PLANO DE TRABALHO METODOLOGIA ENSINO DE MATEMÁTICA
TURMA: 1º Ano
CONTEÚDO: Número par e número impar
OBJETIVO:
• Desenvolver de forma lúdica a noção de número par e impar até o número 9
DESENVOLVIMENTO
• Pedir para que alunos formem um semicírculo
• Iniciar com uma roda de conversa, questionando: mês que estamos que festa típica acontece neste mês, o que tem nestas festas? Alunos irão dar respostas quanto a comidas, barraquinhas, músicas e danças, onde comentarei das famosas “quadrilhas” após o casório caipira.
• Convidá-los a ouvir uma música de quadrilha
• Convidá-los a dançar, porém informando que para dançar quadrilha precisamos formar “parzinhos”
• Comentar que já aprendemos o número até o nove, certo? Sabiam que alguns desses números não formam parzinhos? Eles são chamados de números ímpares
• Pegar um aluno e perguntar, fulano forma parzinho sozinho? Não então ele é impar, colando a plaquinha um no quadro impar.
• Pegar mais um aluno, fulano e fulano formam parzinho? Formam então o 2 é um número par,assim sucessivamente até o número 9.
• Agradecer aos colegas pela participação, explicar que a professora trouxe uma comida típica de festa junina, amendoim torrado, pegar um saquinho que esta com 4 amendoim e dar para o aluno, perguntando, aqui tem 4 amendoinzinhos, quatro é par ou é impar, ele responde, ganha o saquinho e a professora agradece a colaboração
Seja bem vindo, este blog tem por objetivo arquivar todos os meus trabalhos desenvolvidos nos anos de magistério ao qual cursei, entre, visite, deixe sua opinião, se este blog de alguma forma lhe for útil, ficarei muito feliz, também esta sempre acrescentado materiais sobre minha complementação em Pedagogia, e prática em Contraturno socioeducativo e EJA sempre com o mesmo intuito, divulgar, complementar, acrescentar e colaborar... Sucesso!
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
MINI CURSO DE LÍNGUA PORTUGUESA - NOVA REFORMA ORTOGRÁFICA
MINI CURSO DE LÍNGUA PORTUGUESA - NOVA REFORMA ORTOGRÁFICA
REGRA 1
Não há mais acento nos ditongos abertos das palavras paroxítonas
Idéia – ideia
Platéia – plateia
Estréia – estreia
Apóio – apoio
Assembléia – assembleia
Jóia – joia
EX: Deram uma injeção na veia da veia
REGRA 2
Não há mais acento circunflexo em letras dobradas: ÊE, ÔO
Lêem – leem
Dêem – deem
Vêem – veem
Crêem – creem
Enjôo – enjoo
Vôo – voo
REGRA 3
Não há mais acento no U e I tônicos depois de ditongos em palavras paroxítonas:
Feiúra – feiura
Baiúca - baiuca
Bocaiúva – Bocaiuva
REGRA 4
Foram extintos os seguintes acentos diferenciais:
Pêlo (subst.) – pelo
Pára ( verbo) – para
Pólo (extremidade/esporte) - polo
Pêra – pera
Côa (verbo coar) – coa
Cuidado!
