, a Educação de Jovens e Adultos está sendo sempre buscada, com o objetivo de realmente permitir o acesso à todos na educação, independente da idade.Fica claro o caminho percorrido por esta modalidade até os dias atuais, mas ainda há caminhos a percorrer, é preciso vislumbrar novos horizontes na busca da total erradicação do analfabetismo em nosso país, pois a educação é direito de todos.
Profª. Me. Beatriz Beraldo

PLANO DE AULA - SINAIS DE TRÂNSITO - 2º ANO



PLANO DE AULA MEIOS DE TRANSPORTE - 2º ANO

  ANEXO:

Software Educacional e o processo de ensino e aprendizagem (Sandra Vaz de Lima)

METODOLOGIA DO ENSINO DE CIÊNCIAS


PROFESSORA SANDRA VAZ DE LIMA

TEXTO 1 - 4º BIMESTRE - Software Educacional e o processo de ensino e aprendizagem

Na sociedade do conhecimento os processos de aquisição do conhecimento exige um profissional crítico, criativo, reflexivo e com capacidade de pensar, de aprender a aprender, de trabalhar em grupo e de se conhecer como indivíduo.

O software educacional é todo programa de computador desenvolvido com a finalidade de colaborar com o processo ensino-aprendizagem, baseado em análise e conhecimentos das áreas de Educação e de Informática, auxiliando no processo de mudança na escola, criando ambientes de aprendizagem que enfatizam a construção do conhecimento e não somente a instrução.

Dessa forma, a utilização do computador traz uma nova maneira de representar o conhecimento provocando um redimensionamento dos conceitos básicos já conhecidos e possibilitando a busca e compreensão de novas idéias e valores.

Para tanto, o professor deve ter conhecimento sobre os potenciais educacionais do computador e ser capaz de alternar adequadamente atividades tradicionais de ensino-aprendizagem e atividades que usam o computador, que pode ser usado na educação como máquina de ensinar ou como máquina para ser ensinada, no primeiro consiste na informatização dos métodos de ensino tradicionais; no segundo o o aprendiz constrói, por intermédio do computador, o seu próprio conhecimento.

Com isso, entende-se que as tecnologias não são boas ou más, depende do uso que se faz delas. Assim, os educadores necessitam interagir com a mídia, sendo estimulador e parceiro do processo de ensino e aprendizagem e não somente um transmissor de conhecimento, fazendo adequações pedagógicas e integrando-a ao processo educativo, pois a escola de hoje deve ser problematizadora, desafiadora, formadora de indivíduos pensantes que constroem conhecimento colaborativamente e de maneira crítica.

O software educacional mostra-se eficiente ao apoiar o desenvolvimento do raciocínio lógico das crianças com dificuldade de aprendizagem e ainda atua como ferramenta incentivadora de interesse nas atividades que antes não eram aceitas de maneira agradável.

Um dos grandes desafios para o ensino é o de buscar uma relação das atividades escolares com a realidade do educando, pois os conteúdos em que muitas vezes apresentam dificuldades na escola são facilmente aprendidos, se utilizados métodos mais dinâmicos e atrativos. Neste sentido, o software educacional torna-se uma poderosa ferramenta de auxílio, viabilizando este tipo de aplicação em situações que muitas vezes não podem ser executadas com o uso de elementos reais.



ENDEREÇOS DE SITES/ SOFTWARES EDUCACIONAIS

http://rachacuca.com.br/jogos

www.atividadeseducativas.com.br

http://www.jogossimples.com.br

http://smartkids.com.br

http://www.planetajogos.com/jogos-infantis.html

http://www.eusou.com/crianca

http://iguinho.ig.com.br

http://www.joguim.com/sites/infantis.htm

http://www.sitedegames.com/criancas

http://www.jogos10.com

http://www.mingaudigital.com.br

http://www.1papacaio.com.br

http://senna.globo.com/senninha

http://www.jogalo.com

http://jogolandia.uol.com.br/infantil.html

http://www.leme.pt/criancas

http://www.terra.com.br/webgames/pop/classicos

http://iguinho.ig.com.br/fabrica/diversao.html

http://www.monica.com.br

http://iguinho.ig.com.br/parceiros/castelo/index.html

http://recreionline.abril.com.br/jogos

http://www.canalkids.com.br

http://harrypotter.pt.warnerbros.com

http://www2.uol.com.br/ecokids

http://looneytunes.kidswb.com

http://www.kadike.com.br/index.html

http://www.chamequinho.com.br

http://www.bugigangue.com.br

http://criancas.uol.com.br/jogos

http://www.tiogui.com.br

http://www.criancafazarte.com.br

http://www.smilinguido.com.br

http://www.smilinguido.com.br

http://disney.go.com/mickey/index.html

http://clickjogos.uol.com.br

http://sitio.globo.com

http://www.mundodacrianca.com

http://www.pequenoartista.com.br

http://www.on.br/site_brincando

http://www.usinadejogos.com.br

http://www.ojogos.com.br

http://www.rtp.pt/wportal/infantil/jogos.php

http://www.junior.te.pt

http://www.pumpkins.com.br/jogos.htm

http://www.pixels.com.br/pixels_jogos.php



LIMA, Sandra Vaz de. Software Educacional e o processo de ensino e aprendizagem. Disponível em: http://www.artigonal.com/educacao-artigos/software-educacional-e-o-processo-de-ensino-e-aprendizagem

domingo, 16 de outubro de 2011

Péricles pede à SEED informações sobre professores do caso Vizivali

(11/10/2011)



Péricles pede à SEED informações sobre professores do caso Vizivali



O deputado estadual Péricles de Mello (PT) apresentou nesta terça-feira, dia 11, à Mesa Executiva da Assembleia Legislativa, um requerimento solicitando ao secretário de Estado da Educação, Flávio Arns, informações sobre o reconhecimento dos diplomas de cerca de 15 mil alunos egressos do Programa de Capacitação para a Docência da Faculdade Vizivali, que ainda se encontra pendente de solução.


