Programa Vizivali - Cadastramento até 30/06/2011
Cadastramento dos Egressos do Programa de Capacitação – VIZIVALI, que não se inscreveram no prazo determinado.
O governo do Estado do Paraná tem se dedicado com grande empenho na busca de uma solução definitiva para a situação que envolve os Professores do Estado, egressos do Programa de Capacitação para Docência dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental e da Educação Infantil, ofertado pela Faculdade Vizinhança Vale do Iguaçu – VIZIVALI, os quais, há quase oito anos, esperam um desfecho para o caso.
Desta forma, foi constituído um grupo de trabalho que levantou, num primeiro momento, todos os elementos disponíveis, incluindo a realização de um “CADASTRO” que teve como objetivo quantificar e conhecer a situação acadêmica e funcional de cada egresso do referido Programa, à época e atualmente, estivesse ele(a) atuando ou não como Professor(a) regente em sala de aula.
O mencionado Cadastro esteve disponível no Portal Dia-a-Dia Educação do Paraná entre os dias 20/05/2011 e 05/06/2011. Contudo, apesar da divulgação sobre os prazos de cadastramento, recebemos inúmeros telefonemas de egressos do Programa supranominado justificando que não o realizaram, por vários motivos.
Ao entendermos que as dificuldades de comunicação ainda estão presentes em nosso meio, decidimos que esses egressos poderão se cadastrar pessoalmente nos Núcleos Regionais de Educação - NRE. Desta forma, solicitamos o empenho dos NREs, da Secretarias Municpais d Educação, das Escolas Estaduais e Municipais, e também à mídia local, dentre outros meios, para divulgação do referido Cadastro, considerando que será a última chamada. Pedimos ainda o apoio no preenchimento manual do citado “CADASTRO”.
O cadastro é somente para aqueles que não o fizeram, de forma eletrônica no prazo estipulado. Essa última chamada de Cadastramento se encerra, impreterivelmente, dia 30/06/2011. Os interessados deverão ir pessoalmente nos NRE para preencher o Cadastro.
Ressaltamos que, em campo específico do Formulário, o candidato deve justificar os motivos do não preenchimento no prazo determinado. Deve também ficar de posse de uma cópia do Formulário preenchido para eventuais necessidades referentes à confirmação de dados prestados pelo interessado.
O Grupo de Trabalho, constituído para tal finalidade, dedica-se neste momento ao levantamento de dados e informações necessárias ao planejamento das ações que em breve serão anunciadas.
Seja bem vindo, este blog tem por objetivo arquivar todos os meus trabalhos desenvolvidos nos anos de magistério ao qual cursei, entre, visite, deixe sua opinião, se este blog de alguma forma lhe for útil, ficarei muito feliz, também esta sempre acrescentado materiais sobre minha complementação em Pedagogia, e prática em Contraturno socioeducativo e EJA sempre com o mesmo intuito, divulgar, complementar, acrescentar e colaborar... Sucesso!
domingo, 19 de junho de 2011
sábado, 28 de maio de 2011
RESUMO: A IMPORTÂNCIA DO BRINQUEDO NA EDUCAÇÃO INFANTIL
ESTÁGIO SUPERVISIONADO/PROJETOS
ALUNA: Luciandréa de Camargo, Nº 27, 3º N.A
RESUMO: A IMPORTÂNCIA DO BRINQUEDO NA EDUCAÇÃO INFANTIL
Brincar não é perder tempo, é ganhá-lo.
É triste ter meninos sem escola,
mas mais triste é vê-los enfileirados em salas sem ar,
com exercícios estéreis,
sem valor para a formação humana.
(CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE)
É no século XVIII que acontece a popularização dos jogos educativos. Antes restritos aos príncipes e nobres, agora se tornam veículos de divulgação, crítica e doutrinação popular. Abre-se, assim, um espaço propício ao nascimento da Psicologia Infantil, que desabrocha, no século XX, com a produção de pesquisas e teorias que discutem a importância do ato de brincar para a construção de representações infantis. Estudos e pesquisas de caráter psicogenético, encabeçados por PIAGET, BRUNER, VIGOTSKY, entre outros, fecundam relevantes pressupostos para a construção de representações infantis relacionadas às diversas áreas do conteúdo, influenciando as atividades curriculares dos novos tempos.
Mas é com FROEBEL que o jogo, entendido como objeto e ação de brincar, passa a fazer parte da história da educação pré-escolar. Partindo do pressuposto de que, manipulando e brincando com materiais como bola, cubo e cilindro, montando e desmontando cubos, a criança estabelece relações matemáticas e adquire noções primárias de Física e Metafísica. Aliado a utilização de materiais educativos, que denomina dons, ao canto e às ocupações manuais (recorte, colagem, tecelagem, dobradura etc.), o pai das atuais caixas de construção elabora uma proposta curricular para a pré-escola que contém, em seu bojo, a relevância do brinquedo." Brincar é uma ação que ocorre no campo da imaginação, assim, ao brincar estar-se-á fazendo uso da linguagem simbólica. Poder brincar já é um processo terapêutico, brinca-se com o que não se pode entender, brinca-se para poder entender melhor e brinca-se para ressignificar a vida. Na brincadeira o sujeito exercita-se cognitivamente, socialmente e efetivamente. Brincar é vital, primordial e essencial, pois, esta é a maneira que o sujeito humano, na saúde, utiliza para se estruturar como sujeito da emoção, da razão e da relação.
O jogo, em seu sentido integral, é o mais eficiente meio estimulador das inteligências. O espaço do jogo permite que a criança realize tudo quanto deseja. Quando entretido em um jogo, o indivíduo é quem quer ser, ordena o que quer ordenar, decide sem restrições. Graças a ele, pode obter a satisfação simbólica do desejo de ser grande, do anseio em ser livre. Socialmente, o jogo impõe o controle dos impulsos, a aceitação das regras, mas sem que se aliene a elas, posto que, são as mesmas estabelecidas pelos que jogam e não impostas por qualquer estrutura alienante. Brincando com sua espacialidade, a criança se envolve na fantasia e constrói um atalho entre o mundo inconsciente, onde desejaria viver, e o mundo real, onde precisa conviver. O jogo não é uma tarefa imposta, não se liga a interesses materiais imediatos, mas absorve a criança, estabelece limites próprios de tempo e de espaço, cria a ordem e equilibra ritmo com harmonia.
A fantasia do brincar caracteriza a didática a ser desenvolvida para faixa de idade da educação infantil, o que determina focar o espaço para o lúdico. Certamente, todos os professores que atuam em classes iniciais (creche, jardim de infância e mesmo as primeiras séries do ensino fundamental) já terão passado pela experiência de observar os seus alunos em atitudes, no mínimo, curiosas: conversam com brinquedos e objetos como se vidas tivessem, transformam terra, pedras, papéis em comidinha e servem para os amigos, assumem personalidades de outras pessoas tratando de doentes como se médicos fossem ensinados aos seus alunos como os professores, cuidando dos filhos, igual aos pais, conversando como comadres...
Brincar é um ato tão espontâneo e natural para a criança quanto comer dormir, andar ou falar. Basta observar um bebê nas diferentes fases de seu crescimento para confirmar tal fato: logo que descobre as próprias mãos, brincar com elas; a descoberta dos pés é outro brinquedo fascinante; diverte-se com a voz quando balbucia os primeiros sons; cospe a chupeta ou o alimento vezes seguidas; atira, incansavelmente, um objeto ao chão, desafiando a paciência de quem o apanha; levanta-se e torna a cair entretendo-se com isto; pula sem parar; corre sem se cansar. É brincando que a criança conhece a si e ao mundo: quando mexe com as mãos e os pés, segura a chupeta ou um brinquedo, seja levando-os à boca, sacudindo ou atirando-os longe, vai descobrindo suas próprias possibilidades e conhecendo os elementos do mundo exterior através da comparação de suas características, tais como, macio, duro, leve, pesado, grande, pequeno, áspero, liso. Enquanto brinca, aprende: quando corre atrás de uma bola, empina uma pipa, rola pelo chão, pula corda, está explorando o espaço à sua volta e vivenciando a passagem do tempo.
É importante que a criança possa brincar sozinha e em grupo, preferencialmente com crianças de idade próximas. Desse modo ela tem possibilidade, também, de ampliar sua consciência de si mesma, pois pode saber como ela é num grupo que é mais receptivo, num outro que é mais agressivo, num que ela é líder, num outro em que é liderada, etc. Lidando com as diferenças, ela amplia seu campo de vivências.
Alguns cuidados devem ser tomados com esta relação da criança com o brinquedo, brincar deve ser divertido, prazeroso e não tarefa, o brinquedo deve estar de acordo com o interesse da criança.
A brincadeira contribui de forma espetacular para a construção da auto-imagem positiva. Pode-se superar e ressignificar diferentes objetos internalizados, assumindo novos papéis ou mesmo brincando com o já caracterizado. Ao brincar, por exemplo, de casinha a criança precisa conhecer como é uma casa, quem são seus personagens, interioriza modelos, desempenha certa função social, condutas, estabelece vínculos, exercita a sua autonomia, troca com seus pares, experimenta emoções, cria e recria, assume papéis, seu corpo expressa a realidade externa, assume gestos e palavras da pessoa que representa. Vive intensamente a sua realidade interna.
O jogo proporciona ao sujeito ritmo, harmonia, ordem, estética, tempo, espaço, tensão contraste, variação, solução equilíbrio e união. As brincadeiras folclóricas de trava língua nos permitem constatar o ritmo, a harmonia e ordem existente. Os jogos de adivinhações, ou mesmo brincadeiras do tipo "o que é o que é?" sua origem é remota e ainda hoje exerce tamanha fascinação.
Brinca-se com jogos de cartas, com dados, com dominó, jogo da memória, com jogos de tabuleiros, com jogos de imagem, brinca-se com jogos de palavras, de adivinhações, brinca-se com o corpo, com a destreza física, a rapidez do raciocínio, joga-se com estratégias, com sorte, com organização. O ser humano joga durante toda a sua vida.
Ao jogar uma partida de qualquer jogo observa-se as operações requeridas do sujeito. É importante observar que nos jogos e na vida, no dia a dia, as mesmas operações são requisitadas, assim ao jogar o sujeito exercita-se cognitivamente, socialmente e afetivamente, pois o seu desejo de jogar é determinante para que o possa fazer.
O jogar, não implica apenas a questão de regra, da competição, da brincadeira em si, o jogo envolve muito mais a forma como se vê e entende.
Enquanto brinca a criança tem a oportunidade de organizar seu mundo seguindo seus próprios passos e utilizando melhor seus recursos. Brincar é uma necessidade do ser humano; quando brinca ele pode aprender de um modo mais profundo, flexibilizando pensamentos, pode criar e re-criar seu tempo e espaço, consegue adaptar-se melhor às modificações na vida real podendo incorporar novos conhecimentos e atitudes, a criança tem a oportunidade de experimentar o objeto de conhecimento, explorá-lo, descobri-lo, criá-lo. Nos momentos de brincadeira a criança pode pensar livremente, pode ousar imaginar, nesta hora é livre para criar, não tem medo de errar, brinca com a possibilidade, a capacidade de lidar com símbolos aqui se torna primordial, brincar e imaginar que um pedaço de pano é o que ele quer que seja.
Brincar pode ser entendido como mudança de significado, como movimento, tem uma linguagem, é um projeto de ação. Brincando molda-se a subjetividade do ser humano, cunha-se a realidade e estabelece-se um tempo e espaço. Brincar é criar, criar uma forma não convencional de utilizar objetos, materiais, idéias, imaginar. É inventar o próprio tempo e espaço, um espaço privilegiado que proporciona à criança, como sujeito, a oportunidade de viver entre o princípio do prazer e o princípio da realidade onde a criança vai, lentamente, estabelecendo vínculos, brincando com os objetos externos e internos num processo de trocas intensas com a realidade e com a fantasia. Mais importante de que utilizar de brinquedos e brincadeiras é o bom professor sabê-lo usá-lo de forma consciente, estando alerta para os riscos do excessivo uso de jogos didáticos que desvirtuam tanto as tarefas do ensino como a natureza do jogo.
REFERÊNCIAS
• BROUGERE, Gilles. Jogos e educação. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.
• CHATEAU, Jean. O jogo e a criança. São Paulo: Summus, 1987.
• LIMA, Jaqueline da Silva. A importância do brincar e do brinquedo para crianças de três a quatro anos na educação infantil. Pedagogia em Foco, Rio de Janeiro, 2006. Disponível em:. Acesso em: 28/05/2011.
ALUNA: Luciandréa de Camargo, Nº 27, 3º N.A
RESUMO: A IMPORTÂNCIA DO BRINQUEDO NA EDUCAÇÃO INFANTIL
Brincar não é perder tempo, é ganhá-lo.
É triste ter meninos sem escola,
mas mais triste é vê-los enfileirados em salas sem ar,
com exercícios estéreis,
sem valor para a formação humana.
(CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE)
É no século XVIII que acontece a popularização dos jogos educativos. Antes restritos aos príncipes e nobres, agora se tornam veículos de divulgação, crítica e doutrinação popular. Abre-se, assim, um espaço propício ao nascimento da Psicologia Infantil, que desabrocha, no século XX, com a produção de pesquisas e teorias que discutem a importância do ato de brincar para a construção de representações infantis. Estudos e pesquisas de caráter psicogenético, encabeçados por PIAGET, BRUNER, VIGOTSKY, entre outros, fecundam relevantes pressupostos para a construção de representações infantis relacionadas às diversas áreas do conteúdo, influenciando as atividades curriculares dos novos tempos.