Pode – póde
Por – pôr
Forma – fôrma (facultativo)
• Extinto o trema em todas as palavras
REGRA 5
Não há mais acento agudo no U tônico dos grupos gue, gui, que, qui de verbos como averiguar, apaziguar
HIFEN
REGRA 1
Com hífen somente se o segundo elemento for iniciado por H ou pela mesma vogal:
Anti-higiênico
Mini-hospital
Anti-inflamatório
Auto-organização
Micro-ondas
Micro-ônibus
Contra-ataque
EXCESSÃO: Prefixo CO e RE ligam-se sem hífen ao segundo elemento:
Coobrigação
Coautor
Coerdeiro
Reeleição
Reeducação
Nos demais casos vale a justaposição dos elementos:
Autoescola
Autoajuda
Contraindicação
Semiaberto
Semiextensivo
Infraestrutura
Infectocontagioso
REGRA 2
Se o segundo elemento se iniciar por R ou S essas letras se duplicam:
Antissocial
Autorretrato
Semirreta
Contrarregra
Ultrassecreto
PREFIXOS TERMINADOS EM CONSOANTE
Com hífen se o segundo elemento for iniciado por H, R, ou mesma consoante:
Inter-racial
Sub-humano
Nos demais casos vale a justaposição sem hífen:
Subseção
Subprefeitura
Interatuação
Interclube
Intersindical
CASOS ESPECIFICOS:
CIRCUM E PAN: com hífen se o segundo elemento for iniciado por H, vogal, M ou N
Pan-helênico
Pan-americano
Circum-murado
Circum-navegação
ALÉM, AQUÉM, RECÉM, SEM, EX, VICE, SOTO, SOTA, PÓS, PRO, PRÉ, GRÃO GRÃ, usa o hífen
Além-mar
Pré-vestibular
Sem-vergonha
PREFIXO “NÃO”
Perde o hífen em todas as situações:
Não-índios – não índios
Não-fumantes – não fumantes
Não-leal – não leal
USO DO HÍFEN EM PALAVRAS COMPOSTAS
REGRA1
Usa o hífen nas palavras compostas quando o primeiro elemento for substantivo, adjetivo, verbo ou numeral:
Amor-perfeito
Boa-fé
Guarda-chuva
Segunda-feira
ATENÇÃO!
Se a noção de composição desapareceu como tempo, deve-se unir o composto sem hífen:
Em boa hora – embora
Pontapé
Girassol
Paraquedas
Madressilva
Mandachuva
CUIDADO!
Para-brisa
Para-choque
REGRA 2
Usa-se hífen nas palavras compostas que designam espécies botânicas ou zoológicas:
Couve-flor
Bem-te-vi
Bem-me-quer
EXCEÇÃO:
Malmequer
REGRA 3
Usa se o hífen em encadeamento vocabular e combinações históricas:
Liberdade-igualdade-fraternidade
Ponte rio-Niterói
Relação professor-aluno
REGRA 4
Usa se hífen em adjetivos pátrios:
Mato Grosso – Mato-grossense
Ponta Grossa – Ponta-grossense
REGRA 5
Usa se hífen com MAL ante de vogais, H ou L
Mal-estar
Mal-humorado
Mal-limpo
Não se usa hífen nos demais casos:
Malcriado
Malfeito
Malformado
Maldotado
REGRA 1
Não há mais acento nos ditongos abertos das palavras paroxítonas
Idéia – ideia
Platéia – plateia
Estréia – estreia
Apóio – apoio
Assembléia – assembleia
Jóia – joia
EX: Deram uma injeção na veia da veia
REGRA 2
Não há mais acento circunflexo em letras dobradas: ÊE, ÔO
Lêem – leem
Dêem – deem
Vêem – veem
Crêem – creem
Enjôo – enjoo
Vôo – voo
REGRA 3
Não há mais acento no U e I tônicos depois de ditongos em palavras paroxítonas:
Feiúra – feiura
Baiúca - baiuca
Bocaiúva – Bocaiuva
REGRA 4
Foram extintos os seguintes acentos diferenciais:
Pêlo (subst.) – pelo
Pára ( verbo) – para
Pólo (extremidade/esporte) - polo
Pêra – pera
Côa (verbo coar) – coa
Cuidado!