Ao discursar no plenário, Péricles criticou a forma como a Secretaria de Estado da Educação (SEED) vem orientando os professores que buscam informações sobre o reconhecimento dos diplomas. De acordo com o relato de um desses professores, a SEED informa que está descartada a possibilidade de quem está fora da rede pública de ensino, realizar a complementação da Vizivali, assim como, orienta os professores a fazer uma complementação em faculdade particular. “Temos que saber se é efetivamente dessa forma que o governo estadual está agindo com relação aos professores que ainda aguardam uma solução”, reforçou Péricles.
O curso de complementação foi aberto em caráter especial, para validar os estudos da Vizivali e reconhecer os diplomas, conforme acordo firmado, em 2010, entre o Estado, o Ministério da Educação (MEC) e universidades estaduais. Será ofertado em dois períodos com 1.300 horas-aula de duração, seguindo a determinação do parecer 136/2010 do Conselho Nacional de Educação. Dos 35 mil professores que concluíram o Programa de Capacitação, cerca de 14 mil foram contemplados nessa primeira fase.
O deputado defende um posicionamento definitivo da SEED sobre os alunos, que neste momento, ficaram fora desse processo. São pessoas que atuavam nas escolas como estagiários, à época em que foram realizadas as aulas da Vizivali (2003 e 2005) e continuam fora da atividade docente. Também fazem parte desse grupo, profissionais que estão lotados na área técnica ou administrativa. “Precisamos ter clareza sobre essa questão para que os professores não fiquem com uma falsa expectativa de um posicionamento do Estado sobre a situação em que se encontram”, alertou Péricles.
No requerimento, o deputado pede ainda que a SEED se pronuncie sobre o compromisso assumido pelo governo em regularizar os diplomas de outros oito mil professores, que fizeram complementação em instituições reconhecidas pelo MEC, como a Universidade Castelo Branco (UCB) e a Universidade Luterana do Brasil (Ulbra).

Péricles solicita também que a SEED peça às universidades, que estão ofertando o curso de complementação, a possibilidade de aceitarem professores matriculados em curso de graduação em instituições estaduais. “A complementação não fere a Lei Federal 12.089/2009, que proíbe uma mesma pessoa de ocupar duas vagas simultaneamente em universidades públicas. Trata-se de um curso em caráter especial, sem vestibular, diferente do que estabelece da lei”, explica o deputado.

Clique aqui e acesse, na íntegra, o áudio do pronunciamento do deputado.

Confira abaixo, o requerimento apresentado por Péricles.

REQUERIMENTO
SÚMULA: Requer envio de pedido de informações ao Excelentíssimo Secretário de Estado da Educação, Flávio Arns, acerca dos alunos egressos do Programa de Capacitação para a Docência da Faculdade Vizinhança Vale do Iguaçu - Vizivali, que ainda encontram problemas em regularizar seus diplomas, conforme especificado abaixo.
Senhor Presidente,
O deputado subscritor do presente, no uso de suas atribuições regimentais, REQUER, após ouvido o douto Plenário, envio de pedido de informações ao Excelentíssimo Secretário de Estado da Educação, FLÁVIO ARNS, em complemento ao ofício requerido pelo deputado Elio Rusch (DEM), acerca dos alunos egressos do Programa de Capacitação para a Docência da Faculdade Vizinhança Vale do Iguaçu - Vizivali, que não foram contemplados na primeira fase do curso de complementação e, consequentemente, aguardam uma solução para regularizar seus diplomas, conforme especificado abaixo.
Nesse sentido, reitero que também há necessidade da SEED esclarecer qual será o encaminhamento dado aos alunos egressos que à época atuavam nas escolas como “estagiários”, ou seja, profissionais que não estavam em sala e continuam fora da atividade docente, assim como, não estão lotados na área técnica e administrativa das instituições de ensino público do Paraná.
Venho ainda questionar, qual o motivo da não concessão de progressão funcional aos profissionais que cursaram a Universidade Castelo Branco (UCB) ou a Universidade Luterana do Brasil (ULBRA), se já possuem diploma de Pedagogia. O governo do Estado se comprometeu em reconhecer os diplomas dessa categoria de professores imediatamente, mas até o momento o caso não foi resolvido.
Ainda requer que a SEED indique às universidades que estão ofertando o curso de complementação a possibilidade de aceitarem a matrícula dos alunos egressos da Vizivali que estão cursando outra graduação em universidades estaduais, pelo fato de que a Lei Federal 12.089/2009 não tem aplicabilidade no caso em questão, em razão de que:
- Trata-se de um curso em caráter especial: “Licenciatura em Pedagogia – OFERTA ESPECIAL”. Os alunos em questão, diferente do que a lei preconiza, não ocuparão 2 (duas) vagas simultaneamente, no curso de graduação, por estarem cursando um programa de complementação de estudos.
- Para ingresso, não haverá processo seletivo por meio de vestibular, o que deixa claro que os alunos do Programa de Capacitação são pessoas distintas das que preconiza a lei. Portanto, qualquer interpretação nesse sentido resultaria em conclusão diversa da que pretendia o legislador, levando a um resultado danoso.
Dessa forma, solicito ao Secretário de Educação, em conjunto com os senhores Reitores que receberam Requerimento de Moção de Apelo tratando do fato aqui relatado, reavaliem essa questão tão imprescindível, para que milhares de professores conquistem de forma justa a sua formação acadêmica.

Sala das Sessões, 11 de outubro de 2011.

Péricles de Holleben Mello

Deputado Estadual – PT

domingo, 9 de outubro de 2011

FANTOCHES DE CAIXA DE FÓSFORO

IDÉIAS COM ROLINHO DE PAPEL HIGIÊNICO



ATIVIDADE ESTUDOS COMPLEMENTARES

Copiar a música em cartaz ou distribuir cópias legíveis aos alunos:




PULGUINHA

Palavra Cantada

A pulguinha pula à beça e belisca o seu pé

Do pé pula pra cabeça vai fazendo cafuné

A pulguinha tão ligeira, pula logo pra barriga

Tudo é uma brincadeira, você quer ser minha amiga?