Mas é com FROEBEL que o jogo, entendido como objeto e ação de brincar, passa a fazer parte da história da educação pré-escolar. Partindo do pressuposto de que, manipulando e brincando com materiais como bola, cubo e cilindro, montando e desmontando cubos, a criança estabelece relações matemáticas e adquire noções primárias de Física e Metafísica. Aliado a utilização de materiais educativos, que denomina dons, ao canto e às ocupações manuais (recorte, colagem, tecelagem, dobradura etc.), o pai das atuais caixas de construção elabora uma proposta curricular para a pré-escola que contém, em seu bojo, a relevância do brinquedo." Brincar é uma ação que ocorre no campo da imaginação, assim, ao brincar estar-se-á fazendo uso da linguagem simbólica. Poder brincar já é um processo terapêutico, brinca-se com o que não se pode entender, brinca-se para poder entender melhor e brinca-se para ressignificar a vida. Na brincadeira o sujeito exercita-se cognitivamente, socialmente e efetivamente. Brincar é vital, primordial e essencial, pois, esta é a maneira que o sujeito humano, na saúde, utiliza para se estruturar como sujeito da emoção, da razão e da relação.
O jogo, em seu sentido integral, é o mais eficiente meio estimulador das inteligências. O espaço do jogo permite que a criança realize tudo quanto deseja. Quando entretido em um jogo, o indivíduo é quem quer ser, ordena o que quer ordenar, decide sem restrições. Graças a ele, pode obter a satisfação simbólica do desejo de ser grande, do anseio em ser livre. Socialmente, o jogo impõe o controle dos impulsos, a aceitação das regras, mas sem que se aliene a elas, posto que, são as mesmas estabelecidas pelos que jogam e não impostas por qualquer estrutura alienante. Brincando com sua espacialidade, a criança se envolve na fantasia e constrói um atalho entre o mundo inconsciente, onde desejaria viver, e o mundo real, onde precisa conviver. O jogo não é uma tarefa imposta, não se liga a interesses materiais imediatos, mas absorve a criança, estabelece limites próprios de tempo e de espaço, cria a ordem e equilibra ritmo com harmonia.
A fantasia do brincar caracteriza a didática a ser desenvolvida para faixa de idade da educação infantil, o que determina focar o espaço para o lúdico. Certamente, todos os professores que atuam em classes iniciais (creche, jardim de infância e mesmo as primeiras séries do ensino fundamental) já terão passado pela experiência de observar os seus alunos em atitudes, no mínimo, curiosas: conversam com brinquedos e objetos como se vidas tivessem, transformam terra, pedras, papéis em comidinha e servem para os amigos, assumem personalidades de outras pessoas tratando de doentes como se médicos fossem ensinados aos seus alunos como os professores, cuidando dos filhos, igual aos pais, conversando como comadres...
Brincar é um ato tão espontâneo e natural para a criança quanto comer dormir, andar ou falar. Basta observar um bebê nas diferentes fases de seu crescimento para confirmar tal fato: logo que descobre as próprias mãos, brincar com elas; a descoberta dos pés é outro brinquedo fascinante; diverte-se com a voz quando balbucia os primeiros sons; cospe a chupeta ou o alimento vezes seguidas; atira, incansavelmente, um objeto ao chão, desafiando a paciência de quem o apanha; levanta-se e torna a cair entretendo-se com isto; pula sem parar; corre sem se cansar. É brincando que a criança conhece a si e ao mundo: quando mexe com as mãos e os pés, segura a chupeta ou um brinquedo, seja levando-os à boca, sacudindo ou atirando-os longe, vai descobrindo suas próprias possibilidades e conhecendo os elementos do mundo exterior através da comparação de suas características, tais como, macio, duro, leve, pesado, grande, pequeno, áspero, liso. Enquanto brinca, aprende: quando corre atrás de uma bola, empina uma pipa, rola pelo chão, pula corda, está explorando o espaço à sua volta e vivenciando a passagem do tempo.
É importante que a criança possa brincar sozinha e em grupo, preferencialmente com crianças de idade próximas. Desse modo ela tem possibilidade, também, de ampliar sua consciência de si mesma, pois pode saber como ela é num grupo que é mais receptivo, num outro que é mais agressivo, num que ela é líder, num outro em que é liderada, etc. Lidando com as diferenças, ela amplia seu campo de vivências.
Alguns cuidados devem ser tomados com esta relação da criança com o brinquedo, brincar deve ser divertido, prazeroso e não tarefa, o brinquedo deve estar de acordo com o interesse da criança.
A brincadeira contribui de forma espetacular para a construção da auto-imagem positiva. Pode-se superar e ressignificar diferentes objetos internalizados, assumindo novos papéis ou mesmo brincando com o já caracterizado. Ao brincar, por exemplo, de casinha a criança precisa conhecer como é uma casa, quem são seus personagens, interioriza modelos, desempenha certa função social, condutas, estabelece vínculos, exercita a sua autonomia, troca com seus pares, experimenta emoções, cria e recria, assume papéis, seu corpo expressa a realidade externa, assume gestos e palavras da pessoa que representa. Vive intensamente a sua realidade interna.
O jogo proporciona ao sujeito ritmo, harmonia, ordem, estética, tempo, espaço, tensão contraste, variação, solução equilíbrio e união. As brincadeiras folclóricas de trava língua nos permitem constatar o ritmo, a harmonia e ordem existente. Os jogos de adivinhações, ou mesmo brincadeiras do tipo "o que é o que é?" sua origem é remota e ainda hoje exerce tamanha fascinação.
Brinca-se com jogos de cartas, com dados, com dominó, jogo da memória, com jogos de tabuleiros, com jogos de imagem, brinca-se com jogos de palavras, de adivinhações, brinca-se com o corpo, com a destreza física, a rapidez do raciocínio, joga-se com estratégias, com sorte, com organização. O ser humano joga durante toda a sua vida.
Ao jogar uma partida de qualquer jogo observa-se as operações requeridas do sujeito. É importante observar que nos jogos e na vida, no dia a dia, as mesmas operações são requisitadas, assim ao jogar o sujeito exercita-se cognitivamente, socialmente e afetivamente, pois o seu desejo de jogar é determinante para que o possa fazer.
O jogar, não implica apenas a questão de regra, da competição, da brincadeira em si, o jogo envolve muito mais a forma como se vê e entende.
Enquanto brinca a criança tem a oportunidade de organizar seu mundo seguindo seus próprios passos e utilizando melhor seus recursos. Brincar é uma necessidade do ser humano; quando brinca ele pode aprender de um modo mais profundo, flexibilizando pensamentos, pode criar e re-criar seu tempo e espaço, consegue adaptar-se melhor às modificações na vida real podendo incorporar novos conhecimentos e atitudes, a criança tem a oportunidade de experimentar o objeto de conhecimento, explorá-lo, descobri-lo, criá-lo. Nos momentos de brincadeira a criança pode pensar livremente, pode ousar imaginar, nesta hora é livre para criar, não tem medo de errar, brinca com a possibilidade, a capacidade de lidar com símbolos aqui se torna primordial, brincar e imaginar que um pedaço de pano é o que ele quer que seja.
Brincar pode ser entendido como mudança de significado, como movimento, tem uma linguagem, é um projeto de ação. Brincando molda-se a subjetividade do ser humano, cunha-se a realidade e estabelece-se um tempo e espaço. Brincar é criar, criar uma forma não convencional de utilizar objetos, materiais, idéias, imaginar. É inventar o próprio tempo e espaço, um espaço privilegiado que proporciona à criança, como sujeito, a oportunidade de viver entre o princípio do prazer e o princípio da realidade onde a criança vai, lentamente, estabelecendo vínculos, brincando com os objetos externos e internos num processo de trocas intensas com a realidade e com a fantasia. Mais importante de que utilizar de brinquedos e brincadeiras é o bom professor sabê-lo usá-lo de forma consciente, estando alerta para os riscos do excessivo uso de jogos didáticos que desvirtuam tanto as tarefas do ensino como a natureza do jogo.
REFERÊNCIAS
• BROUGERE, Gilles. Jogos e educação. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.
• CHATEAU, Jean. O jogo e a criança. São Paulo: Summus, 1987.
• LIMA, Jaqueline da Silva. A importância do brincar e do brinquedo para crianças de três a quatro anos na educação infantil. Pedagogia em Foco, Rio de Janeiro, 2006. Disponível em:
QUADRO COMPARATIVO DA METODOLOGIA DO ENSINO DE GEOGRAFIA NO ENSINO FUNDAMENTAL ENTRE HELOISA DUPAS PENTEADO E A SECRETARIA MUNICIPAL DE TELEMACO BORBA
METODOLOGIA DO ENSINO DE GEOGRAFIA
QUADRO COMPARATIVO DA METODOLOGIA DO ENSINO DE GEOGRAFIA NO ENSINO FUNDAMENTAL ENTRE HELOISA DUPAS PENTEADO E A SECRETARIA MUNICIPAL DE TELEMACO BORBA
TURMA: 2º SÉRIE
Heloísa Dupas Penteado sistematiza os conteúdos de forma a se trabalhar a questão do ensino propriamente da geografia no ensino fundamental, seus conteúdos são importantes, pois abrangem as relações sociais, o tempo, datas de interesse do aluno, de sua localidade, de seu país... Seguindo numa crescente do menor para o maior e também calendários, o espaço a natureza e a cultura. Sua proposta se faz interessante ao se pensar no momento de planejamento das aulas, uma vez, que apresenta uma seqüência, uma lógica, uma coerência em o que e como trabalhar, facilitando assim ao professor no momento de planejar suas aulas e transmitir os conhecimentos científicos necessários aos alunos
O diferencial da proposta da Secretaria é que seu campo de visão é mais abrangente na questão de formação de cidadãos críticos e atuantes em seu meio, a proposta é trabalhar além da geografia, é estudar a natureza e a sociedade, desta forma trabalha-se ciências, história e geografia interligados, fornecendo ao aluno infinitas possibilidades para seu desenvolvimento.
Percebe-se que nesta proposta, os conteúdos científicos são inseridos de forma a criar pontes do aluno ao conhecimento, sendo este aluno parte de todo o processo e agente do mesmo.
Ao se trabalhar o estudo da natureza e sociedade, embasamos nossos alunos para que olhem ao seu redor de forma crítica e saibam se posicionar nos grupos humanos, em suas relações, em sua história com suas formas de organização, e para que além disso, sintam-se preparado e capazes de resolver seus conflitos, em diferentes épocas e locais, observando, estudando, entendendo, discordando ou concordando, logo mudando, transformando, conscientes de seu papel, suas ações e também conseqüências das mesmas. Talvez aqui possamos enfatizar a questão negativa ao se pensar no planejamento destas aulas no momento de transmissão dos conhecimentos, uma vez que nessa proposta não existe uma separação clara e objetiva de como e o que se trabalhar, resultando num maior exigência do professor para saber distingui-las e ao mesmo tempo interligá-las de modo que não venha a desfavorecer o aluno e prejudicá-lo em seu desenvolvimento.
QUADRO COMPARATIVO DA METODOLOGIA DO ENSINO DE GEOGRAFIA NO ENSINO FUNDAMENTAL ENTRE HELOISA DUPAS PENTEADO E A SECRETARIA MUNICIPAL DE TELEMACO BORBA
TURMA: 2º SÉRIE
Heloísa Dupas Penteado sistematiza os conteúdos de forma a se trabalhar a questão do ensino propriamente da geografia no ensino fundamental, seus conteúdos são importantes, pois abrangem as relações sociais, o tempo, datas de interesse do aluno, de sua localidade, de seu país... Seguindo numa crescente do menor para o maior e também calendários, o espaço a natureza e a cultura. Sua proposta se faz interessante ao se pensar no momento de planejamento das aulas, uma vez, que apresenta uma seqüência, uma lógica, uma coerência em o que e como trabalhar, facilitando assim ao professor no momento de planejar suas aulas e transmitir os conhecimentos científicos necessários aos alunos
O diferencial da proposta da Secretaria é que seu campo de visão é mais abrangente na questão de formação de cidadãos críticos e atuantes em seu meio, a proposta é trabalhar além da geografia, é estudar a natureza e a sociedade, desta forma trabalha-se ciências, história e geografia interligados, fornecendo ao aluno infinitas possibilidades para seu desenvolvimento.
Percebe-se que nesta proposta, os conteúdos científicos são inseridos de forma a criar pontes do aluno ao conhecimento, sendo este aluno parte de todo o processo e agente do mesmo.
Ao se trabalhar o estudo da natureza e sociedade, embasamos nossos alunos para que olhem ao seu redor de forma crítica e saibam se posicionar nos grupos humanos, em suas relações, em sua história com suas formas de organização, e para que além disso, sintam-se preparado e capazes de resolver seus conflitos, em diferentes épocas e locais, observando, estudando, entendendo, discordando ou concordando, logo mudando, transformando, conscientes de seu papel, suas ações e também conseqüências das mesmas. Talvez aqui possamos enfatizar a questão negativa ao se pensar no planejamento destas aulas no momento de transmissão dos conhecimentos, uma vez que nessa proposta não existe uma separação clara e objetiva de como e o que se trabalhar, resultando num maior exigência do professor para saber distingui-las e ao mesmo tempo interligá-las de modo que não venha a desfavorecer o aluno e prejudicá-lo em seu desenvolvimento.
JOGOS DE MOVIMENTO
METODOLOGIA ENSINO DE EDUCAÇÃO FÍSICA
ALUNA: Luciandréa de Camargo – Nº 27 – 3º N.A
JOGOS DE MOVIMENTO
MEU ESPELHO
Formação: em duplas.