Pode – póde
Por – pôr
Forma – fôrma (facultativo)
• Extinto o trema em todas as palavras
REGRA 5
Não há mais acento agudo no U tônico dos grupos gue, gui, que, qui de verbos como averiguar, apaziguar
HIFEN
REGRA 1
Com hífen somente se o segundo elemento for iniciado por H ou pela mesma vogal:
Anti-higiênico
Mini-hospital
Anti-inflamatório
Auto-organização
Micro-ondas
Micro-ônibus
Contra-ataque
EXCESSÃO: Prefixo CO e RE ligam-se sem hífen ao segundo elemento:
Coobrigação
Coautor
Coerdeiro
Reeleição
Reeducação
Nos demais casos vale a justaposição dos elementos:
Autoescola
Autoajuda
Contraindicação
Semiaberto
Semiextensivo
Infraestrutura
Infectocontagioso
REGRA 2
Se o segundo elemento se iniciar por R ou S essas letras se duplicam:
Antissocial
Autorretrato
Semirreta
Contrarregra
Ultrassecreto
PREFIXOS TERMINADOS EM CONSOANTE
Com hífen se o segundo elemento for iniciado por H, R, ou mesma consoante:
Inter-racial
Sub-humano
Nos demais casos vale a justaposição sem hífen:
Subseção
Subprefeitura
Interatuação
Interclube
Intersindical
CASOS ESPECIFICOS:
CIRCUM E PAN: com hífen se o segundo elemento for iniciado por H, vogal, M ou N
Pan-helênico
Pan-americano
Circum-murado
Circum-navegação
ALÉM, AQUÉM, RECÉM, SEM, EX, VICE, SOTO, SOTA, PÓS, PRO, PRÉ, GRÃO GRÃ, usa o hífen
Além-mar
Pré-vestibular
Sem-vergonha
PREFIXO “NÃO”
Perde o hífen em todas as situações:
Não-índios – não índios
Não-fumantes – não fumantes
Não-leal – não leal
USO DO HÍFEN EM PALAVRAS COMPOSTAS
REGRA1
Usa o hífen nas palavras compostas quando o primeiro elemento for substantivo, adjetivo, verbo ou numeral:
Amor-perfeito
Boa-fé
Guarda-chuva
Segunda-feira
ATENÇÃO!
Se a noção de composição desapareceu como tempo, deve-se unir o composto sem hífen:
Em boa hora – embora
Pontapé
Girassol
Paraquedas
Madressilva
Mandachuva
CUIDADO!
Para-brisa
Para-choque
REGRA 2
Usa-se hífen nas palavras compostas que designam espécies botânicas ou zoológicas:
Couve-flor
Bem-te-vi
Bem-me-quer
EXCEÇÃO:
Malmequer
REGRA 3
Usa se o hífen em encadeamento vocabular e combinações históricas:
Liberdade-igualdade-fraternidade
Ponte rio-Niterói
Relação professor-aluno
REGRA 4
Usa se hífen em adjetivos pátrios:
Mato Grosso – Mato-grossense
Ponta Grossa – Ponta-grossense
REGRA 5
Usa se hífen com MAL ante de vogais, H ou L
Mal-estar
Mal-humorado
Mal-limpo
Não se usa hífen nos demais casos:
Malcriado
Malfeito
Malformado
Maldotado
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
ATIVIDADE AVALIATIVA “7” – LAWRENCE STENHOUSE
4º BIMESTRE - ATIVIDADE AVALIATIVA “7” – LAWRENCE STENHOUSE
“... Analisando o que o autor escreveu e o que você leu sobre o texto Professores e Professauros de Celso Antunes. Você concorda com ele em relação o professor assumir seu lado de experimentador? Justifique a sua resposta:”
Devemos concordar plenamente, pois uma educação atual exige em sala de aula muita reflexão, análise da própria prática realizando ajustes e melhorias sempre com o intuito de adequar o ensino as necessidades, dificuldades específicas de nossos alunos, fundamental ao se trabalhar desta forma é demonstrar o respeito que se tem pelas especificidades dos alunos.
Fácil não é, vários são os fatores que levam a desmotivação, como estrutura física das escolas, apoio do corpo docente (coordenadores, colegas professores, equipe administrativa, diretores), respeito por parte de governantes, e o pior, desinteresse por parte dos próprios professores em transformar sua sala de aula um laboratório, uma sala reflexiva e pensante, muitos professores não sabem fazê-lo pela influencia que receberam do ensino tradicional e outros infelizmente que se acomodam e preferem ter “menos trabalho”, menos desgaste, justificando a falta de motivação pelo salário, tirando a culpa de seus ombros, esquecendo que um dia estudaram e em suas formaturas assumiram o papel importante de amar, educar e respeitar seus alunos.
Precisamos de professores pesquisadores, professores abertos a novas aprendizagens, basta de acomodação, se escolhemos sermos professores devemos ter a clareza que nunca, jamais deixaremos de estudar, pesquisar, aprender, acrescentar, pois o mundo é um constante ciclar e reciclar, ou seja, esta em constante movimento, sendo necessário sempre adaptarmo-nos e melhorarmos a nos mesmos, logo nossos alunos, logo a sociedade, o mundo, façamos então a nossa parte! Como? Mexa-se!