Da barriga pro nariz, do nariz pra buchecha

Da buchecha pro umbigo, do umbigo pro joelho

Do joelho pro pescoço, do pescoço pra perna

Da perna pra orelha, da orelha pra mão



A pulguinha pula à beça e belisca o seu pé

Do pé pula pra cabeça vai fazendo cafuné

A pulguinha tangue e gira, pula logo pra barriga

Tudo é uma brincadeira, você quer ser minha amiga?



Da barriga pro bumbum, do bumbum pro braço

Do braço pra perna, da perna pra cabeça

Da cabeça pro umbigo, do umbigo pro pé

Do pé pra mão, da mão pra barriga

ATIVIDADES:
  • Leitura da música e canto da mesma
  • Explorar letra da música e suas rimas
  • Destacar palavras, identificar as partes do corpo, sílabas complexas, estrutura de poema (estroge, versos), bibliografia do autor e compositor
  • Completar as lacunas na letra da música
  • Explorar outro texto com o mesmo tema
A PULGA
A pulga é um tipo de inseto extremamente ágil, podendo pular, aproximadamente, 30 cm de altura

É uma espécie de inseto, embora não possuam asas
As pulgas são parasitas, pois vivem do sangue de mamíferos e aves
Podem transmitir doenças como, por exemplo, o tifo (febre tifóide) e a peste bubônica (também conhecida como peste negra na Idade Média)
A fêmea costuma depositar os ovos em vãos e pequenos buracos da casa.
Existem mais de duas mil espécies de pulgas conhecidas e catalogadas por cientistas
O tempo de vida de uma pulga pode chegar a 4 meses
Os cães e gatos são os hospedeiros preferidos das pulgas

OFICINA DE MATEMÁTICA PARA ENSINO FUNDAMENTAL COM MÔNICA SOLTAU DA SILVA

O QUE É NÚMERO?
  • Surgiu da necessidade de contagens,
  • São utilizados para a construção dos números os algarismos de 0 a 9,
CONSTRUÇÃO DO NÚMERO OPERATÓRIO
  • Cardinal/ordinal
  • O aluno nessa fase precisa saber classificar (arrumar o armário, separar o lixo, fazer uma receita)
  • O aluno nessa fase precisa saber seriar
Ps: Até o 4º ano o aluno se encontra na fase concreta, portanto deve ser trabalho o concreto
  • Sugestões: explorar cedulas, tampinhas (cores e quantidades), lacres de refrigerante, grãos, tipos de macarrão, pazinhas de sorvete
Ps: o aluno precisa classificar para entender numero cardinal

SERIAÇÃO ORDINAL
  • 1º 2º 3º
  • menor para o maior ou vice versa
ORDEM E INCLUSÃO HIERÁRQUICA
  • aluno entender que dentro do 2 tem 1, dentro do 3 tem 2,1...
QUANTIFICAR E NUMERIZAR
  • Introduzir o 0 depois do 9
  • o que o aluno não consegue numerizar pode quantificar
  • quantificar grandezas descontínuas (ábaco, material dourado...) e grandezas contínuas (palitos, grãos, tampinhas...)
PS: o aluno deve estar numerizado para conseguir construir a idéia de C.D.U

" O corpo aprende, educar é estimular descobertas"

SISTEMA DE NUMERAÇÃO DECIMAL

1º aluno monta nesta bateria de rolinhos de papel higiênico,
2º pedir para aluno decompor
3º pedir para aluno escrever como se lê
EX:
65 = Sessenta e cinco
65: 60+5
995= 900+90+5
Ps: desta forma você estará acelerando o calculo mental de seus alunos
Sempre deve ser contextualizado, o aluno precisa saber em relação ao que se está trabalhando: 65 o quê? Pirulitos!

CONSTRUIR DEZENA
  • Jogo com a 1º calculadora (mãos: 10 dedos da criança)
  • 40 palitos de sorvete
  • uma bandeja
  • dado
Introduzir conceitos de dezenas (montinhos) e unidades (soltinhos)

CONSTRUIR CENTENA
1245= utlizando palitos de picolé
5 sotlinhos (unidades)
4 montinhos (dezena)
2 pacotes com 100 (centena)
1 pote com 1000(unidade de milhar)

O aluno assimilando tais conceitos está pronto para as quatro operações fundamentais

AS QUATRO OPERAÇÕES FUNDAMENTAIS POR MEIO DA COMPREENSÃO
ADIÇÃO:
  • ações de acrescentar
Ex: em uma piscina havia 13 boias e outras 5 foram jogadas nela. Quantas boias há na piscina?
  • ações de reunir
Ex: Em uma garagem há 45 carros e 30 motos. Qual o total de veículos?

________________________________continua__________________________________

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

METODOLOGIA ENSINO DE PORTUGUES E ALFABETIZAÇÃO

METODOLOGIA ENSINO DE PORTUGUES E ALFABETIZAÇÃO



ALUNA: Luciandréa Camargo – 3º E.N. A


Elabore uma síntese com base nos textos: “As quatro práticas da Alfabetização” e “O livro didático e a escolarização da leitura”, expondo suas opiniões:

O primeiro texto aborda a questão de alfabetização, enfatizando o uso das quatro práticas da alfabetização: leitura e interpretação, produção de textos, análise lingüística e sistematização para o domínio do código. Lembrando que o usa destas quatro práticas direciona o “alfabetizar letrando” que muito se discute nos dias atuais.

Sem dúvida, com o uso dessas práticas o aluno terá um leque maior de possibilidades de aprendizagem.

Uma das quatro práticas citadas é a sistematização para o domínio do código, e é nesse ponto que temos que atentar para que ao invés de contribuir com a aprendizagem do aluno não se acabe por retardar ou até mesmo dificultar a aquisição da escrita do mesmo.