Desenvolvimento: O professor explica que uma das crianças será o espelho do outro (a que imitará os gestos), isto é, todo gesto que um fizer, seu par deverá imitá-lo. O professor dá um sinal de início para começar a brincadeira. Sugestão: use música instrumental com ritmos variados para deixar a brincadeira mais divertida. Depois, o professor pedirá para que as crianças troquem os papéis.
O BARBANTE MALUCO
Formação: duas equipes de crianças em fila e dois rolos de barbante.
Desenvolvimento: Explicar a brincadeira antes. Ao sinal do professor, a primeira criança de cada equipe, passará o barbante pela sua cintura, dando três voltas, e entregará o rolo ao colega de trás, que fará o mesmo, e assim por diante, até chegar à última criança da equipe.
Quando a última terminar, começará a desenrolar o barbante da cintura, enrolando-o outra vez no rolo, e assim sucessivamente, até chegar de novo na primeira criança. Será vencedora a equipe que apresentar ao professor o rolo de barbante novamente enrolado.
MAQUINISTA DO TREM
Objetivos: Experimentar giros, mudanças de sentido e de direção; coordenar deslocamentos próprios com os do grupo; ter a capacidade de dirigir e de acompanhar os outros; aprender a mudar de papel com a rapidez de um estímulo.
Desenvolvimento: pandeiro (material). Formam-se grupos de 5 ou 6 crianças. Com uma criança atrás da outra, cada grupo simula ser um trem, com um maquinista na frente.
Cada trem se deslocará por todo o espaço, livremente, acompanhando o ritmo marcado pelo pandeiro. O adulto anunciará mudanças de direção, indicando quando girar para um lado ou para o outro, quando andar reto para frente ou para trás, etc. Ao sinal "mudança de maquinista!", o trem girará sobre si próprio e haverá uma mudança de sentido na direção do trem. O último vagão passará a ser o maquinista
O BALÃO NÃO PODE CAIR...
Objetivos: reforçar o equilíbrio com diferentes pontos de apoio do corpo; adequar as posturas para bater; sincronizar o movimento de queda do balão com o movimento de coordenação óculo-segmentário (bater no balão com alguma parte do corpo).
Desenvolvimento: Encher balões coloridos (bexigas de borracha). As crianças se colocarão livremente no espaço, de forma que uma não interfira na atividade da outra. Se quiser, pode usar uma música para alegrar a atividade.
Com um balão na mão, cada criança experimenta movimentá-lo batendo de diferentes maneiras e com maior número de partes do corpo, tentando evitar que ele encoste-se ao chão. Cada um deve prestar atenção em seu balão, sem bater nos outros
MACADO DISSE...
Objetivo: Trabalhar o esquema corporal e desenvolver a percepção auditiva.
Como brincar: As crianças ficam em fila, uma ao lado da outra, de frente para quem comanda a brincadeira.
O professor (a) diz:
- Vocês só devem fazer o movimento quando eu falar "macaco disse".
Em seguida, o professor (a) dirá (fale frase de cada vez e espere as crianças realizarem o movimento):
- Macaco disse: mãos na cintura.
- Macaco disse: mãos na cabeça.
- Macaco disse: faça careta.
- Macaco disse: pule para trás.
De vez em quando, diga o comando sem começar com "macaco disse", pois sem o comando o movimento não deverá acontecer.
PS: Pode-se usar um fantoche (ou macaquinho de pelúcia) para ajudar na brincadeira. Quando não falar "macaco disse", coloque o boneco atrás de você
REFERÊNCIA: Blog de Ivanise Meyer – Baú de Idéias, retirado em 28/05/2011
ALUNA: Luciandréa de Camargo – Nº 27 – 3º N.A
JOGOS DE MOVIMENTO
MEU ESPELHO
Formação: em duplas.
Desenvolvimento: O professor explica que uma das crianças será o espelho do outro (a que imitará os gestos), isto é, todo gesto que um fizer, seu par deverá imitá-lo. O professor dá um sinal de início para começar a brincadeira. Sugestão: use música instrumental com ritmos variados para deixar a brincadeira mais divertida. Depois, o professor pedirá para que as crianças troquem os papéis.
O BARBANTE MALUCO
Formação: duas equipes de crianças em fila e dois rolos de barbante.
Desenvolvimento: Explicar a brincadeira antes. Ao sinal do professor, a primeira criança de cada equipe, passará o barbante pela sua cintura, dando três voltas, e entregará o rolo ao colega de trás, que fará o mesmo, e assim por diante, até chegar à última criança da equipe.
Quando a última terminar, começará a desenrolar o barbante da cintura, enrolando-o outra vez no rolo, e assim sucessivamente, até chegar de novo na primeira criança. Será vencedora a equipe que apresentar ao professor o rolo de barbante novamente enrolado.
MAQUINISTA DO TREM
Objetivos: Experimentar giros, mudanças de sentido e de direção; coordenar deslocamentos próprios com os do grupo; ter a capacidade de dirigir e de acompanhar os outros; aprender a mudar de papel com a rapidez de um estímulo.
Desenvolvimento: pandeiro (material). Formam-se grupos de 5 ou 6 crianças. Com uma criança atrás da outra, cada grupo simula ser um trem, com um maquinista na frente.
Cada trem se deslocará por todo o espaço, livremente, acompanhando o ritmo marcado pelo pandeiro. O adulto anunciará mudanças de direção, indicando quando girar para um lado ou para o outro, quando andar reto para frente ou para trás, etc. Ao sinal "mudança de maquinista!", o trem girará sobre si próprio e haverá uma mudança de sentido na direção do trem. O último vagão passará a ser o maquinista
O BALÃO NÃO PODE CAIR...
Objetivos: reforçar o equilíbrio com diferentes pontos de apoio do corpo; adequar as posturas para bater; sincronizar o movimento de queda do balão com o movimento de coordenação óculo-segmentário (bater no balão com alguma parte do corpo).
Desenvolvimento: Encher balões coloridos (bexigas de borracha). As crianças se colocarão livremente no espaço, de forma que uma não interfira na atividade da outra. Se quiser, pode usar uma música para alegrar a atividade.
Com um balão na mão, cada criança experimenta movimentá-lo batendo de diferentes maneiras e com maior número de partes do corpo, tentando evitar que ele encoste-se ao chão. Cada um deve prestar atenção em seu balão, sem bater nos outros
MACADO DISSE...
Objetivo: Trabalhar o esquema corporal e desenvolver a percepção auditiva.
Como brincar: As crianças ficam em fila, uma ao lado da outra, de frente para quem comanda a brincadeira.
O professor (a) diz:
- Vocês só devem fazer o movimento quando eu falar "macaco disse".
Em seguida, o professor (a) dirá (fale frase de cada vez e espere as crianças realizarem o movimento):
- Macaco disse: mãos na cintura.
- Macaco disse: mãos na cabeça.
- Macaco disse: faça careta.
- Macaco disse: pule para trás.
De vez em quando, diga o comando sem começar com "macaco disse", pois sem o comando o movimento não deverá acontecer.
PS: Pode-se usar um fantoche (ou macaquinho de pelúcia) para ajudar na brincadeira. Quando não falar "macaco disse", coloque o boneco atrás de você
REFERÊNCIA: Blog de Ivanise Meyer – Baú de Idéias, retirado em 28/05/2011
domingo, 22 de maio de 2011
sábado, 21 de maio de 2011
Aberto cadastramento para egressos da Vizivali
(20/05/2011)
Aberto cadastramento para egressos da Vizivali
Está aberto, a partir desta sexta-feira, dia 20, na página na internet da Secretaria de Estado da Educação (Seed), o cadastramento para todos os professores e alunos que concluíram o Programa de Capacitação para Docência ofertado pela Faculdade Vizivali. Esse é o primeiro passo que levará ao reconhecimento dos diplomas de cerca de 35 mil professores paranaenses. O cadastramento ficará disponível até o próximo dia 30 de maio e é obrigatório para a inclusão do aluno nos procedimentos estabelecidos para a solução do caso.
O deputado estadual Péricles de Mello (PT), que assumiu na Assembleia Legislativa a luta dos professores pelos seus diplomas e acompanha o caso de perto, está confiante de que as medidas anunciadas colocarão um ponto final no problema que se arrasta há anos.
Foram abertas duas turmas pelo Programa de Capacitação, em 2003 e 2005. “Os professores merecem toda consideração, pois tiveram boa fé ao se inscreverem no Programa da Vizivali, aprovado pelo Conselho Estadual de Educação”, defende Péricles.
É importante que os professores leiam com atenção o formulário e preencham corretamente o cadastro com todas as informações solicitadas. O objetivo é identificar o quadro real da situação acadêmica e funcional de cada inscrito, esteja ele atuando ou não como professor. O sistema também permite correções durante todo o processo de preenchimento.
Segundo a Seed, será possível fazer um mapeamento das regiões onde se concentram os professores para verificar quantos polos serão necessários disponibilizar. As informações também servirão para que as universidades estaduais organizem a metodologia de trabalho.
É indispensável que todos façam o cadastramento, mesmo aqueles que fizeram complementação ou pós-graduação em outras instituições.
Acesse link do cadastro no final desta página.
Definições
Uma proposta de solução foi debatida entre a Seed, a Secretaria de Estado da Ciência e Tecnologia, juntamente com representantes das Universidades Estaduais do Paraná.
Ficou acertado que haverá um aproveitamento e complementação dos estudos da Vizivali. Para aqueles que fizeram complementação em outras instituições de ensino superior, como no caso da Universidade Castelo Branco (UCB) e da Universidade Luterana do Brasil (ULBRA), a Seed deve aceitar os diplomas expedidos por essas instituições de imediato, sem necessidade dos professores fazerem novos estudos.
O deputado Péricles destaca que a solução apresentada pela Secretaria é a concretização das propostas que defendeu desde o governo anterior, reconhecendo a complementação da UCB e ULBRA, e os estudos feitos pelos professores, ofertando uma complementação mais curta.
Complementação
A carga horária ainda não está fechada, mas o tempo da complementação será de no máximo um ano, com cerca de 1.300 horas-aula e previsão de início em agosto desse ano. A carga horária poderá ser reduzida, pois as universidades estaduais terão autonomia para analisar o currículo de cada professor para fazer aproveitamento de disciplinas.
Um termo de ajuste de conduta, a ser homologado pelo Estado, deve garantir direitos dos professores, como de assumir vaga em concurso, avanço na carreira e estabilidade nos empregos até receberem seus diplomas.
Clique aqui para acessar o cadastro na página da Seed. Dúvidas sobre o preenchimento do cadastro podem ser tiradas pelo telefone 0800 645 1521.
O mandato do deputado Péricles também está à disposição para mais informações pelo telefone (41) 3350-4250.
Aberto cadastramento para egressos da Vizivali
Está aberto, a partir desta sexta-feira, dia 20, na página na internet da Secretaria de Estado da Educação (Seed), o cadastramento para todos os professores e alunos que concluíram o Programa de Capacitação para Docência ofertado pela Faculdade Vizivali. Esse é o primeiro passo que levará ao reconhecimento dos diplomas de cerca de 35 mil professores paranaenses. O cadastramento ficará disponível até o próximo dia 30 de maio e é obrigatório para a inclusão do aluno nos procedimentos estabelecidos para a solução do caso.
O deputado estadual Péricles de Mello (PT), que assumiu na Assembleia Legislativa a luta dos professores pelos seus diplomas e acompanha o caso de perto, está confiante de que as medidas anunciadas colocarão um ponto final no problema que se arrasta há anos.
Foram abertas duas turmas pelo Programa de Capacitação, em 2003 e 2005. “Os professores merecem toda consideração, pois tiveram boa fé ao se inscreverem no Programa da Vizivali, aprovado pelo Conselho Estadual de Educação”, defende Péricles.
É importante que os professores leiam com atenção o formulário e preencham corretamente o cadastro com todas as informações solicitadas. O objetivo é identificar o quadro real da situação acadêmica e funcional de cada inscrito, esteja ele atuando ou não como professor. O sistema também permite correções durante todo o processo de preenchimento.
Segundo a Seed, será possível fazer um mapeamento das regiões onde se concentram os professores para verificar quantos polos serão necessários disponibilizar. As informações também servirão para que as universidades estaduais organizem a metodologia de trabalho.
É indispensável que todos façam o cadastramento, mesmo aqueles que fizeram complementação ou pós-graduação em outras instituições.
Acesse link do cadastro no final desta página.
Definições
Uma proposta de solução foi debatida entre a Seed, a Secretaria de Estado da Ciência e Tecnologia, juntamente com representantes das Universidades Estaduais do Paraná.
Ficou acertado que haverá um aproveitamento e complementação dos estudos da Vizivali. Para aqueles que fizeram complementação em outras instituições de ensino superior, como no caso da Universidade Castelo Branco (UCB) e da Universidade Luterana do Brasil (ULBRA), a Seed deve aceitar os diplomas expedidos por essas instituições de imediato, sem necessidade dos professores fazerem novos estudos.
O deputado Péricles destaca que a solução apresentada pela Secretaria é a concretização das propostas que defendeu desde o governo anterior, reconhecendo a complementação da UCB e ULBRA, e os estudos feitos pelos professores, ofertando uma complementação mais curta.
Complementação
A carga horária ainda não está fechada, mas o tempo da complementação será de no máximo um ano, com cerca de 1.300 horas-aula e previsão de início em agosto desse ano. A carga horária poderá ser reduzida, pois as universidades estaduais terão autonomia para analisar o currículo de cada professor para fazer aproveitamento de disciplinas.