“... Analisando o que o autor escreveu e o que você leu sobre o texto Professores e Professauros de Celso Antunes. Você concorda com ele em relação o professor assumir seu lado de experimentador? Justifique a sua resposta:”
Devemos concordar plenamente, pois uma educação atual exige em sala de aula muita reflexão, análise da própria prática realizando ajustes e melhorias sempre com o intuito de adequar o ensino as necessidades, dificuldades específicas de nossos alunos, fundamental ao se trabalhar desta forma é demonstrar o respeito que se tem pelas especificidades dos alunos.
Fácil não é, vários são os fatores que levam a desmotivação, como estrutura física das escolas, apoio do corpo docente (coordenadores, colegas professores, equipe administrativa, diretores), respeito por parte de governantes, e o pior, desinteresse por parte dos próprios professores em transformar sua sala de aula um laboratório, uma sala reflexiva e pensante, muitos professores não sabem fazê-lo pela influencia que receberam do ensino tradicional e outros infelizmente que se acomodam e preferem ter “menos trabalho”, menos desgaste, justificando a falta de motivação pelo salário, tirando a culpa de seus ombros, esquecendo que um dia estudaram e em suas formaturas assumiram o papel importante de amar, educar e respeitar seus alunos.
Precisamos de professores pesquisadores, professores abertos a novas aprendizagens, basta de acomodação, se escolhemos sermos professores devemos ter a clareza que nunca, jamais deixaremos de estudar, pesquisar, aprender, acrescentar, pois o mundo é um constante ciclar e reciclar, ou seja, esta em constante movimento, sendo necessário sempre adaptarmo-nos e melhorarmos a nos mesmos, logo nossos alunos, logo a sociedade, o mundo, façamos então a nossa parte! Como? Mexa-se!
ATIVIDADE AVALIATIVA “6” – MICHEL FOUCAULT
Colégio Estadual Wolff Klabin – Ensino Fundamental, Médio, Normal e Profissional
Curso de formação de Docentes da Educação Infantil e dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental
4º BIMESTRE - ATIVIDADE AVALIATIVA “6” – MICHEL FOUCAULT
“... Após a análise do texto sobre Michel Foucault, elabore uma síntese, de como o autor vê a Educação Moderna, e o adestramento do corpo e da mente:”
“As luzes que descobriram as liberdades inventaram também as disciplinas”
Michel Foucault
A escola moderna produziu e continua produzindo um determinado tipo de sociedade, uma sociedade que procura disciplinar o homem, onde pessoas tornam-se objetos das instituições escolares que podem mudar seu corpo e mente, ou seja, uma domesticação do homem diante de situações divergentes.
Instituições escolares são apontadas como prisões que tendem a moldar o homem e suas condutas e formatar aquilo que pensam de forma a não perceber tal situação/ imposição. Foucault apontou a relação poder x saber, pois quanto mais uma pessoa é detentora do saber mais a mesma pode usar deste artifício em detrimento daqueles menos favorecidos no saber, detentores do saber jamais levarão os ignorantes à luz da verdade, afinal, se não fazê-lo continuará por determinar os rumos e caminhos a seguir.
Ao abordar a questão “arqueologia do saber”, Foucault se refere a três situações, a arqueologia do conhecimento, onde governantes sempre defendem uma igualdade que nunca é colocada em prática, a genealogia do conhecimento onde discursos bonitos e boa lábia levam a votos e pessoas corruptas no poder e a terceira fase que é a ética, onde por subjetivação as pessoas já desenvolveram conceitos e assumiram papéis históricos, sendo que jamais pensam em mudar os rumos da mesma.
Diante disto, o discurso da escola sempre vai ser o de desenvolver, levar conhecimento, porém na prática isso jamais se efetivará, enquanto os governantes mantiverem o povo a sombra de toda a luz do conhecimento.
Curso de formação de Docentes da Educação Infantil e dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental
4º BIMESTRE - ATIVIDADE AVALIATIVA “6” – MICHEL FOUCAULT
“... Após a análise do texto sobre Michel Foucault, elabore uma síntese, de como o autor vê a Educação Moderna, e o adestramento do corpo e da mente:”
“As luzes que descobriram as liberdades inventaram também as disciplinas”
Michel Foucault
A escola moderna produziu e continua produzindo um determinado tipo de sociedade, uma sociedade que procura disciplinar o homem, onde pessoas tornam-se objetos das instituições escolares que podem mudar seu corpo e mente, ou seja, uma domesticação do homem diante de situações divergentes.