Muitos professores com interpretações errôneas desta prática acabam por abolir em definitivo o uso dos livros didáticos, afinal como podemos alfabetizar sem uma abordagem das letras e das sílabas?

Faz-se necessário uma mesclar de ambos os métodos, e é sobre a cartilha, ou seja, o uso do livro didático que o segundo texto aborda através da entrevista com Magda Soares, percebe-se hoje sim que é de grande valia o uso do livro didático, porém que o mesmo tenha a função de fornecer embasamentos, de esclarecer dúvidas, de oferecer um norte ao professor, afinal é nele que encontramos organizado de forma clara e coesa os conteúdos de cada série do respectivo ensino fundamental.

Cabe ao bom professor claro, ir além dos livros didáticos, ofertando ao seu alunado outras formas de livros e leituras, entendendo que no processo de ensino aprendizagem e de alfabetização todas as formas são válidas quando se objetiva a tão sonhada formação da pratica social real da leitura e da escrita.

A EDUCAÇÃO QUE TEMOS E A EDUCAÇÃO QUE QUEREMOS

METODOLOGIA ENSINO PORTUGUÊS E ALFABETIZAÇÃO


ALUNAS: Ângela Monteiro, Reni de Jesus, Eveli Farias, Jacqueline E. Carneiro, Jucélia Talevi e Luciandréa Camargo

TEMA EQUIPE: Dissertação

A EDUCAÇÃO QUE TEMOS E A EDUCAÇÃO QUE QUEREMOS

Desde os tempos de Cabral o problema é o mesmo quanto à educação, ou melhor, a má qualidade da nossa educação, deste contexto surge um nome, Amanda Gurgel, uma professora que com consistência e conteúdo demonstrou fazer a sua parte ao falar diante da secretária da educação do Rio Grande do Norte e posteriormente sua fala ser divulgada grandemente pela mídia.

Amanda Gurgel é uma professora que se diz responsável em ensinar aos seus alunos por lutar por seus direitos. Em seu discurso ela aborda a questão salarial, destacando que a educação em nenhum governo foi prioridade, aborda também questões como sala de aulas super lotadas, merenda, falta de apoio, ou seja, melhores condições para que o professor consiga fazer o básico, ensinar, fazer seu trabalho com dignidade.

Entendemos que em nenhum momento a educação é prioridade, é preocupante esta banalização, é alardemente preocupante, faz-se necessário que as autoridades acompanhem de perto as necessidades reais da educação que só os professores conhecem, é importante também que mais professores se manifestem e busquem por seus direitos e ideais, afinal somente com uma classe unida venceremos, pois como diz o velho ditado: “...a união faz a força...”

UTILIDADE DA AGUA

FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO

FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO



ALUNA: Luciandréa de Camargo Nº 27 3° N.A

1) COMENTE A IMPORTÂNCIA DA SEMANA DA ARTE MODERNA PARA A RENOVAÇÃO DA CULTURA BRASILEIRA:

2) COMENTE A IMPORTÂNCIA E OS AVANÇOS CONQUISTADOS COM A REFORMA FRANCISCO CAMPOS

3) QUAL SUA OPINIÃO SOBRE O ENSINO DE HISTÓRIA E QUAIS FATOS LEMBRA SOBRE O ENSINO DE HISTÓRIA EM SUA VIDA ACADÊMICA. QUAL PARTE OU CONTEÚDO CHAMOU MAIS ATENÇÃO?



1) Essa necessidade de transformação de antigos conceitos foi de muita valia dentro de um contexto repleto de agitações políticas, sociais e econômicas daquela época. Essa luta pela renovação trouxe para os dias atuais um valor histórico e cultural para nosso País, tal semana possibilitou a liberdade de se pensar e produzir diferente dos modelos estereotipados e ditados dos europeus, resultando em obras (música, pintura, literatura) genuinamente nacionais.



2) Criou-se o plano nacional da educação objetivando organizar, coordenar e supervisionar o ensino na educação. O ensino primário passou a ser gratuito e obrigatório resultando na diminuição das taxas de analfabetismo da população. É com a reforma que surge as “Leis Orgânicas” (1942 e 1946) que definem o ensino profissionalizante engajando as indústrias na qualificação de seu pessoal, criando o SENAI e posteriormente o SENAC



3) Infelizmente durante todo os meus estudos (ensino fundamental e médio) recebi um ensino de história centrado em fatos meramente, estes desconexos e sem sentido algum, a decoreba a qual fui submetida anos a fio me impossibilitam de afirmar, discorrer ou até mesmo me posicionar diante do ensino de história, felizmente durante outros cursos que realizei posteriormente, pude aprender, entender que ensinar história é ir além dos fatos, é entender o porque dos mesmos, a época que ocorreram e seu impacto naquela situação, a de forma crítica pensar em outras possibilidades, outros personagens e até mesmo a duvidar do que esta sendo contado. Tenho a plena certeza que meus alunos irão aprender história sentindo-se parte da mesma, com muita reflexão e mudanças se os mesmos assim sentirem necessidade de fazê-las.

ATIVIDADE AVALIATIVA “10” – ANISIO TEIXEIRA

Colégio Estadual Wolff Klabin – Ensino Fundamental, Médio, Normal e Profissional


Curso de formação de Docentes da Educação Infantil e dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental

ALUNA: Luciandréa de Camargo – Nº 27 – 3º N.A

ATIVIDADE AVALIATIVA “10” – ANISIO TEIXEIRA

“... Com base nas informações contidas neste manifesto, elabore uma pesquisa resumindo os pontos principais positivos do mesmo que contribuiu para melhorar a educação no País”:



• Os pioneiros eram a favor de uma educação pública, gratuita, mista, laica e obrigatória, isto quer dizer que o Estado deveria se responsabilizar pelo dever de educar o povo, responsabilidade esta que era, a princípio, atribuída à família.