Um termo de ajuste de conduta, a ser homologado pelo Estado, deve garantir direitos dos professores, como de assumir vaga em concurso, avanço na carreira e estabilidade nos empregos até receberem seus diplomas.
Clique aqui para acessar o cadastro na página da Seed. Dúvidas sobre o preenchimento do cadastro podem ser tiradas pelo telefone 0800 645 1521.
O mandato do deputado Péricles também está à disposição para mais informações pelo telefone (41) 3350-4250.
sexta-feira, 20 de maio de 2011
PLANO DE TRABALHO - CIENCIAS - FRUTAS, VERDURAS E LEGUMES
METODOLOGIA ENSINO DE CIÊNCIAS/PLANO DE TRABALHO
ALUNAS: Jacqueline E. Carneiro e Luciandréa Camargo
: 1º ANO DO 1º CICLO (6 ANOS) CONTEÚDO: Saúde e qualidade de vida: hábitos de alimentação saudável: verduras, legumes e frutas, releitura de obra de arte
ÁREAS DO CONHECIMENTO: Arte, Linguagem oral e escrita, Natureza e Sociedade (ciências)
OBJETIVOS:
- Desenvolver a consciência de bons hábitos alimentares
- Diferenciar frutas, verduras e legumes
- Estimular a criatividade e raciocínio do aluno
- Trabalhar noção de algumas cores
DESENVOLVIMENTO Iniciaremos com uma roda de conversa, indagando sobre o que o aluno e seus familiares costumam e gostam de comer, o que é alimentação saudável e o gosto pelas frutas, verduras e legumes.
• 1º atividade: Texto coletivo, onde o professor será o escriba e os alunos farão o registro no caderno (indagar questões como: o que é alimentação saudável, por que é importante ter uma alimentação saudável, diferenças entre: VERDURAS que são caules e folhas como alface, agrião, brócolis, etc.). FRUTAS que são alimentos que oferecem variedades de sabores, aromas e propriedades nutricionais, como laranja, morango, melancia e LEGUMES que são raízes (cebola, cenoura)
• Aplicar 2º atividade impressa
ENUNCIADO: Aprendemos que é muito importante ter uma alimentação saudável para crescermos fortes e nos desenvolvermos, fizemos um texto coletivo sobre as verduras que possuem caules e folhas como, por exemplo, o alface, sobre as frutas que possuem muitos nutrientes como, por exemplo, a laranja e também sobre os legumes que são as raízes como por exemplo a cenoura e que todos são muitos importantes para nossa alimentação, agora vamos desenhar e pintar as frutas, verduras e legumes que mais gostamos?
• Brincar do jogo da memória utilizando a imagem da onça: em suas pintas teremos figuras de frutas, verduras e legumes, aqui também utilizaremos cores diferentes nas pintas intencionalmente para se trabalhar as cores, dispor um tempo para o aluno brincar e interagir:
• Apresentar para analise dos alunos a obra do pintor Arcimboldo Giuseppe (em anexo) e propor uma releitura:
Enunciado: Conhecemos a obra do pintor Giuseppe Arcimboldo, nela pudemos observar que o pintor utilizou frutas, verduras e legumes em sua construção, agora é a sua vez! Logo abaixo temos várias figuras de verduras, legumes e frutas, vamos colorir recortar e montar nossa própria obra de obra de arte?
ALUNAS: Jacqueline E. Carneiro e Luciandréa Camargo
: 1º ANO DO 1º CICLO (6 ANOS) CONTEÚDO: Saúde e qualidade de vida: hábitos de alimentação saudável: verduras, legumes e frutas, releitura de obra de arte
ÁREAS DO CONHECIMENTO: Arte, Linguagem oral e escrita, Natureza e Sociedade (ciências)
OBJETIVOS:
- Desenvolver a consciência de bons hábitos alimentares
- Diferenciar frutas, verduras e legumes
- Estimular a criatividade e raciocínio do aluno
- Trabalhar noção de algumas cores
DESENVOLVIMENTO Iniciaremos com uma roda de conversa, indagando sobre o que o aluno e seus familiares costumam e gostam de comer, o que é alimentação saudável e o gosto pelas frutas, verduras e legumes.
• 1º atividade: Texto coletivo, onde o professor será o escriba e os alunos farão o registro no caderno (indagar questões como: o que é alimentação saudável, por que é importante ter uma alimentação saudável, diferenças entre: VERDURAS que são caules e folhas como alface, agrião, brócolis, etc.). FRUTAS que são alimentos que oferecem variedades de sabores, aromas e propriedades nutricionais, como laranja, morango, melancia e LEGUMES que são raízes (cebola, cenoura)
• Aplicar 2º atividade impressa
ENUNCIADO: Aprendemos que é muito importante ter uma alimentação saudável para crescermos fortes e nos desenvolvermos, fizemos um texto coletivo sobre as verduras que possuem caules e folhas como, por exemplo, o alface, sobre as frutas que possuem muitos nutrientes como, por exemplo, a laranja e também sobre os legumes que são as raízes como por exemplo a cenoura e que todos são muitos importantes para nossa alimentação, agora vamos desenhar e pintar as frutas, verduras e legumes que mais gostamos?
• Brincar do jogo da memória utilizando a imagem da onça: em suas pintas teremos figuras de frutas, verduras e legumes, aqui também utilizaremos cores diferentes nas pintas intencionalmente para se trabalhar as cores, dispor um tempo para o aluno brincar e interagir:
JOGO DA MEMÓRIA (em anexo)
• Apresentar para analise dos alunos a obra do pintor Arcimboldo Giuseppe (em anexo) e propor uma releitura:
Enunciado: Conhecemos a obra do pintor Giuseppe Arcimboldo, nela pudemos observar que o pintor utilizou frutas, verduras e legumes em sua construção, agora é a sua vez! Logo abaixo temos várias figuras de verduras, legumes e frutas, vamos colorir recortar e montar nossa própria obra de obra de arte?
• Pediremos aos alunos previamente uma fruta de sua preferência, onde faremos juntos, uma deliciosa salada de frutas
RECURSOS: Cartaz para compor texto coletivo, atividades impressas, fita adesiva para colagem de cartaz e desenhos releitura, onça em cartolina para jogo da memória, cola, lápis de cor, tesoura e frutas
AVALIAÇÃO: Será realizada pela participação, compreensão e assimilação na realização das atividades propostas
REFERENCIAS
• www.profjuce.blogspot.com.br, acesso em 07/05/2011
• SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO, Caderno Pedagógico: Ensino Fundamental, 2008, Ed. Propess Ltda.
ATIVIDADE AVALIATIVA - PESTALOZZI
TRABALHO SOLICITADO PELA DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO
1) Cada aluno é único, em uma sala de aula composta de vinte, trinta crianças, jamais existirá homogeneidade, sempre teremos alunos que necessitam de um tempo maior para assimilação e apropriação do conhecimento. Importante é o educador conhecer a fundo os estágios pelos quais as crianças passam, tanto para não queimar etapas da criança como, por exemplo, alfabetizá-la prematuramente, quanto tendo paciência e persistência com aqueles alunos que precisam de um tempo maior para desenvolver-se.
2) Diferente de uma postura de alfabetizar, ensinar cálculos e transmitir conhecimentos, cabe a o professor a sensibilidade de inicialmente pensar na preparação dos pequenos para que aconteça a apropriação dos conhecimentos, importante é, criar uma ambiente que favoreça isso, um aluno bem preparado torna-se um adulto com sucesso no futuro.
1) Cada aluno é único, em uma sala de aula composta de vinte, trinta crianças, jamais existirá homogeneidade, sempre teremos alunos que necessitam de um tempo maior para assimilação e apropriação do conhecimento. Importante é o educador conhecer a fundo os estágios pelos quais as crianças passam, tanto para não queimar etapas da criança como, por exemplo, alfabetizá-la prematuramente, quanto tendo paciência e persistência com aqueles alunos que precisam de um tempo maior para desenvolver-se.
2) Diferente de uma postura de alfabetizar, ensinar cálculos e transmitir conhecimentos, cabe a o professor a sensibilidade de inicialmente pensar na preparação dos pequenos para que aconteça a apropriação dos conhecimentos, importante é, criar uma ambiente que favoreça isso, um aluno bem preparado torna-se um adulto com sucesso no futuro.
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Solução para diplomas da Vizivali terá cadastramento e complementação
A Secretaria de Estado da Educação (Seed) definiu ações concretas para resolver o problema dos diplomas da Faculdade Vizivali. A Seed vai abrir um cadastramento, em breve, na sua página na internet, que deverá ser preenchido por todos os professores que concluíram o Programa de Capacitação para Docência da Vizivali.
A solução para o caso foi discutida durante uma reunião realizada na terça-feira desta semana, dia 10, com técnicos da Secretaria de Estado da Educação e representantes das universidades estaduais do Paraná.
Ficou acertado que haverá um aproveitamento e complementação dos estudos da Vizivali. Para aqueles que fizeram complementação em outras instituições de ensino superior, como no caso da Universidade Castelo Branco (UCB) e da Universidade Luterana do Brasil (ULBRA), a Seed deve aceitar os diplomas expedidos por essas instituições de imediato, sem necessidade dos professores fazerem novos estudos.
O deputado estadual Péricles de Mello (PT) se mostrou confiante com a boa vontade de todos os setores envolvidos nesse processo para se chegar a um consenso definitivo. “A solução apresentada pela Seed é a concretização das propostas que defendemos desde o governo anterior, reconhecendo a complementação da UCB e ULBRA, e os estudos feitos pelos professores, ofertando uma complementação mais curta”, declara Péricles.
Segundo o deputado os professores merecem um desfecho urgente desse caso para que conquistem seus diplomas de graduação. Todos receberão o diploma de pedagogos.
Complementação
Deputado Péricles (dir.) pede urgência na solução dos diplomas da Vizivali, em reunião com o secretário etadual de Educação, Flávio Arns (esq.)
De acordo com a Seed, esse cadastramento é necessário para conhecer o número total de participantes do Programa, além de fazer um mapeamento das regiões onde se concentram os professores para verificar quantos polos serão necessários disponibilizar. Essas informações servirão para que as universidades estaduais também organizem a metodologia de trabalho.
A carga horária também não está fechada, mas o tempo da complementação será de no máximo um ano, com 1.300 horas-aula e previsão de início em agosto desse ano. Essa carga horária poderá ser reduzida, pois as universidades estaduais terão autonomia para analisar o currículo de cada professor para fazer aproveitamento de disciplinas.
A Seed está trabalhando em algumas questões técnicas para consolidar todas as medidas apresentadas nos próximos dias.
Um termo de ajuste de conduta que deverá ser homologado pelo Estado também está sendo esperado pelos professores para garantir seus direitos, como de assumir vaga em concurso, avanço na carreira e estabilidade nos empregos até receberem seus diplomas.
Péricles destaca que os professores merecem toda consideração, pois tiveram boa fé ao se inscreverem no Programa da Vizivali, aprovado pelo Conselho Estadual de Educação. “Continuaremos defendendo o caso na Assembleia, acompanhando cada nova decisão”, finaliza o deputado.
A solução para o caso foi discutida durante uma reunião realizada na terça-feira desta semana, dia 10, com técnicos da Secretaria de Estado da Educação e representantes das universidades estaduais do Paraná.
Ficou acertado que haverá um aproveitamento e complementação dos estudos da Vizivali. Para aqueles que fizeram complementação em outras instituições de ensino superior, como no caso da Universidade Castelo Branco (UCB) e da Universidade Luterana do Brasil (ULBRA), a Seed deve aceitar os diplomas expedidos por essas instituições de imediato, sem necessidade dos professores fazerem novos estudos.
O deputado estadual Péricles de Mello (PT) se mostrou confiante com a boa vontade de todos os setores envolvidos nesse processo para se chegar a um consenso definitivo. “A solução apresentada pela Seed é a concretização das propostas que defendemos desde o governo anterior, reconhecendo a complementação da UCB e ULBRA, e os estudos feitos pelos professores, ofertando uma complementação mais curta”, declara Péricles.
Segundo o deputado os professores merecem um desfecho urgente desse caso para que conquistem seus diplomas de graduação. Todos receberão o diploma de pedagogos.
Complementação
Deputado Péricles (dir.) pede urgência na solução dos diplomas da Vizivali, em reunião com o secretário etadual de Educação, Flávio Arns (esq.)
De acordo com a Seed, esse cadastramento é necessário para conhecer o número total de participantes do Programa, além de fazer um mapeamento das regiões onde se concentram os professores para verificar quantos polos serão necessários disponibilizar. Essas informações servirão para que as universidades estaduais também organizem a metodologia de trabalho.
A carga horária também não está fechada, mas o tempo da complementação será de no máximo um ano, com 1.300 horas-aula e previsão de início em agosto desse ano. Essa carga horária poderá ser reduzida, pois as universidades estaduais terão autonomia para analisar o currículo de cada professor para fazer aproveitamento de disciplinas.
A Seed está trabalhando em algumas questões técnicas para consolidar todas as medidas apresentadas nos próximos dias.
Um termo de ajuste de conduta que deverá ser homologado pelo Estado também está sendo esperado pelos professores para garantir seus direitos, como de assumir vaga em concurso, avanço na carreira e estabilidade nos empregos até receberem seus diplomas.