Instituições escolares são apontadas como prisões que tendem a moldar o homem e suas condutas e formatar aquilo que pensam de forma a não perceber tal situação/ imposição. Foucault apontou a relação poder x saber, pois quanto mais uma pessoa é detentora do saber mais a mesma pode usar deste artifício em detrimento daqueles menos favorecidos no saber, detentores do saber jamais levarão os ignorantes à luz da verdade, afinal, se não fazê-lo continuará por determinar os rumos e caminhos a seguir.
Ao abordar a questão “arqueologia do saber”, Foucault se refere a três situações, a arqueologia do conhecimento, onde governantes sempre defendem uma igualdade que nunca é colocada em prática, a genealogia do conhecimento onde discursos bonitos e boa lábia levam a votos e pessoas corruptas no poder e a terceira fase que é a ética, onde por subjetivação as pessoas já desenvolveram conceitos e assumiram papéis históricos, sendo que jamais pensam em mudar os rumos da mesma.
Diante disto, o discurso da escola sempre vai ser o de desenvolver, levar conhecimento, porém na prática isso jamais se efetivará, enquanto os governantes mantiverem o povo a sombra de toda a luz do conhecimento.
PROFESSORES E PROFESSAUROS: REFLEXÕES SOBRE A AULA E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DIVERSAS (CELSO ANTUNES)
ESTÁGIO SUPERVISIONADO - PROFESSORES E PROFESSAUROS: REFLEXÕES SOBRE A AULA E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DIVERSAS (CELSO ANTUNES)
Ao trabalharmos o texto acima descrito, nos dividimos em duplas para uma leitura crítica sobre o mesmo. Ao realizar tal leitura que foi previamente separada por capítulos pela professora, pudemos fazer associações com nossas vivências e experiências, ou seja, nos identificamos em vários momentos, ora como professores, ora como alunos, para a leitura de tal texto foi necessário recorrer ao dicionário uma vez que o mesmo apresenta palavras mais elaboradas, pudemos refletir, formar idéias e concepções sobre o processo do educar, um texto gostoso de ser lido, pois fala de nossa realidade.
Em um segundo momento, formamos dois grupos, cada dupla se dividiu, e pudemos expor o que lemos aos colegas do grupo e também ouvir os demais.
E num terceiro momento, socializamos nossas conclusões, tal método de trabalho é muito interessante, envolvente e gostoso de trabalhar, uma vez que lemos, formamos opiniões, ouvimos diversas colocações onde podemos aprimorar nosso entendimento, sanar dúvidas que surgiram e logo acrescentar em nosso aprendizado, estabelecer o diálogo nos dias atuais, onde vivemos num mundo de contatos virtuais, mas com pessoas ilhadas e sem contato físico é fundamental, ao exercitarmos o ouvir novas idéias e opiniões só temos a crescer.
Ao trabalharmos o texto acima descrito, nos dividimos em duplas para uma leitura crítica sobre o mesmo. Ao realizar tal leitura que foi previamente separada por capítulos pela professora, pudemos fazer associações com nossas vivências e experiências, ou seja, nos identificamos em vários momentos, ora como professores, ora como alunos, para a leitura de tal texto foi necessário recorrer ao dicionário uma vez que o mesmo apresenta palavras mais elaboradas, pudemos refletir, formar idéias e concepções sobre o processo do educar, um texto gostoso de ser lido, pois fala de nossa realidade.
Em um segundo momento, formamos dois grupos, cada dupla se dividiu, e pudemos expor o que lemos aos colegas do grupo e também ouvir os demais.
E num terceiro momento, socializamos nossas conclusões, tal método de trabalho é muito interessante, envolvente e gostoso de trabalhar, uma vez que lemos, formamos opiniões, ouvimos diversas colocações onde podemos aprimorar nosso entendimento, sanar dúvidas que surgiram e logo acrescentar em nosso aprendizado, estabelecer o diálogo nos dias atuais, onde vivemos num mundo de contatos virtuais, mas com pessoas ilhadas e sem contato físico é fundamental, ao exercitarmos o ouvir novas idéias e opiniões só temos a crescer.