• Defendem uma educação laica, o que distanciaria a educação de questões religiosas e a aproximaria das questões sociais, dando oportunidades iguais a pessoas de ambos os sexos, e de diferentes credos e camadas sociais

• Relação entre diferentes níveis da educação entre si, e destes níveis com o nível de desenvolvimento psico-biológico dos alunos, bem como pela relação entre a escola, o trabalho e a vida: entre a teoria e a prática, em favor do progresso.

• . A principal crítica a respeito da educação brasileira daquele momento é de que se compunha de um ensino fragmentado, sem articulação entre os diversos ensinamentos e deles com o mundo.

• Além de tocar na questão do ensino superior no Brasil, o Manifesto clama que toda a Educação deve ser vista como um organismo, em profunda relação com a vida prática e motivadora do progresso. Deveria receber prioridade nos planos do Estado, principalmente seus primeiros anos, que representam o início da formação dos indivíduos.

• O planejamento da educação deveria contar com o apoio da pedagogia, bem como da filosofia e outras ciências

• O aspecto interdisciplinar torna-se latente no Manifesto, também através da defesa de uma educação funcional, visando ao mesmo tempo o desenvolvimento do indivíduo e da sociedade.



Referências:

http://pt.shvoong.com/social-sciences/education/1709158-manifesto-dos-pioneiros-da-escola/

ATIVIDADE AVALIATIVA “7” – CÉLESTIN FREINET

Colégio Estadual Wolff Klabin – Ensino Fundamental, Médio, Normal e Profissional


Curso de formação de Docentes da Educação Infantil e dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental

ALUNA: Luciandréa de Camargo – Nº 27 – 3º N.A


ATIVIDADE AVALIATIVA “7” – CÉLESTIN FREINET

1 – Freinet se inscreve, historicamente, entre os educadores identificados com a corrente da Escola Nova, realize uma pesquisa sobre essa corrente:

Escola nova

Escola Nova é um dos nomes dados a um movimento de renovação do ensino que foi especialmente forte na Europa, na América e no Brasil, na primeira metade do século XX. "Escola Ativa" ou "Escola Progressiva" são termos mais apropriados para descrever esse movimento que, apesar de muito criticado, ainda pode ter muitas idéias interessantes a nos oferecer.

Os primeiros grandes inspiradores da Escola Nova foram o escritor Jean-Jacques Rousseau (1712-1778) e os pedagogos Heinrich Pestalozzi (1746-1827) e Freidrich Fröebel (1782-1852). O grande nome do movimento na América foi o filósofo e pedagogo John Dewey (1859-1952). O psicólogo Edouard Claparède (1873-1940) e o educador Adolphe Ferrière (1879-1960), entre muitos outros, foram os expoentes na Europa.

No Brasil, as idéias da Escola Nova foram introduzidas já em 1882 por Rui Barbosa (1849-1923). No século XX, vários educadores se destacaram, especialmente após a divulgação do Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova, de 1932. Podemos mencionar Lourenço Filho (1897-1970) e Anísio Teixeira (1900-1971), grandes humanistas e nomes importantes de nossa história pedagógica.

Um conceito essencial do movimento aparece especialmente em Dewey. Para ele, as escolas deviam deixar de ser meros locais de transmissão de conhecimentos e tornar-se pequenas comunidades.

Lourenço Filho nos fala sobre a escola que Dewey dirigia no final do século passado, na Universidade de Chicago: "As classes deixavam de ser locais onde os alunos estivessem sempre em silêncio, ou sem qualquer comunicação entre si, para se tornarem pequenas sociedades, que imprimissem nos alunos atitudes favoráveis ao trabalho em comunidade." (Lourenço Filho. Introdução ao estudo da Escola Nova. São Paulo : Melhoramentos, 1950. p. 133.)

O suíço Claparède - que teve grande influência sobre Piaget - defendia a idéia da escola "sob medida", mais preocupada em adaptar-se a cada criança do que em encaixar todas no mesmo molde. Ferrière e outros pedagogos, como o belga Decroly (1871-1932), insistiam que o interesse e as atividades dos alunos exerciam um grande papel na construção de uma "escola ativa". No trabalho de Ferrière como pedagogo, por exemplo, os passeios e o trabalho em equipe eram especialmente valorizados.

A Escola Nova recebeu muitas críticas. Foi acusada principalmente de não exigir nada, de abrir mão dos conteúdos tradicionais e de acreditar ingenuamente na espontaneidade dos alunos. A leitura das obras e a análise das poucas experiências em que, de fato, as idéias dos escolanovistas foram experimentadas com rigor mostram que essas críticas são válidas apenas para interpretações distorcidas do espírito do movimento.

Apesar de todo o seu sucesso, a Escola Nova não conseguiu modificar de maneira significativa o modo de operar das redes de escolas e perdeu força sem chegar a alterar o cotidiano escolar.

Hoje, quando continuamos a buscar rumos para nossa educação, as idéias e experiências dos autores da Escola Nova, mesmo que contenham algumas concepções ultrapassadas ou ingênuas, podem continuar nos servindo como fonte de prazer literário e de inspiração pedagógica.



FONTE: http://www.educacional.com.br/glossariopedagogico/verbete.asp?idPubWiki=9577

ATIVIDADE AVALIATIVA “6” – ANTONIO GRAMSCI

Colégio Estadual Wolff Klabin – Ensino Fundamental, Médio, Normal e Profissional

Curso de formação de Docentes da Educação Infantil e dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental


ALUNA: Luciandréa de Camargo – Nº 27 – 3º N.A

ATIVIDADE AVALIATIVA “6” – ANTONIO GRAMSCI

‘... Você concorda com ele ou considera equivocada a tese de que a cultura distancia o homem da natureza? Ou será possível conciliar as duas correntes de pensamento? ”:



Sempre ao discutirmos questões referentes à educação, reportamo-nos a educar pessoas que não são homogêneas, logo nenhum método, forma, pedagogia, linha de pensamento será única e exclusiva, não existem fórmulas prontas no processo de educar, coerente é que professores pedagogos, ou seja, todos os envolvidos no processo de educar conheçam todas as formas, porém é na prática que se faz necessário um mesclar de idéias e pensamentos, adaptando da melhor forma com o intuito único de promover a aprendizagem.