Péricles destaca que os professores merecem toda consideração, pois tiveram boa fé ao se inscreverem no Programa da Vizivali, aprovado pelo Conselho Estadual de Educação. “Continuaremos defendendo o caso na Assembleia, acompanhando cada nova decisão”, finaliza o deputado.
sábado, 7 de maio de 2011
sexta-feira, 6 de maio de 2011
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Dinâmica Inicial (apresentação e sondagem)
ESTUDOS COMPLEMENTARES
• Iniciar informando meus dados aos alunos, tal apresentação se dá conforme as folhas de sulfite são fixadas no quadro (em anexo).
• Passar uma caixa entre os alunos, esta caixa contem diversas figuras recortadas, cada aluno escolhe duas figuras, após todos escolherem as figuras solicito um a um que venha a frente comigo e se apresente para os demais colegas e relate o porquê escolheu as referidas figuras, nesse momento caso o aluno se mostre acanhado, ou necessite de ajuda para se apresentar irei auxiliando.
• Entregar aos alunos atividade em anexo, nesse momento os alunos produzirão desenhos e pequenas frases.
• Todas as atividades serão fixadas em um cartaz que permanecerá na sala, para apreciação dos trabalhos pelos próprios alunos, sendo que posteriormente estas atividades serão substituídas por outras, sendo a antiga arquivada no portfólio.
• Registrarei no caderno minhas observações referente a cada aluno, ou seja, sua oralidade, atenção e compreensão, participação e escrita das atividades propostas.
RECURSOS: Folhas de sulfite, recorte de figuras, fotos, caixa de papelão, cola e lápis de cor, cartaz
• Iniciar informando meus dados aos alunos, tal apresentação se dá conforme as folhas de sulfite são fixadas no quadro (em anexo).
• Passar uma caixa entre os alunos, esta caixa contem diversas figuras recortadas, cada aluno escolhe duas figuras, após todos escolherem as figuras solicito um a um que venha a frente comigo e se apresente para os demais colegas e relate o porquê escolheu as referidas figuras, nesse momento caso o aluno se mostre acanhado, ou necessite de ajuda para se apresentar irei auxiliando.
• Entregar aos alunos atividade em anexo, nesse momento os alunos produzirão desenhos e pequenas frases.
• Todas as atividades serão fixadas em um cartaz que permanecerá na sala, para apreciação dos trabalhos pelos próprios alunos, sendo que posteriormente estas atividades serão substituídas por outras, sendo a antiga arquivada no portfólio.
• Registrarei no caderno minhas observações referente a cada aluno, ou seja, sua oralidade, atenção e compreensão, participação e escrita das atividades propostas.
RECURSOS: Folhas de sulfite, recorte de figuras, fotos, caixa de papelão, cola e lápis de cor, cartaz
ATIVIDADE AVALIATIVA: JOHN LOCKE
DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO
1) Locke acreditava que as crianças vêm o mundo sem nenhum conhecimento, mas já trazendo inclinações e principalmente um temperamento. O educador deveria observar as características emocionais do aluno para submetê-lo a diferentes métodos de aprendizado. Mesmo que as concepções de conhecimento do filosofo estejam parcialmente ultrapassadas, essa é uma recomendação que ainda pode ser levada em conta. Você como futuro educador acredita na importância de observar o temperamento dos alunos? Justifique a sua resposta:
Hoje sabemos que em sua sala de aula, cada aluno é único, que devemos levar isso em consideração ao planejar e avaliar essa heterogeneidade, logo leva se sim em consideração o temperamento dos alunos também, promover a aprendizagem é estar atento a todo um conjunto de fatores que não levam o aluno apropriar-se de determinado conteúdo.
2) Jonh Locke, via na mente da criança uma tela em branco e que o professor deveria preencher, fornecendo informações e vivências. Você concorda com essa teoria? Justifique sua resposta:
Não, o aluno traz uma enorme bagagem de suas vivencias e experiências quando adentra a escola, cabe ao professor mediar tais conhecimentos enriquecendo-os, fornecendo mais conteúdo, uma base mais cientifica, ou seja, acrescentar.
1) Locke acreditava que as crianças vêm o mundo sem nenhum conhecimento, mas já trazendo inclinações e principalmente um temperamento. O educador deveria observar as características emocionais do aluno para submetê-lo a diferentes métodos de aprendizado. Mesmo que as concepções de conhecimento do filosofo estejam parcialmente ultrapassadas, essa é uma recomendação que ainda pode ser levada em conta. Você como futuro educador acredita na importância de observar o temperamento dos alunos? Justifique a sua resposta:
Hoje sabemos que em sua sala de aula, cada aluno é único, que devemos levar isso em consideração ao planejar e avaliar essa heterogeneidade, logo leva se sim em consideração o temperamento dos alunos também, promover a aprendizagem é estar atento a todo um conjunto de fatores que não levam o aluno apropriar-se de determinado conteúdo.
2) Jonh Locke, via na mente da criança uma tela em branco e que o professor deveria preencher, fornecendo informações e vivências. Você concorda com essa teoria? Justifique sua resposta:
Não, o aluno traz uma enorme bagagem de suas vivencias e experiências quando adentra a escola, cabe ao professor mediar tais conhecimentos enriquecendo-os, fornecendo mais conteúdo, uma base mais cientifica, ou seja, acrescentar.
ATIVIDADE AVALIATIVA – COMÊNIO
ESTÁGIO SUPERVISIONADO – PROJETOS
ALUNA: Luciandréa Camargo – 3 E.N.A
1) Sabendo que Comênio é o Pai da Didática Moderna, elabore um resumo sobre o que é e qual a importância da didática na prática do professor:
O termo didática significa “arte de ensinar”. Durante séculos, a didática foi entendida como técnicas e métodos de ensino, sendo a parte da pedagogia que respondia somente por “como” ensinar. Em cada tendência pedagógica diferem visão de homem e de mundo e modifica-se a finalidade da educação, muda o papel do professor, do aluno, a metodologia, a avaliação, e, conseqüentemente, muda-se a forma de ensinar. Uma boa didática é importante para desenvolver a capacidade crítica dos professores em formação para que os mesmos analisem de forma clara a realidade do ensino. Articular os conhecimentos adquiridos sobre o “como” ensinar e refletir sobre “para quem” ensinar “o que” ensinar e o “por que” ensinar.
2) COMÊNIO, trás uma nova visão de educação, deixando de lado a “égide da palmatória”, nos levando a refletir, por que não se aprende brincando? Você como futuro educador, como vê essas teorias da aprendizagem? Justifique sua resposta:
"Brincadeiras e jogos não devem ser utilizados como recurso para que os alunos façam uma atividade. A motivação precisa ser a aprendizagem. Esse é o desafio."
(Revista Nova Escola, março 2011)
É claro que para educar não se faz necessário castigar o aluno, porém o que se confunde muito nos dias de hoje é o brincar pelo brincar, atividades dinâmicas e divertidas não garantem, necessariamente aprendizagem. O grande desafio da escola é demonstrar a importância do saber na sociedade moderna e o quanto aprender pode ser desafiante e interessante. É dessa sensação que deve vir à satisfação pelo estudo. As brincadeiras certamente deixam os alunos mais animados, mas, se você tem como objetivo levar a turma a aprender os conteúdos previstos em cada disciplina, o melhor caminho é propor situações desafiadoras, que façam sentido para o aluno e valorizem o seu esforço em superar limites.
3) O que é escolástica?
Forma de se ensinar conteúdos de gramática, retórica, dialética e outras disciplinas voltadas para o pensamento cristão da época, justificando a fé na doutrina ensinada pelo clero. A Escolástica foi profundamente influenciada pela Bíblia Sagrada, pelos filósofos da Antiguidade e também pelos Padres da Igreja, escritores do primeiro período do Cristianismo oficial, que detinham o domínio da fé e da santidade. (www.infoescola.com.br, acesso em 22 de abril de 2011)
ALUNA: Luciandréa Camargo – 3 E.N.A
1) Sabendo que Comênio é o Pai da Didática Moderna, elabore um resumo sobre o que é e qual a importância da didática na prática do professor:
O termo didática significa “arte de ensinar”. Durante séculos, a didática foi entendida como técnicas e métodos de ensino, sendo a parte da pedagogia que respondia somente por “como” ensinar. Em cada tendência pedagógica diferem visão de homem e de mundo e modifica-se a finalidade da educação, muda o papel do professor, do aluno, a metodologia, a avaliação, e, conseqüentemente, muda-se a forma de ensinar. Uma boa didática é importante para desenvolver a capacidade crítica dos professores em formação para que os mesmos analisem de forma clara a realidade do ensino. Articular os conhecimentos adquiridos sobre o “como” ensinar e refletir sobre “para quem” ensinar “o que” ensinar e o “por que” ensinar.
2) COMÊNIO, trás uma nova visão de educação, deixando de lado a “égide da palmatória”, nos levando a refletir, por que não se aprende brincando? Você como futuro educador, como vê essas teorias da aprendizagem? Justifique sua resposta:
"Brincadeiras e jogos não devem ser utilizados como recurso para que os alunos façam uma atividade. A motivação precisa ser a aprendizagem. Esse é o desafio."
(Revista Nova Escola, março 2011)
É claro que para educar não se faz necessário castigar o aluno, porém o que se confunde muito nos dias de hoje é o brincar pelo brincar, atividades dinâmicas e divertidas não garantem, necessariamente aprendizagem. O grande desafio da escola é demonstrar a importância do saber na sociedade moderna e o quanto aprender pode ser desafiante e interessante. É dessa sensação que deve vir à satisfação pelo estudo. As brincadeiras certamente deixam os alunos mais animados, mas, se você tem como objetivo levar a turma a aprender os conteúdos previstos em cada disciplina, o melhor caminho é propor situações desafiadoras, que façam sentido para o aluno e valorizem o seu esforço em superar limites.
3) O que é escolástica?
Forma de se ensinar conteúdos de gramática, retórica, dialética e outras disciplinas voltadas para o pensamento cristão da época, justificando a fé na doutrina ensinada pelo clero. A Escolástica foi profundamente influenciada pela Bíblia Sagrada, pelos filósofos da Antiguidade e também pelos Padres da Igreja, escritores do primeiro período do Cristianismo oficial, que detinham o domínio da fé e da santidade. (www.infoescola.com.br, acesso em 22 de abril de 2011)
Requerimento pede informações sobre diplomas Vizivali
05/05/2011)
Péricles com o secretário Arns: urgência em apresentar uma solução para os diplomas
A Assembleia Legislativa aprovou nesta semana um requerimento dos deputados do PT, Péricles de Mello e Luciana Rafagnin, solicitando ao governo do Estado informações sobre a solução para os diplomas dos mais de 35 mil professores que concluíram o Programa de Capacitação para Docência da Faculdade Vizivali.
Em uma reunião com Péricles e Luciana, realizada em fevereiro, o vice-governador do Paraná e secretário de Estado da Educação, Flávio Arns, se comprometeu em anunciar uma solução logo no mês de março, prazo que se estendeu para abril, e ainda continua em aberto.
Nesta quarta-feira, dia 4, Arns discutiu uma solução para o caso em uma reunião no Palácio das Araucárias, em Curitiba, junto com o secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Alípio Leal, com reitores e representantes das universidades estaduais do Paraná e com o presidente do Conselho Estadual de Educação, Romeu Gomes de Miranda. O objetivo da reunião foi de estabelecer um planejamento definitivo das ações. As universidades estaduais devem informar o número de vagas que podem disponibilizar para os professores que precisarem fazer uma complementação de carga horária de formação superior.
“Conforme me comprometi com os professores paranaenses, estou acompanhando de perto junto à secretaria de Educação e à de Ciência e Tecnologia as decisões sobre a regularização dos diplomas. Na Assembleia, também continuo defendendo a urgência de um desfecho em benefício dos professores que estão sendo impedidos de assumir vaga em concurso público; perdendo vantagens salariais; além do desgaste emocional que estão passando pela morosidade em se resolver o caso, que se estende há anos”, reforça Péricles.
De acordo com Arns, a intenção é convergir na solução que seja legal e de qualidade, com amplo entendimento entre os segmentos envolvidos
Extraído site: http://www.periclesdemello.com.br/
Péricles com o secretário Arns: urgência em apresentar uma solução para os diplomas
A Assembleia Legislativa aprovou nesta semana um requerimento dos deputados do PT, Péricles de Mello e Luciana Rafagnin, solicitando ao governo do Estado informações sobre a solução para os diplomas dos mais de 35 mil professores que concluíram o Programa de Capacitação para Docência da Faculdade Vizivali.
Em uma reunião com Péricles e Luciana, realizada em fevereiro, o vice-governador do Paraná e secretário de Estado da Educação, Flávio Arns, se comprometeu em anunciar uma solução logo no mês de março, prazo que se estendeu para abril, e ainda continua em aberto.
Nesta quarta-feira, dia 4, Arns discutiu uma solução para o caso em uma reunião no Palácio das Araucárias, em Curitiba, junto com o secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Alípio Leal, com reitores e representantes das universidades estaduais do Paraná e com o presidente do Conselho Estadual de Educação, Romeu Gomes de Miranda. O objetivo da reunião foi de estabelecer um planejamento definitivo das ações. As universidades estaduais devem informar o número de vagas que podem disponibilizar para os professores que precisarem fazer uma complementação de carga horária de formação superior.
“Conforme me comprometi com os professores paranaenses, estou acompanhando de perto junto à secretaria de Educação e à de Ciência e Tecnologia as decisões sobre a regularização dos diplomas. Na Assembleia, também continuo defendendo a urgência de um desfecho em benefício dos professores que estão sendo impedidos de assumir vaga em concurso público; perdendo vantagens salariais; além do desgaste emocional que estão passando pela morosidade em se resolver o caso, que se estende há anos”, reforça Péricles.