ATIVIDADE AVALIATIVA “5” – PAULO FREIRE
Colégio Estadual Wolff Klabin – Ensino Fundamental, Médio, Normal e Profissional
Curso de formação de Docentes da Educação Infantil e dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental
4º BIMESTRE - ATIVIDADE AVALIATIVA “5” – PAULO FREIRE
“... Você como futuro educador tem a preocupação de agir na escola de acordo com os seus princípios em que acredita? Ou faz o que os “outros” fazem, pois é mais cômodo nada no sentido da maré, sem turbulências? Justifique sua resposta:”
E qual a graça de ir com a maré? Aquele professor que realmente se propõe a ser um educador, que estudou anos um magistério, anos uma graduação, anos uma pós graduação e não cumpre com o seu papel, que vá para outra função, seja outro tipo de profissional, a educação não precisa de pessoas pessimistas e conformadas. Muitos reclamam, questionam e se resignam, mas nada fazem para mudar, o compromisso maior de um professor deve ser com o aluno, aquele que esta em suas mãos, e se ao favorecer o aluno o professor tiver que ir contra coordenação, direção, corpo escolar, governo... Que assim o faça, façamos a diferença, independente dos murmúrios que ouvimos nos corredores que não dará certo, mas que ao colocarmos nossas cabeças em nossos travesseiros tenhamos a sensação de dever cumprido e que de alguma forma acrescentamos aos nossos naquele dia.
Curso de formação de Docentes da Educação Infantil e dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental
4º BIMESTRE - ATIVIDADE AVALIATIVA “5” – PAULO FREIRE
“... Você como futuro educador tem a preocupação de agir na escola de acordo com os seus princípios em que acredita? Ou faz o que os “outros” fazem, pois é mais cômodo nada no sentido da maré, sem turbulências? Justifique sua resposta:”
E qual a graça de ir com a maré? Aquele professor que realmente se propõe a ser um educador, que estudou anos um magistério, anos uma graduação, anos uma pós graduação e não cumpre com o seu papel, que vá para outra função, seja outro tipo de profissional, a educação não precisa de pessoas pessimistas e conformadas. Muitos reclamam, questionam e se resignam, mas nada fazem para mudar, o compromisso maior de um professor deve ser com o aluno, aquele que esta em suas mãos, e se ao favorecer o aluno o professor tiver que ir contra coordenação, direção, corpo escolar, governo... Que assim o faça, façamos a diferença, independente dos murmúrios que ouvimos nos corredores que não dará certo, mas que ao colocarmos nossas cabeças em nossos travesseiros tenhamos a sensação de dever cumprido e que de alguma forma acrescentamos aos nossos naquele dia.
ATIVIDADE AVALIATIVA “4” – FLORESTAN FERNANDES
Colégio Estadual Wolff Klabin – Ensino Fundamental, Médio, Normal e Profissional
Curso de formação de Docentes da Educação Infantil e dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental
4º BIMESTRE - ATIVIDADE AVALIATIVA “4” – FLORESTAN FERNANDES
“... Será que, vez ou outra, já não confundiu sua legítima autoridade de professor com autoritarismo?”
Infelizmente nós professores de hoje carregamos o pesado fardo do autoritarismo de nossos professores do passado, quem não lembra sua época escolar, onde alunos eram meros alunos, e professores, os detentores do saber?
Se vivenciamos isso, se fomos expostos a este tipo de ensino autoritário, não seria “normal” dizermos que somos autoritários, mas também não podemos deixar de comentar que aprendemos muito pelo exemplo.
Hoje as formas de ensinar mudaram, o sistema educacional diz ter mudado também, porém não é raro encontrarmos no nosso dia a dia colegas professores resistentes as mudanças, que “pagam na mesma moeda”, ou seja, uma vez sofreram autoritarismo agora seus alunos também deverão sentir, como se isso lhes “lavasse” a alma.