É possível e necessário conciliar tais pensamentos sim, precisamos de exemplos, de pessoas que nos apontem nortes, precisamos de experiência e vivências para assim evoluirmos, não podemos ficar a margem do caminho esperando um dia que as coisas aconteçam, precisamos buscar, aprimorar, evoluir, afinal o mundo em que vivemos exige tal posicionamento.

No entanto, um indivíduo se torna apto para a sociedade, não só de conhecimentos que lhe são incutidos, mas também de seu próprio amadurecimento diante das idéias, de seu autoconhecimento, um individuo completo é aquele que primeiro amadurece seus pensamentos, suas idéias de forma centrada e objetiva, logo reflete isso no meio que este inserido, tomando posicionamentos e atitudes sensatas.

Aprendizado ocorre de um conjunto, fatores internos e externos, cada pessoa possui um ritmo próprio, e esse despertar, mais cedo ou mais tarde torna-se irrelevante se quando ocorrer, encontrar pessoas/professores preparados para mediar essa tomada de consciência por parte do aluno, fornecendo-lhe ferramentas para que se torne um adulto pensante e atuante me seu meio.

ATIVIDADE AVALIATIVA 10: MARIA MONTESSORI

DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO/PROJETO



ALUNA: Luciandréa Camargo – Nº 27 – 3º N.A

ATIVIDADE AVALIATIVA 10: MARIA MONTESSORI

FAÇA UMA BREVE SÍNTESE SOBRE OS 5 GRUPOS DE MATERIAIS DIDÁTICOS PRODUZIDOS POR MARIA MONTESSORI PARA AUXILIAR NO DESENVOLVIMENTO DAS CRIANÇAS E DOS 12 PONTOS DO MÉTODO MONTESSORI:

Materiais didáticos

* Exercícios Para a Vida Cotidiana

* Material Sensorial

* Material de Linguagem

* Material de Matemática

* Material de Ciências

Estes materiais se constituem de peças sólidas de diversos tamanhos e formas: caixas para abrir, fechar e encaixar; botões para abotoar; série de cores, de tamanhos, de formas e espessuras diferentes. Coleções de superfícies de diferentes texturas e campainhas com diferentes sons.

O "Material Dourado" é um dos materiais criado por Maria Montessori. Este material baseia-se nas regras do sistema de numeração, inclusive para o trabalho com múltiplos, sendo confeccionado em madeira, é composto por: cubos, placas, barras e cubinhos. O cubo é formado por dez placas, a placa por dez barras e a barra por dez cubinhos. Este material é de grande importância na numeração, e facilita a aprendizagem dos algoritmos da adição, da subtração, da multiplicação e da divisão.

O "Material Dourado" desperta no aluno a concentração, o interesse, além de desenvolver sua inteligência e imaginação criadora, pois a criança, está sempre predisposta ao jogo. Além disso, permite o estabelecimento de relações de graduação e de proporções, e finalmente, ajuda a contar e a calcular.



Doze pontos do Método Montessori

1. Baseia-se em anos de observação da natureza da criança por parte do maior gênio da educação desde Friedrich Froebel.

2. Demonstrou ter uma aplicabilidade universal.

3. Revelou que a criança pequena pode ser um amante do trabalho, do trabalho intelectual, escolhido de forma espontânea, e assim, realizado com muita alegria.

4. Baseia-se em uma necessidade vital para a criança que é a de aprender fazendo. Em cada etapa do crescimento mental da criança são proporcionadas atividades correspondentes com as quais se desenvolvem suas faculdades.

5. Ainda que ofereça à criança uma grande espontaneidade consegue capacitá-la para alcançar os mesmos níveis, ou até mesmo níveis superiores de sucesso escolar, que os alcançados sobre os sistemas antigos.

6. Consegue uma excelente disciplina apesar de prescindir de coerções tais como recompensas e castigos. Explica-se tal fato por tratar-se de uma disciplina que tem origem dentro da própria criança e não imposta de fora.

7. Baseia-se em um grande respeito pela personalidade da criança, concedendo-lhe espaço para crescer em uma independência biológica, permitindo-se à criança uma grande margem de liberdade que se constitui no fundamento de uma disciplina real.

8. Permite ao professor tratar cada criança individualmente em cada matéria, e assim, fazê-lo de acordo com suas necessidades individuais.

9. Cada criança trabalha em seu próprio ritmo.

10. Não necessita desenvolver o espírito de competência e a cada momento procura oferecer às crianças muitas oportunidades para ajuda mútua o que é feito com grande prazer e alegria.

11. Já que a criança trabalha partindo de sua livre escolha, sem coerções e sem necessidade de competir, não sente as tensões, os sentimentos de inferioridade e outras experiências capazes de deixar marcas no decorrer de sua vida.

12. O método Montessori se propõe a desenvolver a totalidade da personalidade da criança e não somente suas capacidades intelectuais. Preocupa-se também com as capacidades de iniciativa, de deliberação e de escolhas independentes e os componentes emocionais.



REFERÊNCIA: www.lereescrevercerto.blogspot.com, acesso em 24/06/2011

ATIVIDADE AVALIATIVA 9: JOHN DEWEY

DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO/PROJETO


ALUNA: Luciandréa Camargo – Nº 27 – 3º N.A

ATIVIDADE AVALIATIVA 9: JOHN DEWEY

1 – Uma das principais lições deixadas por John Dewey é a de que, não havendo separação entre vida e educação, esta deve preparar para a vida, promovendo seu constante desenvolvimento. Como ele dizia, "as crianças não estão, num dado momento, sendo preparadas para a vida e, em outro, vivendo". Então, qual é a diferença entre preparar para a vida e para passar de ano? Como educar alunos que têm realidades tão diferentes entre si e que, provavelmente, terão também futuros tão distintos?