De acordo com Arns, a intenção é convergir na solução que seja legal e de qualidade, com amplo entendimento entre os segmentos envolvidos
Extraído site: http://www.periclesdemello.com.br/
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Estágio: Elaboração de enunciados
ELABORAÇÃO DE ENUNCIADOS
• Nesta semana estamos trabalhando sobre a Páscoa, que significa a ressurreição de Jesus, nesta época às pessoas costumam presentear seus entes queridos com chocolates, você sabe por que presenteamos com ovos de chocolate? Vamos pesquisar e anotar abaixo:
• Após pesquisar e entender porque presenteamos com ovos de chocolate na Páscoa, vamos ilustrar com um desenho sobre a ressurreição de Jesus:
• Fizemos a leitura da história: O coelho que não queria ser de Páscoa, da escritora Ruth Rocha, o livro fala da importância de escolher uma profissão de acordo com a vocação. Nas linhas abaixo vamos escrever algumas profissões que você conhece:
• Ouvimos a musica do “Seu Lobato”, junto com os colegas cantamos e fizemos as vozes dos animais, podemos observar que o nome do dono do sítio é LOBATO, seu nome inicia com a letra L. Quais palavras que você conhece que começam com a letra L? Vamos juntos escrever algumas?
• No sitio do Seu Lobato, existiam muitos animais, como cachorro, gato, porco e muitos outros, no retângulo abaixo vamos desenhar alguns destes animais?
• Devido ao aniversário de nossa cidade e a visita a seus pontos turísticos, trabalhamos os meios de transporte, bem como o bonde, o qual é um meio de transporte aéreo. Aprendemos também que o carro é um meio de transporte terrestre e o barco é um meio de transporte aquático, agora com o auxilio de minha família irei procurar figuras de um avião, carro e barco para ilustrar o conteúdo trabalhado fixando o mesmo.
• Nesta semana estamos trabalhando sobre a Páscoa, que significa a ressurreição de Jesus, nesta época às pessoas costumam presentear seus entes queridos com chocolates, você sabe por que presenteamos com ovos de chocolate? Vamos pesquisar e anotar abaixo:
• Após pesquisar e entender porque presenteamos com ovos de chocolate na Páscoa, vamos ilustrar com um desenho sobre a ressurreição de Jesus:
• Fizemos a leitura da história: O coelho que não queria ser de Páscoa, da escritora Ruth Rocha, o livro fala da importância de escolher uma profissão de acordo com a vocação. Nas linhas abaixo vamos escrever algumas profissões que você conhece:
• Ouvimos a musica do “Seu Lobato”, junto com os colegas cantamos e fizemos as vozes dos animais, podemos observar que o nome do dono do sítio é LOBATO, seu nome inicia com a letra L. Quais palavras que você conhece que começam com a letra L? Vamos juntos escrever algumas?
• No sitio do Seu Lobato, existiam muitos animais, como cachorro, gato, porco e muitos outros, no retângulo abaixo vamos desenhar alguns destes animais?
• Devido ao aniversário de nossa cidade e a visita a seus pontos turísticos, trabalhamos os meios de transporte, bem como o bonde, o qual é um meio de transporte aéreo. Aprendemos também que o carro é um meio de transporte terrestre e o barco é um meio de transporte aquático, agora com o auxilio de minha família irei procurar figuras de um avião, carro e barco para ilustrar o conteúdo trabalhado fixando o mesmo.
RECEITA PARA ALFABETIZAÇÃO
Pegue uma criança de 6 anos e lave-a bem.
Enxugue-a com cuidado, enrole-a num uniforme e coloque-a sentadinha na sala de aula.
Nas oito primeiras semanas, alimente-a com exercícios de prontidão, ou seja, exercícios para que ela fique pronta para aprender a ler. Na nona semana, ponha uma cartilha nas mãos da criança. Tome cuidado para que ela não se contamine no contato com livros, jornais, revistas e outros perigosos materiais impressos, pois se isso ocorrer, ela vai querer ficar mexendo eles sempre. Abra a boca da criança e faça com que ela engula as vogais, mande-a mastigar, uma a uma as palavras da cartilha. Cada palavra deve ser mastigada, no mínimo, 60 vezes. Se houver dificuldade para engolir, separe as palavras em pedacinhos. Mantenha a criança em banho-maria durante quatro meses, fazendo exercícios de cópia. Em seguida faça com que a criança engula algumas frases inteiras. Mexa com cuidado para não embolar.
Ao fim do oitavo mês, espete a criança com um palito, ou melhor, aplique uma prova de leitura e verifique se ela devolve, pelo menos, 70 % das palavras e frases engolidas. Se isto acontecer, considere a criança alfabetizada. Enrole-a num bonito papel de presente (a beca da formatura) e despache-a para a série seguinte.
Se a criança não devolver o que lhe foi dado para engolir, recomece a receita desde o início, isto é, volte aos exercícios de prontidão. Repita a receita quantas vezes for necessário. Ao fim de três anos, embrulhe a criança em papel pardo e coloque um rótulo: “ALUNO-DEFICIENTE.”
--------------------------------------------------------------------------------
Alfabetização sem receita
Pegue uma criança de 6 anos ou mais, no estado em que estiver, suja ou limpa, e coloque-a numa sala de aula onde existem muitas coisas escritas para olhar e examinar. Servem jornais velhos, revistas, embalagens, propaganda eleitoral, latas de óleo vazias, caixas de sabão, sacolas de supermercado, enfim, tudo que estiver entulhando os armários da escola e da sua casa. Convide a criança para brincar de ler, adivinhando o que está escrito: você vai descobrir que ela já sabe muitas coisas.
Converse com a criança, troque idéias sobre quem são vocês e as coisas de que gostam e não gostam. Escreva no quadro algumas das coisas que foram ditas e leia para ela. Peça a criança que olhe as coisas escritas que existem por aí, nas lojas, nos ônibus, nas ruas, na televisão. Escreva algumas destas coisas no quadro. Deixe a criança cortar letras, palavras e frases dos jornais velhos e não esqueça de mandá-las limpar o chão depois para não criar problemas na escola. Todos os dias leia em voz alta para a criança alguma coisa interessante: historinha, poesia, notícia de jornal, anedota, letra de música, adivinhação. Mostre para a criança alguns tipos de coisas escritas que talvez ela não conheça: catálogo de telefone, um dicionário, um telegrama, uma carta, um bilhete, um livro de receitas de cozinha, por exemplo.
Desafie a criança a pensar sobre a escrita e pense você também. Quando a criança estiver tentando escrever, deixe-a perguntar ou ajudar o colega. Não se apavore se a criança estiver “comendo” letras, até hoje não houve caso de indigestão alfabética. Acalme a supervisora e a diretora se elas ficarem alarmadas.
Invente sua própria cartilha. Use sua imaginação e sua capacidade de observação para ensinar a ler. Leia e estude, você também.
Enxugue-a com cuidado, enrole-a num uniforme e coloque-a sentadinha na sala de aula.
Nas oito primeiras semanas, alimente-a com exercícios de prontidão, ou seja, exercícios para que ela fique pronta para aprender a ler. Na nona semana, ponha uma cartilha nas mãos da criança. Tome cuidado para que ela não se contamine no contato com livros, jornais, revistas e outros perigosos materiais impressos, pois se isso ocorrer, ela vai querer ficar mexendo eles sempre. Abra a boca da criança e faça com que ela engula as vogais, mande-a mastigar, uma a uma as palavras da cartilha. Cada palavra deve ser mastigada, no mínimo, 60 vezes. Se houver dificuldade para engolir, separe as palavras em pedacinhos. Mantenha a criança em banho-maria durante quatro meses, fazendo exercícios de cópia. Em seguida faça com que a criança engula algumas frases inteiras. Mexa com cuidado para não embolar.
Ao fim do oitavo mês, espete a criança com um palito, ou melhor, aplique uma prova de leitura e verifique se ela devolve, pelo menos, 70 % das palavras e frases engolidas. Se isto acontecer, considere a criança alfabetizada. Enrole-a num bonito papel de presente (a beca da formatura) e despache-a para a série seguinte.
Se a criança não devolver o que lhe foi dado para engolir, recomece a receita desde o início, isto é, volte aos exercícios de prontidão. Repita a receita quantas vezes for necessário. Ao fim de três anos, embrulhe a criança em papel pardo e coloque um rótulo: “ALUNO-DEFICIENTE.”
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Alfabetização sem receita
Pegue uma criança de 6 anos ou mais, no estado em que estiver, suja ou limpa, e coloque-a numa sala de aula onde existem muitas coisas escritas para olhar e examinar. Servem jornais velhos, revistas, embalagens, propaganda eleitoral, latas de óleo vazias, caixas de sabão, sacolas de supermercado, enfim, tudo que estiver entulhando os armários da escola e da sua casa. Convide a criança para brincar de ler, adivinhando o que está escrito: você vai descobrir que ela já sabe muitas coisas.
Converse com a criança, troque idéias sobre quem são vocês e as coisas de que gostam e não gostam. Escreva no quadro algumas das coisas que foram ditas e leia para ela. Peça a criança que olhe as coisas escritas que existem por aí, nas lojas, nos ônibus, nas ruas, na televisão. Escreva algumas destas coisas no quadro. Deixe a criança cortar letras, palavras e frases dos jornais velhos e não esqueça de mandá-las limpar o chão depois para não criar problemas na escola. Todos os dias leia em voz alta para a criança alguma coisa interessante: historinha, poesia, notícia de jornal, anedota, letra de música, adivinhação. Mostre para a criança alguns tipos de coisas escritas que talvez ela não conheça: catálogo de telefone, um dicionário, um telegrama, uma carta, um bilhete, um livro de receitas de cozinha, por exemplo.
Desafie a criança a pensar sobre a escrita e pense você também. Quando a criança estiver tentando escrever, deixe-a perguntar ou ajudar o colega. Não se apavore se a criança estiver “comendo” letras, até hoje não houve caso de indigestão alfabética. Acalme a supervisora e a diretora se elas ficarem alarmadas.
Invente sua própria cartilha. Use sua imaginação e sua capacidade de observação para ensinar a ler. Leia e estude, você também.
(Marlene Carvalho)
terça-feira, 19 de abril de 2011
MICHEL DE MONTAIGNE – ATIVIDADE AVALIATIVA “8”
Michel de Montaigne, o investigador de si mesmo
Interiorizar-se, duvidar e entrar em contato com outros costumes e pontos de vista são as recomendações do filósofo francês para uma boa formação
O período histórico da Renascença estava em sua última fase quando o escritor francês Michel de Montaigne (1533-1592) chegou à vida adulta. O otimismo e a confiança nas possibilidades humanas já não eram os mesmos e a Europa se desestabilizava em conseqüência dos conflitos entre católicos e protestantes. Esse ambiente refletiu-se na produção do filósofo, marcada pela dúvida e pelo ceticismo. Seus Ensaios são leitura de cabeceira de um grande número de intelectuais contemporâneos, entre eles Claude Lévi-Strauss, Edgar Morin e Harold Bloom.
A obra, originalmente em três volumes, é, a rigor, a única de Montaigne – mais alguns escritos pessoais foram publicados depois de sua morte – e inaugurou um gênero literário. A palavra "ensaio" passou desde então a designar textos em torno de um assunto que vai sendo explorado por meio de tentativas (esse é o significado da palavra essais em francês), mas sem rigores de método. Muitas vezes, não chegam a nenhuma conclusão definitiva, mas convidam o leitor a considerar alguns pontos de vista. No caso de Montaigne, o gênero serve à perfeição ao propósito de contestar certezas absolutas.
Dois dos Ensaios tratam especificamente de educação: Do Pedantismo e Da Educação das Crianças. Neles está claro que o autor pertencia a uma classe emergente, a burguesia, e que se rebelava contra certos padrões de erudição e exibicionismo intelectual ligados à aristocracia. Montaigne assumia também o papel de crítico tanto dos excessos de abstração da filosofia escolástica da Idade Média – que ainda sobrevivia nas universidades – quanto da cultura livresca do humanismo renascentista.
Essas circunstâncias históricas não necessariamente limitam os argumentos do autor, que foi o primeiro a falar numa "cabeça bem-feita" (expressão que Morin escolheu para título de um de seus livros) como objetivo do ensino, em detrimento de uma "cabeça cheia". "Trabalhamos apenas para encher a memória, deixando o entendimento e a consciência vazias", escreveu. Saber articular conhecimentos, tirar conclusões, acostumar-se à aquisição e ao uso da informação – todas essas questões tão problematizadas pelos teóricos da educação de hoje em dia estão no cerne das preocupações de Montaigne. "Para ele, a verdadeira formação residia em saber procurar, duvidar, investigar e exercitar o que é inteiramente próprio de cada pessoa", diz Maria Cristina Theobaldo, professora da Universidade Federal de Mato Grosso.
"Que sei eu?"
O projeto intelectual do filósofo teve a finalidade de testar maneiras de pensar que escapassem do caminho da erudição e da aplicação de idéias alheias. Quando se recolheu para escrever os Ensaios, sua decisão era voltar-se para si mesmo e reconstruir a própria história por intermédio de temas escolhidos ao acaso. "Em Montaigne, o processo formativo coincide com o conhecimento de si, lançar-se nas experiências e tomar posição perante os acontecimentos da vida", informa Maria Cristina.