Cabe pensarmos a que tipo de mudanças queremos, precisamos sim termos autoridade em nossa sala de aula, afinal precisamos nos fazer respeitar, e sabemos que nos dias atuais onde os valores se perderam, em que a família é ausente, precisamos impor autoridade, porém sem usar de autoritarismo, os alunos devem nos respeitar, porque primeiro os respeitamos, porque dominamos o conteúdo, porque estamos lá para ajudá-lo e claro entendendo que nossa relação é de trocas, mas nunca, jamais, impondo-lhes algo ou alguma coisa, pois é certo que desta forma rumaremos ao fracasso.
Se nosso propósito é formar cidadãos críticos, logo não conseguimos impor autoritariamente nossos desejos, pois pessoas pensantes, certas de seus direitos e deveres, sabem colocar-se, questionar e ir contra aquilo que pensam não lhes ser correto, por isso talvez, muitos professores não queiram alunos pensantes, para que não os questionem em suas aulas mau elaboradas, suas posturas erradas, sua falta de comprometimento, seu despreparo.
Volto a dizer que infelizmente, a instituição escolar ainda possui um longo caminho a trilhar, mas sejamos otimistas, vejamos a luz no fim do túnel, esta reconstrução só terá oportunidade de acontecer a partir do esforço dos educadores, da própria comunidade escolar em busca de novo modelo de relações entre professor e aluno, entre a equipe escolar e entre a escola e Sociedade.
Curso de formação de Docentes da Educação Infantil e dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental
4º BIMESTRE - ATIVIDADE AVALIATIVA “4” – FLORESTAN FERNANDES
“... Será que, vez ou outra, já não confundiu sua legítima autoridade de professor com autoritarismo?”
Infelizmente nós professores de hoje carregamos o pesado fardo do autoritarismo de nossos professores do passado, quem não lembra sua época escolar, onde alunos eram meros alunos, e professores, os detentores do saber?
Se vivenciamos isso, se fomos expostos a este tipo de ensino autoritário, não seria “normal” dizermos que somos autoritários, mas também não podemos deixar de comentar que aprendemos muito pelo exemplo.
Hoje as formas de ensinar mudaram, o sistema educacional diz ter mudado também, porém não é raro encontrarmos no nosso dia a dia colegas professores resistentes as mudanças, que “pagam na mesma moeda”, ou seja, uma vez sofreram autoritarismo agora seus alunos também deverão sentir, como se isso lhes “lavasse” a alma.
Cabe pensarmos a que tipo de mudanças queremos, precisamos sim termos autoridade em nossa sala de aula, afinal precisamos nos fazer respeitar, e sabemos que nos dias atuais onde os valores se perderam, em que a família é ausente, precisamos impor autoridade, porém sem usar de autoritarismo, os alunos devem nos respeitar, porque primeiro os respeitamos, porque dominamos o conteúdo, porque estamos lá para ajudá-lo e claro entendendo que nossa relação é de trocas, mas nunca, jamais, impondo-lhes algo ou alguma coisa, pois é certo que desta forma rumaremos ao fracasso.
Se nosso propósito é formar cidadãos críticos, logo não conseguimos impor autoritariamente nossos desejos, pois pessoas pensantes, certas de seus direitos e deveres, sabem colocar-se, questionar e ir contra aquilo que pensam não lhes ser correto, por isso talvez, muitos professores não queiram alunos pensantes, para que não os questionem em suas aulas mau elaboradas, suas posturas erradas, sua falta de comprometimento, seu despreparo.
Volto a dizer que infelizmente, a instituição escolar ainda possui um longo caminho a trilhar, mas sejamos otimistas, vejamos a luz no fim do túnel, esta reconstrução só terá oportunidade de acontecer a partir do esforço dos educadores, da própria comunidade escolar em busca de novo modelo de relações entre professor e aluno, entre a equipe escolar e entre a escola e Sociedade.
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
OS SIGNIFICADOS DA ALFABETIZAÇÃO, OS MOTIVOS QUE LEVAM OS JOVENS E ADULTOS A FREQUENTAREM A ESCOLA E A AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS
OS SIGNIFICADOS DA ALFABETIZAÇÃO, OS MOTIVOS QUE LEVAM OS JOVENS E ADULTOS A FREQUENTAREM A ESCOLA E A AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS
Vários são os motivos que levam jovens e adultos a retornarem as salas de aulas, dentre eles podemos destacar a busca pela valorização da imagem social, prazer em aprender, busca de emprego, exercício de cidadania ou busca e entendimento da norma padrão da língua, lembrando que é do homem desde que nasce o desejo de conhecer, explicar, entender, por algumas vezes essas vontades são adormecidas, mas nunca extirpadas.