Decoramos, copiamos, memorizamos, mas no dia seguinte nada lembramos, não somos ensinados a usar o raciocínio, não aprendemos as causas e as conseqüências, apenas os fatos, nossos alunos precisam entender a corrupção que se aloja e se alastra no mundo, por exemplo, precisamos preparar alunos que entendam o porquê da sociedade estar da maneira que está. Mais do que notas nossos alunos precisam de respeito, de embasamento, de ensino que lhe desenvolva a criticidade, para que o mesmo mude as estatísticas, que diferente de seus pais, possa fazer um futuro diferenciado, para ele mesmo, refletindo na sociedade, preparando de forma efetiva para a vida.

ATIVIDADE AVALIATIVA 08: ÉMILE DURKHEIM

DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO/PROJETO


ALUNA: Luciandréa Camargo – Nº 27 – 3º N.A

ATIVIDADE AVALIATIVA 08: ÉMILE DURKHEIM


1 – Segundo Durkheim, “A educação tem por objetivo suscitar e desenvolver na criança, estados físicos e morais que são requeridos pela sociedade política no seu conjunto”. Explique:

Mais do que desenvolver as pessoas, estas devem ser preparadas para viver e atuar na sociedade a qual o individuo esta inserido, ou seja, de modo que venha corresponder aos requisitos da sociedade, como religião, normas, sanções, ação política, tecnologia e avanços científicos e ao progresso das indústrias.


2 – De acordo com Durkheim “o individuo só poderá agir na medida em que aprender a conhecer o contexto em que está inserido, a saber, quais são suas origens e as condições de que depende. E não poderá sabê-lo sem ir à escola, começando por observar a matéria bruta que está lá representada”. Se posicione a favor ou contra o pensamento do autor, justificando sua resposta:

Concordo, só podemos tomar partido, fazer escolha, quando possuímos embasamento, conhecemos e entendemos nossas origens e nossa história, ao entendermos o passado de forma crítica nos colocamos em situação confortável para agirmos no futuro, e este embasamento acontece nos bancos escolares, ou pelo menos deveria ser.

3 – Defina: funcionalismo e idealismo:

O funcionalismo parte do reconhecimento do ser humano que para sobreviver precisa resolver suas necessidades primárias, depois secundárias e para resolver todas elas precisa de instituições com normas e regras que dêem sentido e justifiquem os comportamentos sociais. O idealismo surge com o advento da modernidade, é a idéia, o engajamento a um ideal, a uma causa, muito preocupante quando pensamos no exemplo de Hitler.

ATIVIDADE AVALIATIVA 06: KARL MARX

COLÉGIO ESTADUAL WOLFF KLABIN


DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO/PROJETO

ALUNA: Luciandréa Camargo Nº 27 3º N.A

ATIVIDADE AVALIATIVA 06: KARL MARX

“A união entre trabalho, instrução intelectual, exercício físico e treino politécnico elevará a classe operária”

1) Você, como futuro educador concorda com essa afirmação, ou acredita que depois de estar com o diploma em mãos, já é um profissional pronto e acabado? Justifique sua resposta:


Teoria não basta, o bom profissional se faz no momento da prática, é no dia a dia, diante de situações reais que vamos construindo pontes entre a teoria absorvida e a prática.

A realidade que temos na educação é diferente da educação que precisamos, tal forma vem a produzir alunos alienados, que não entendem a importância da formação para seu futuro, ou são simplesmente treinados para exercer uma determinada função dentro de uma sociedade capitalista, triste é pensar que essas pessoas despreparadas tendem a ocupar cargos que lhe exige muito do seu tempo, não oportunizando assim a busca de atualizações, de aprendizagens, de cultura através de formações e estudos.

Sabemos quão difícil é, quão cansativo é, angustiante, as exigências são enormes, precisamos muito das vezes deixar os nossos, abrir mão de coisas, pessoas e situações, porém, nunca, jamais devemos deixar de buscar esse crescimento, essa evolução, precisamos crescer, precisamos nos desenvolver e isso só acontece através da busca do novo, ou seja, estudando, somente pessoas que “sabem mais”, pessoas esclarecidas podem mudar a situação, a realidade, o mundo, porque com embasamento conhece-se o deveres e direitos, logo o indivíduo torna-se capaz de lutar pelos mesmos.

ATIVIDADE AVALIATIVA 5 – AUGUSTE COMTE

ESTÁGIO SUPERVISIONADO/PROJETOS


ALUNA: Luciandréa de Camargo, Nº 27, 3º N.A

ATIVIDADE AVALIATIVA 5 – AUGUSTE COMTE

Conhecido como o “Pai do Positivismo”, acreditava que era possível planejar o desenvolvimento da sociedade. Para aprofundar seu conhecimento elabore uma pesquisa sobre o “Positivismo”:


A palavra positivismo foi empregada pela primeira vez pelo filósofo francês Claude Saint-Simon - um dos chamados socialistas românticos - para designar o método exato das ciências e a possibilidade de sua extensão à filosofia. Mais tarde, o politécnico Auguste Comte (1798-1857), que foi seu secretário, utilizou a expressão para designar a sua filosofia, que teve grande expressão no mundo ocidental durante a segunda metade do século 19 (estendendo-se no Brasil à primeira metade do século 20).

O positivismo acompanhou e estimulou a organização técnico-industrial da sociedade moderna e fez uma exaltação otimista do industrialismo. Nesse sentido, pode-se compreendê-lo como produto da sociedade técnico-industrial que, ao mesmo tempo, a leva esta mesma sociedade a desenvolver-se e consolidar-se.

Basicamente, a característica essencial ao positivismo, tal qual o concebeu Comte, é a devoção à ciência, vista como único guia da vida individual e social, única moral e única religião possível. Desse modo, em última análise, o positivismo é compreendido como a "religião da humanidade".