Ao mergulhar em assuntos tão díspares quanto a perseverança e os odores, o autor realizou investigações que misturam experiências de vida a conhecimentos adquiridos por todos os meios, dos formais (tratados e clássicos literários) aos informais (conversas, leituras ligeiras, lendas populares). A primeira pergunta é "que sei eu?", para começar com uma grande dúvida e não com uma grande certeza – nem mesmo a certeza de não saber nada. Como cronista, Montaigne invariavelmente se declara ignorante e inculto, embora seus ensaios estejam recheados de citações gregas e latinas – uma das muitas contradições propositais que os tornam tão ricos.
Leitor devoto da tradição filosófica cética, Montaigne foi partidário da idéia de que a razão por si mesma não garante a existência de nada nem sustenta argumento algum. O homem, para ele, não era o centro do universo, como queriam os renascentistas, mas um elemento ínfimo e ignorante de um todo misterioso e muito mais próximo dos animais e das plantas do que de Deus. A escrita amena e ponderada dos Ensaios muitas vezes impede que, numa primeira leitura, se perceba seu potencial demolidor – tanto que a obra só foi proibida pela Igreja mais de 80 anos após a morte do autor. Não que ele fosse ateu. Considerava-se cristão, mas não aceitava dogmas nem, sobretudo, a lógica que a religião costuma imputar aos desígnios divinos. Daí que só resta ao ser humano voltar-se para si, porque as únicas certezas que tem de antemão se referem aos limites do corpo e à inevitabilidade da morte. Sobre o mundo exterior, a melhor atitude é comportar-se sempre como um estrangeiro em seu primeiro dia numa terra estranha – pelo menos evitam-se as idéias preconcebidas e legitimadas apenas pela tradição.
Coerentemente com tais idéias, Montaigne chegou a uma concepção de ética que também difere muito das idéias estabelecidas em sua época sob a influência do platonismo e do cristianismo. Para o filósofo, os valores morais não podem ser objetivos e universais, mas dependem do sujeito e da situação em que ele se encontra
Longe dos pais e perto da vida
Para Montaigne, as crianças não devem ser educadas perto dos pais, porque sua afeição torna os filhos "demasiadamente relaxados" e isso não os prepara "para a aventura da vida". O objetivo principal da educação seria permitir à criança a formulação de julgamentos próprios sem ter que aceitar acriticamente as leituras que a escola recomenda. "No trabalho de transformar o que está nos livros em letra viva, o preceptor tem papel fundamental", diz Maria Cristina Theobaldo. A receita ideal para treinar a capacidade de análise é acostumar-se a considerar opiniões diferentes e acima de tudo conhecer culturas e experiências diversas daquelas a que o aluno se familiarizou. É o que Montaigne descreve como "atritar e polir nosso cérebro contra o de outros". O filósofo se rebelava contra a cobrança de memorização mecânica dos conteúdos ensinados aos alunos. "É prova de crueza e de indigestão regurgitar o alimento como foi engolido", escreveu. Segundo ele, as crianças devem aprender o quanto antes a filosofia, porque assim entram em contato com a necessidade de conhecer a prudência e a moderação. E também conhecer a si mesmos por meio da introspecção. O pensador relegava a segundo plano o ensino das Ciências, recomendando-o apenas aos que tivessem habilidade natural para ocupar-se dela profissionalmente. Já a História e a Literatura teriam função formadora mais ampla, inclusive do caráter.
Biografia
Michel de Montaigne nasceu em 1533 perto de Bordeaux, no sudoeste da França. Foi educado em casa e até os 6 anos só falava e entendia latim. Formou-se em Direito na Universidade de Toulouse e imediatamente ingressou na magistratura. Aos 24 anos, conheceu o escritor Étienne de la Boétie (1530-1563), com quem desenvolveu fortes laços de amizade. A morte de La Boétie causou um abalo emocional que o levou a começar a escrever. Em 1570, ele vendeu sua vaga no Parlamento (que na verdade tinha funções de tribunal) de Bordeaux, como era costume na época, e retirou-se da vida pública. Passou então a dedicar-se a escrever os Ensaios, que ele reelaborou e ampliou continuamente. Durante esse período, Montaigne alternou o recolhimento a seu castelo com idas a Paris para dar conselhos aos funcionários do reino sobre os conflitos religiosos. Em 1580, começou uma viagem de 15 meses por vários países da Europa. No ano seguinte, soube que havia sido escolhido prefeito de Bordeaux. Assumiu o cargo e manteve-o durante quatro anos. Morreu em 1592, em seu castelo, de uma inflamação nas amígdalas.
A sabedoria dos canibais
Em 1582, Nicolas Durand de Villegagnon, o líder da expedição naval que tentou fundar no Brasil a França Antártica, levou três caciques tupinambás à corte do rei Carlos IX. Montaigne estava presente e a visita originou o ensaio Dos Canibais. Em vez de manifestar horror aos costumes dos indígenas, como seria esperado de um intelectual católico, o pensador comparou-os aos europeus e concluiu que os supostos selvagens lhes eram superiores, graças à coerência com a própria cultura, à dignidade e ao senso de beleza. Os verdadeiros selvagens, segundo eles, eram os europeus, que estavam promovendo banhos de sangue não só em suas conquistas na América como nas guerras religiosas. Sobre o encontro com os tupinambás, Montaigne narra duas observações feitas pelos índios, uma sobre a estranheza que lhes causava o fato de tantos homens adultos, barbudos e armados se submeterem à autoridade de uma criança (o monarca tinha 12 anos) e outra a respeito de ter-lhes chamado a atenção que algumas pessoas na França eram visivelmente bem-alimentadas, enquanto outras mendigavam. Diz o escritor que os visitantes indagavam como os miseráveis "podiam suportar tal injustiça sem agarrar os outros pelo pescoço ou atear fogo em suas casas".
Para pensar
A escola costuma dar, com razão, muita ênfase à sociabilidade. Afinal, essa é a essência da instituição ao reunir pessoas em torno de objetivos comuns. Mas a vida humana se faz também de reflexão e introspecção. Você já pensou que é importante deixar esse caminho aberto a seus alunos mesmo num ambiente movimentado como a sala de aula?
• www.novaescola.com.br//grandes pensadores, acesso em 19 de abril de 2011
ESTÁGIO SUPERVISIONADO – PROJETOS
ALUNA: Luciandréa Camargo – 3º N.A
MICHEL DE MONTAIGNE – ATIVIDADE AVALIATIVA “8”
1 – Com referencia no texto de Michel de Montaigne, analise, reflita e responda as questões abaixo:
a) Analise a seguinte afirmação: “a verdadeira formação residia em saber procurar, duvidar, investigar e exercitar o que é inteiramente próprio de cada pessoa”
Uma real situação de aprendizagem se dá quando o aluno aprende a não receber tudo pronto, mas que saiba duvidar do que lhe é ensinado, que saiba argumentar, novas situações aguçam nossa mente e corpo, gostamos de novidades, e ficamos mais receptivos a elas, logo adquirimos mais conhecimentos, formando um “banco de dados” onde em uma nova situação possuímos mais argumentos para novos questionamentos, afinal aprender é uma constante na vida das pessoas.
b) A escola costuma dar, com razão, muita ênfase a sociabilidade, afinal essa é a essência da instituição ao reunir pessoas em torno de objetivos comuns. Mas a vida humana se faz também de reflexão e introspecção. Você, como futuro professor, já pensou que é importante deixar esse caminho aberto a seus alunos mesmo num ambiente movimentado como a sala de aula?
É fundamental respeitar os alunos em todos os âmbitos, não se pode tentar igualar alunos, cada pessoa possui um estágio de aprendizagem, cada aluno é único, não basta querer ensinar, o aluno precisa entender que é necessário aprender, e que você professor esta ali para auxiliá-lo e respeitá-lo dentro do seu tempo. Importante é levar o aluno ao entendimento de que na socialização ele pode aprender muito com o outro, mas que não necessariamente ele precise ser igual ao outro.
c) “Interiorizar-se, duvidar e entrar em contato com outros costumes e pontos de vista são as recomendações do filósofo Frances para uma boa formação”. Você concorda com essa afirmação? Justifique sua resposta:
Somos produto do que nos cerca, quanto mais experiências tivermos, quanto mais acesso a conhecimentos nos for incutido, quanto mais pontos de vistas diferenciados acompanharmos, mais aprendemos e entendemos que uma verdade pode ser questionada, podemos interiorizar diversas informações que nos são passadas, fazer o conflito das mesmas com nosso próprio pensar, ou seja, naquilo que acreditamos e assim nos posicionarmos, posicionamento na vida, na escola, na família, na criação dos filhos, na escolha dos governantes, etc.
Interiorizar-se, duvidar e entrar em contato com outros costumes e pontos de vista são as recomendações do filósofo francês para uma boa formação
O período histórico da Renascença estava em sua última fase quando o escritor francês Michel de Montaigne (1533-1592) chegou à vida adulta. O otimismo e a confiança nas possibilidades humanas já não eram os mesmos e a Europa se desestabilizava em conseqüência dos conflitos entre católicos e protestantes. Esse ambiente refletiu-se na produção do filósofo, marcada pela dúvida e pelo ceticismo. Seus Ensaios são leitura de cabeceira de um grande número de intelectuais contemporâneos, entre eles Claude Lévi-Strauss, Edgar Morin e Harold Bloom.
A obra, originalmente em três volumes, é, a rigor, a única de Montaigne – mais alguns escritos pessoais foram publicados depois de sua morte – e inaugurou um gênero literário. A palavra "ensaio" passou desde então a designar textos em torno de um assunto que vai sendo explorado por meio de tentativas (esse é o significado da palavra essais em francês), mas sem rigores de método. Muitas vezes, não chegam a nenhuma conclusão definitiva, mas convidam o leitor a considerar alguns pontos de vista. No caso de Montaigne, o gênero serve à perfeição ao propósito de contestar certezas absolutas.
Dois dos Ensaios tratam especificamente de educação: Do Pedantismo e Da Educação das Crianças. Neles está claro que o autor pertencia a uma classe emergente, a burguesia, e que se rebelava contra certos padrões de erudição e exibicionismo intelectual ligados à aristocracia. Montaigne assumia também o papel de crítico tanto dos excessos de abstração da filosofia escolástica da Idade Média – que ainda sobrevivia nas universidades – quanto da cultura livresca do humanismo renascentista.
Essas circunstâncias históricas não necessariamente limitam os argumentos do autor, que foi o primeiro a falar numa "cabeça bem-feita" (expressão que Morin escolheu para título de um de seus livros) como objetivo do ensino, em detrimento de uma "cabeça cheia". "Trabalhamos apenas para encher a memória, deixando o entendimento e a consciência vazias", escreveu. Saber articular conhecimentos, tirar conclusões, acostumar-se à aquisição e ao uso da informação – todas essas questões tão problematizadas pelos teóricos da educação de hoje em dia estão no cerne das preocupações de Montaigne. "Para ele, a verdadeira formação residia em saber procurar, duvidar, investigar e exercitar o que é inteiramente próprio de cada pessoa", diz Maria Cristina Theobaldo, professora da Universidade Federal de Mato Grosso.
"Que sei eu?"
O projeto intelectual do filósofo teve a finalidade de testar maneiras de pensar que escapassem do caminho da erudição e da aplicação de idéias alheias. Quando se recolheu para escrever os Ensaios, sua decisão era voltar-se para si mesmo e reconstruir a própria história por intermédio de temas escolhidos ao acaso. "Em Montaigne, o processo formativo coincide com o conhecimento de si, lançar-se nas experiências e tomar posição perante os acontecimentos da vida", informa Maria Cristina.
Ao mergulhar em assuntos tão díspares quanto a perseverança e os odores, o autor realizou investigações que misturam experiências de vida a conhecimentos adquiridos por todos os meios, dos formais (tratados e clássicos literários) aos informais (conversas, leituras ligeiras, lendas populares). A primeira pergunta é "que sei eu?", para começar com uma grande dúvida e não com uma grande certeza – nem mesmo a certeza de não saber nada. Como cronista, Montaigne invariavelmente se declara ignorante e inculto, embora seus ensaios estejam recheados de citações gregas e latinas – uma das muitas contradições propositais que os tornam tão ricos.
Leitor devoto da tradição filosófica cética, Montaigne foi partidário da idéia de que a razão por si mesma não garante a existência de nada nem sustenta argumento algum. O homem, para ele, não era o centro do universo, como queriam os renascentistas, mas um elemento ínfimo e ignorante de um todo misterioso e muito mais próximo dos animais e das plantas do que de Deus. A escrita amena e ponderada dos Ensaios muitas vezes impede que, numa primeira leitura, se perceba seu potencial demolidor – tanto que a obra só foi proibida pela Igreja mais de 80 anos após a morte do autor. Não que ele fosse ateu. Considerava-se cristão, mas não aceitava dogmas nem, sobretudo, a lógica que a religião costuma imputar aos desígnios divinos. Daí que só resta ao ser humano voltar-se para si, porque as únicas certezas que tem de antemão se referem aos limites do corpo e à inevitabilidade da morte. Sobre o mundo exterior, a melhor atitude é comportar-se sempre como um estrangeiro em seu primeiro dia numa terra estranha – pelo menos evitam-se as idéias preconcebidas e legitimadas apenas pela tradição.
Coerentemente com tais idéias, Montaigne chegou a uma concepção de ética que também difere muito das idéias estabelecidas em sua época sob a influência do platonismo e do cristianismo. Para o filósofo, os valores morais não podem ser objetivos e universais, mas dependem do sujeito e da situação em que ele se encontra
Longe dos pais e perto da vida
Para Montaigne, as crianças não devem ser educadas perto dos pais, porque sua afeição torna os filhos "demasiadamente relaxados" e isso não os prepara "para a aventura da vida". O objetivo principal da educação seria permitir à criança a formulação de julgamentos próprios sem ter que aceitar acriticamente as leituras que a escola recomenda. "No trabalho de transformar o que está nos livros em letra viva, o preceptor tem papel fundamental", diz Maria Cristina Theobaldo. A receita ideal para treinar a capacidade de análise é acostumar-se a considerar opiniões diferentes e acima de tudo conhecer culturas e experiências diversas daquelas a que o aluno se familiarizou. É o que Montaigne descreve como "atritar e polir nosso cérebro contra o de outros". O filósofo se rebelava contra a cobrança de memorização mecânica dos conteúdos ensinados aos alunos. "É prova de crueza e de indigestão regurgitar o alimento como foi engolido", escreveu. Segundo ele, as crianças devem aprender o quanto antes a filosofia, porque assim entram em contato com a necessidade de conhecer a prudência e a moderação. E também conhecer a si mesmos por meio da introspecção. O pensador relegava a segundo plano o ensino das Ciências, recomendando-o apenas aos que tivessem habilidade natural para ocupar-se dela profissionalmente. Já a História e a Literatura teriam função formadora mais ampla, inclusive do caráter.
Biografia
Michel de Montaigne nasceu em 1533 perto de Bordeaux, no sudoeste da França. Foi educado em casa e até os 6 anos só falava e entendia latim. Formou-se em Direito na Universidade de Toulouse e imediatamente ingressou na magistratura. Aos 24 anos, conheceu o escritor Étienne de la Boétie (1530-1563), com quem desenvolveu fortes laços de amizade. A morte de La Boétie causou um abalo emocional que o levou a começar a escrever. Em 1570, ele vendeu sua vaga no Parlamento (que na verdade tinha funções de tribunal) de Bordeaux, como era costume na época, e retirou-se da vida pública. Passou então a dedicar-se a escrever os Ensaios, que ele reelaborou e ampliou continuamente. Durante esse período, Montaigne alternou o recolhimento a seu castelo com idas a Paris para dar conselhos aos funcionários do reino sobre os conflitos religiosos. Em 1580, começou uma viagem de 15 meses por vários países da Europa. No ano seguinte, soube que havia sido escolhido prefeito de Bordeaux. Assumiu o cargo e manteve-o durante quatro anos. Morreu em 1592, em seu castelo, de uma inflamação nas amígdalas.
A sabedoria dos canibais
Em 1582, Nicolas Durand de Villegagnon, o líder da expedição naval que tentou fundar no Brasil a França Antártica, levou três caciques tupinambás à corte do rei Carlos IX. Montaigne estava presente e a visita originou o ensaio Dos Canibais. Em vez de manifestar horror aos costumes dos indígenas, como seria esperado de um intelectual católico, o pensador comparou-os aos europeus e concluiu que os supostos selvagens lhes eram superiores, graças à coerência com a própria cultura, à dignidade e ao senso de beleza. Os verdadeiros selvagens, segundo eles, eram os europeus, que estavam promovendo banhos de sangue não só em suas conquistas na América como nas guerras religiosas. Sobre o encontro com os tupinambás, Montaigne narra duas observações feitas pelos índios, uma sobre a estranheza que lhes causava o fato de tantos homens adultos, barbudos e armados se submeterem à autoridade de uma criança (o monarca tinha 12 anos) e outra a respeito de ter-lhes chamado a atenção que algumas pessoas na França eram visivelmente bem-alimentadas, enquanto outras mendigavam. Diz o escritor que os visitantes indagavam como os miseráveis "podiam suportar tal injustiça sem agarrar os outros pelo pescoço ou atear fogo em suas casas".
Para pensar
A escola costuma dar, com razão, muita ênfase à sociabilidade. Afinal, essa é a essência da instituição ao reunir pessoas em torno de objetivos comuns. Mas a vida humana se faz também de reflexão e introspecção. Você já pensou que é importante deixar esse caminho aberto a seus alunos mesmo num ambiente movimentado como a sala de aula?
• www.novaescola.com.br//grandes pensadores, acesso em 19 de abril de 2011
ESTÁGIO SUPERVISIONADO – PROJETOS
ALUNA: Luciandréa Camargo – 3º N.A
MICHEL DE MONTAIGNE – ATIVIDADE AVALIATIVA “8”
1 – Com referencia no texto de Michel de Montaigne, analise, reflita e responda as questões abaixo:
a) Analise a seguinte afirmação: “a verdadeira formação residia em saber procurar, duvidar, investigar e exercitar o que é inteiramente próprio de cada pessoa”
Uma real situação de aprendizagem se dá quando o aluno aprende a não receber tudo pronto, mas que saiba duvidar do que lhe é ensinado, que saiba argumentar, novas situações aguçam nossa mente e corpo, gostamos de novidades, e ficamos mais receptivos a elas, logo adquirimos mais conhecimentos, formando um “banco de dados” onde em uma nova situação possuímos mais argumentos para novos questionamentos, afinal aprender é uma constante na vida das pessoas.
b) A escola costuma dar, com razão, muita ênfase a sociabilidade, afinal essa é a essência da instituição ao reunir pessoas em torno de objetivos comuns. Mas a vida humana se faz também de reflexão e introspecção. Você, como futuro professor, já pensou que é importante deixar esse caminho aberto a seus alunos mesmo num ambiente movimentado como a sala de aula?
É fundamental respeitar os alunos em todos os âmbitos, não se pode tentar igualar alunos, cada pessoa possui um estágio de aprendizagem, cada aluno é único, não basta querer ensinar, o aluno precisa entender que é necessário aprender, e que você professor esta ali para auxiliá-lo e respeitá-lo dentro do seu tempo. Importante é levar o aluno ao entendimento de que na socialização ele pode aprender muito com o outro, mas que não necessariamente ele precise ser igual ao outro.
c) “Interiorizar-se, duvidar e entrar em contato com outros costumes e pontos de vista são as recomendações do filósofo Frances para uma boa formação”. Você concorda com essa afirmação? Justifique sua resposta:
Somos produto do que nos cerca, quanto mais experiências tivermos, quanto mais acesso a conhecimentos nos for incutido, quanto mais pontos de vistas diferenciados acompanharmos, mais aprendemos e entendemos que uma verdade pode ser questionada, podemos interiorizar diversas informações que nos são passadas, fazer o conflito das mesmas com nosso próprio pensar, ou seja, naquilo que acreditamos e assim nos posicionarmos, posicionamento na vida, na escola, na família, na criação dos filhos, na escolha dos governantes, etc.
segunda-feira, 11 de abril de 2011
PLANO DE TRABALHO - CONTEÚDO: Fonte histórica – Registro de Nascimento
METODOLOGIA ENSINO DE HISTÓRIA – PLANO DE TRABALHO
CONTEÚDO: Fonte histórica – Registro de Nascimento
OBJETIVOS:
• Conhecer o documento: Registro de Nascimento
• Reconhecer a existência do ser humano
• Valorizar e respeitar as pessoas idosas
DESENVOLVIMENTO
• Iniciaremos mostrando na TV pen drive a propaganda “Certidão de Nascimento”
• Discutiremos com os alunos em roda de conversa buscando o que eles sabem sobre o assunto
• Mostraremos aos alunos um registro de nascimento (em anexo)
• Explicaremos sua importância e o que contém tal documento
• Finalizaremos trazendo para a sala de aula a pessoa referida no registro de nascimento que foi exposto para a criança, à mesma terá um espaço para interagir com as crianças, contando um pouco de sua história
• Como tarefa de casa para fixação da atividade proposta os alunos farão a atividade “arvore genealógica” em anexo e uma autobiografia
AVALIAÇÃO: Será realizada através das atividades propostas como tarefa de casa.
REFERENCIA BIBLIOGRAFICA
• Cartório de Registro Civil Luiz Larocca Junior da comarca de Telêmaco Borba – PR.
• Registro de Nascimento, folha 292 do livro A 9.
ANEXO:
• Atividade desenvolvida: Entrevista Srª. Emília de Queiróz, dona do registro de nascimento
• PESQUISA: Certidão de Nascimento
É a declaração do nascimento de uma pessoa feita em um livro de registro existente no cartório e com o qual ela passa legalmente a existir. A primeira via é gratuita. O registro civil de pessoas com até 16 anos é feito diretamente no cartório. Com mais de 16 anos, somente com autorização judicial.
Para que serve o registro de nascimento: Para a criança ter garantida a sua identidade, podendo matricular-se em escola, participar de programas sociais (saúde, assistência social, erradicação de trabalho infantil). Para o cidadão trabalhar com carteira assinada, casar e votar.
Onde fazer o registro:
- O Registro Civil ( ou Certidão de Nascimento) é feito no Cartório de Registro Civil. Os pais ou responsáveis pela criança devem dirigir-se preferencialmente a um cartório da área de residência dos pais, mas pode ser também a um cartório do local de nascimento da criança, dentro de 15 dias do nascimento.
Documentos necessários:
Declaração de Nascido Vivo – DNV, emitida pelo hospital onde a criança nasceu ou por médico habilitado. No caso de parto feito em casa sem o médico, a declaração de Nascido Vivo será preenchida pelo próprio cartório ou pela Secretaria de Saúde municipal ou estadual, com a presença de duas testemunhas maiores que tenham conhecimento do parto e da parteira, se ela for conhecida.
Se os pais forem casados: Certidão de Casamento e Carteira de identidade do pai ou da mãe.
Se os pais não forem casados: caso o pai deva constar na certidão, obrigatoriamente este deve fazer registro. Neste caso, deve apresentar a certidão de nascimento dele e da mãe da criança.
_________________________________________________
Atividade: Autobiografia
Aluno:___________________________________________Data: __________
Neste dia trabalhamos com fontes históricas, aprendemos o que é e para que serve o registro de nascimento, observamos um modelo de registro de nascimento da Srª Emilia, pudemos conhecê-la pessoalmente, fizemos varias perguntas sobre sua história, agora é com você, peça para seus pais mostrarem a sua certidão de nascimento, a partir da dela escreva um pouco sobre sua história desde seu nascimento ate os dias atuais:
CONTEÚDO: Fonte histórica – Registro de Nascimento
OBJETIVOS:
• Conhecer o documento: Registro de Nascimento
• Reconhecer a existência do ser humano
• Valorizar e respeitar as pessoas idosas
DESENVOLVIMENTO
• Iniciaremos mostrando na TV pen drive a propaganda “Certidão de Nascimento”
• Discutiremos com os alunos em roda de conversa buscando o que eles sabem sobre o assunto
• Mostraremos aos alunos um registro de nascimento (em anexo)
• Explicaremos sua importância e o que contém tal documento
• Finalizaremos trazendo para a sala de aula a pessoa referida no registro de nascimento que foi exposto para a criança, à mesma terá um espaço para interagir com as crianças, contando um pouco de sua história
• Como tarefa de casa para fixação da atividade proposta os alunos farão a atividade “arvore genealógica” em anexo e uma autobiografia
AVALIAÇÃO: Será realizada através das atividades propostas como tarefa de casa.
REFERENCIA BIBLIOGRAFICA
• Cartório de Registro Civil Luiz Larocca Junior da comarca de Telêmaco Borba – PR.
• Registro de Nascimento, folha 292 do livro A 9.
ANEXO:
• Atividade desenvolvida: Entrevista Srª. Emília de Queiróz, dona do registro de nascimento
• PESQUISA: Certidão de Nascimento
É a declaração do nascimento de uma pessoa feita em um livro de registro existente no cartório e com o qual ela passa legalmente a existir. A primeira via é gratuita. O registro civil de pessoas com até 16 anos é feito diretamente no cartório. Com mais de 16 anos, somente com autorização judicial.
Para que serve o registro de nascimento: Para a criança ter garantida a sua identidade, podendo matricular-se em escola, participar de programas sociais (saúde, assistência social, erradicação de trabalho infantil). Para o cidadão trabalhar com carteira assinada, casar e votar.
Onde fazer o registro:
- O Registro Civil ( ou Certidão de Nascimento) é feito no Cartório de Registro Civil. Os pais ou responsáveis pela criança devem dirigir-se preferencialmente a um cartório da área de residência dos pais, mas pode ser também a um cartório do local de nascimento da criança, dentro de 15 dias do nascimento.
Documentos necessários:
Declaração de Nascido Vivo – DNV, emitida pelo hospital onde a criança nasceu ou por médico habilitado. No caso de parto feito em casa sem o médico, a declaração de Nascido Vivo será preenchida pelo próprio cartório ou pela Secretaria de Saúde municipal ou estadual, com a presença de duas testemunhas maiores que tenham conhecimento do parto e da parteira, se ela for conhecida.
Se os pais forem casados: Certidão de Casamento e Carteira de identidade do pai ou da mãe.
Se os pais não forem casados: caso o pai deva constar na certidão, obrigatoriamente este deve fazer registro. Neste caso, deve apresentar a certidão de nascimento dele e da mãe da criança.
_________________________________________________
Atividade: Autobiografia
Aluno:___________________________________________Data: __________
Neste dia trabalhamos com fontes históricas, aprendemos o que é e para que serve o registro de nascimento, observamos um modelo de registro de nascimento da Srª Emilia, pudemos conhecê-la pessoalmente, fizemos varias perguntas sobre sua história, agora é com você, peça para seus pais mostrarem a sua certidão de nascimento, a partir da dela escreva um pouco sobre sua história desde seu nascimento ate os dias atuais:
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