A partir da ciência - e de uma ciência social ou sociologia, da qual Comte é um fundador -, o filósofo propunha reformular a sociedade para que se obtivesse ordem e progresso. Note-se, porém, que isso implica a criação de uma ciência social, pois só é possível reformular ou transformar aquilo que conhecemos.

A obra fundamental de Comte é o "Curso de Filosofia Positiva", livro escrito entre 1830 e 1842, a partir de 60 aulas dadas publicamente pelo filósofo, a partir de 1826. É na primeira delas que Comte formulou a "lei dos três estados" da evolução humana:

• O estado teológico, em que a humanidade vê o mundo e se organiza a partir dos mitos e das crenças religiosas;

• O estado metafísico, baseado na descrença em um Deus todo-poderoso, mas também em conhecimentos sem fundamentação científica;

• O estado positivo, marcado pelo triunfo da ciência, que seria capaz de compreender toda e qualquer manifestação natural e humana.

Passados mais de 150 anos da publicação do "Curso", talvez não fosse necessário dizer que é inerente ao positivismo uma romantização da ciência, romantização esta que atribuiu ao conhecimento científico uma onipotência não comprovada pela realidade. Atualmente, sabe-se que a ciência não só resolve problemas, como também os cria, veja-se como um exemplo a interferência danosa do desenvolvimento industrial no meio ambiente.

Conhecer o positivismo, contudo, é particularmente importante aos brasileiros, devido à grande influência que esta escola filosófica exerceu no país na virada dos séculos 19 e 20. Se o leitor foi atento, percebeu que o objetivo da filosofia de Comte é a ordem e o progresso, lema inscrito na bandeira brasileira adotada após a proclamação da República.


As idéias de Comte, em especial através dos pensadores Miguel Lemos (1854-1917), Teixeira Mendes (1855-1927) e do militar Benjamin Constant (1836-1891), se impuseram aos círculos republicanos brasileiros, contribuindo para nortear a nova ordem social republicana, em especial nos governos Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto.


REFERÊNCIAS:

• www.uoleducação.com, Positivismo, acesso em 28/05/2011

• www.brasiescola.com, acesso em 28/05/2011

JOHANN FRIEDRICH HERBART

DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO/PROJETO


ALUNA: Luciandréa Camargo, Nº 27 – 3º N.A


ATIVIDADE AVALIATIVA “03” – JOHANN FRIEDRICH HERBART

RESPOSTAS:


1. Governo, onde se controla o comportamento, instrução educativa, que são os conteúdos múltiplos que irão despertar o interesse do aluno e a disciplina, que é um processo interno que desperta no aluno o aprender.

2. Quanto mais conhecimentos adquirimos, menos passíveis de atitudes errôneas estamos, conhecimento nos é favorável, porém isso não atesta a falta do errar, com conhecimentos a mais ou não, somos passíveis de erros.

3. Preparação, despertando o interesse do aluno, a apresentação, onde o professor apresenta o novo conteúdo, associação, que é a ponte do conhecimento já adquirido com o novo, generalização, onde se formula de forma mais aprofundada, e a aplicação, mostrando ao aluno o emprego desse novo, conteúdo.

4. As semelhanças no ensinar de hoje com o ensinar Herbatiano são grandes, mudou-se a visão de aluno meramente receptor, hoje se considera o aluno parte de todo esse processo, onde se respeita suas particularidades em cada uma dessas etapas, preparamos o terreno para despertar o interesse, apresentamos o conteúdo, nesta fase utilizamos de todos os recursos e não somente o tradicional (jogos, musica, brincadeiras...), promovemos as associações dentro das especificidades do aluno e o fazemos produzir de forma que lhe faça sentido as atividades propostas.

JEAN-JACQUES ROUSSEAU - ATIVIDADE AVALIATIVA “01”

DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO/PROJETOS


ALUNAS: Ângela Monteiro e Luciandréa Camargo – 3º N.A

JEAN-JACQUES ROUSSEAU - ATIVIDADE AVALIATIVA “01”

“Para Rousseau, a criança devia ser educada, sobretudo em liberdade e viver cada fase da infância na plenitude de seus sentidos – mesmo porque, segundo seu entendimento, até os 12 anos o ser humano é praticamente só sentidos, emoções e corpo físico, enquanto a razão ainda se forma”. Com base nessa afirmação do pensador que estudaremos nessa atividade, faça uma pesquisa e elabore um resumo sobre as “fases do desenvolvimento infantil”, para entender melhor as mudanças que ocorrem em cada fase desse desenvolvimento:

FASES DO DESENVOLVIMENTO INFANTIL SEGUNDO PIAGET

Segundo Piaget, há quatro estágios básicos do desenvolvimento cognitivo. O primeiro é o estágio sensório-motor, que vai até os dois anos. Nessa fase, as crianças adquirem a capacidade de administrar seus reflexos básicos para que gerem ações prazerosas ou vantajosas. É um período anterior à linguagem, no qual o bebê desenvolve a percepção de si mesmo e dos objetos a sua volta.



O estágio pré-operacional vai dos dois aos sete anos e se caracteriza pelo surgimento da capacidade de dominar a linguagem e a representação do mundo por meio de símbolos. A criança continua egocêntrica e ainda não é capaz, moralmente, de se colocar no lugar de outra pessoa.





O estágio das operações concretas, dos sete aos 11 ou 12 anos, tem como marca a aquisição da noção de reversibilidade das ações. Surge a lógica nos processos mentais e a

habilidade de discriminar os objetos por similaridades e diferenças. A criança já pode dominar conceitos de tempo e número.

Por volta dos 12 anos começa o estágio das operações formais. Essa fase marca a entrada na idade adulta, em termos cognitivos. O adolescente passa a ter o domínio do pensamento lógico e dedutivo, o que o habilita à experimentação mental. Isso implica, entre outras coisas, relacionar conceitos abstratos e raciocinar sobre hipóteses.


Texto extraído da reportagem "Jean Piaget", escrita pela jornalista Josiane Lopes, da revista Nova Escola, ano XI, nº 95, de agosto de 1996.