Alunos de EJA não adentram salas de aula somente para ouvir, faz se necessário propiciar espaço de reflexão, pensamento e diálogo, hoje só existe docente quando se têm discentes, ambos caminham juntos. Diante disto cabe ao professor muita preparação para trabalhar desta forma e também apresentar aos alunos esta nova concepção de ensino, pois os mesmos não estão preparados, ainda carregam consigo a concepção do ensino tradicional, então tais alunos devem ser levados a perceber que hoje o aluno apresenta voz na sala de aula.
Cabe ao professor sempre oferecer experiências positivas, deve-se repensar padrões escolares (horários de entrada/saída, tarefas extracurriculares, freqüência, cansaço, ausência na família), lembrando que o professor não deve deixar as suas aulas “um oba-oba”, mas ter sensibilidade ao estipular horários, ser objetivo nas atividades, negociar faltas com trabalhos, reposições, etc... e o principal, as aulas devem ser interessantes e proveitosas.
Ao se trabalhar na EJA lidamos com pessoas e valores diferenciados (velhos/jovens, religião, homem/mulher), cabe ao professor muito “jogo de cintura” objetivando formar equipes com entendimento que todos se complementam.
A avaliação na EJA precisa ser contínua e diagnóstica, sendo necessário anotar dia a dia a evolução e problematizações de seus alunos e que pode servir posteriormente estas anotações como documento para diálogos com próprios alunos e supervisores. Importante entender que a avaliação deve ser uma via de mão dupla (professor/aluno) que devem auto avaliar-se constantemente.
Lembrar sempre que devemos dar atenção a todas as perguntas feitas pelos alunos, elas sempre tem um sentido para que pergunta, adultos também aprendem através de outras linguagens assim como os pequenos (jogos, brincadeiras, dramatizações...). Devemos estar atento, pois a cultura brasileira é oral, não gostamos de registrar, tal pensamento é errôneo, pois a memória pode falhar vez ou outra, logo precisamos registrar e ensinar nossos alunos a registrarem (síntese, conclusão em todas as aulas por exemplo)
A avaliação acompanha todo o processo de ensino/aprendizagem, pois somos o tempo todo avaliados na sociedade e nela julgam-se muitos os valores, cabe ao professor registrar de forma idônea, sem julgamentos, deve focar-se nas competências dos alunos e não em suas ausências, sem críticas, voz alta e ou constrangimento. Deve-se avaliar na EJA inicialmente para se detectar que nível esta seu futuro aluno e durante todo o processo.
EJA deve ser trabalhada através de projetos interdisciplinares onde todas as linguagens sejam abordadas em torno das experiências vivenciadas pelos educando, sua realidade, seu contexto. Lembrando que o sentido do que ensinamos e do porque ensinamos deve ser o nosso objetivo nestas aulas. A interdisciplinaridade aponta a construção de uma escola participativa e decisiva na formação do sujeito social.
Devemos evitar a evasão na EJA, a escola deve ser um motivo de orgulho para seus alunos, mostrando a utilidade do ensino na estrutura da sociedade, elaborando aulas interessantes, sendo receptivos, possibilitando aulas de “troca”, valorizando os conhecimentos dos alunos e desenvolvendo um sentimento de grupo.
Vários são os motivos que levam jovens e adultos a retornarem as salas de aulas, dentre eles podemos destacar a busca pela valorização da imagem social, prazer em aprender, busca de emprego, exercício de cidadania ou busca e entendimento da norma padrão da língua, lembrando que é do homem desde que nasce o desejo de conhecer, explicar, entender, por algumas vezes essas vontades são adormecidas, mas nunca extirpadas.
Alunos de EJA não adentram salas de aula somente para ouvir, faz se necessário propiciar espaço de reflexão, pensamento e diálogo, hoje só existe docente quando se têm discentes, ambos caminham juntos. Diante disto cabe ao professor muita preparação para trabalhar desta forma e também apresentar aos alunos esta nova concepção de ensino, pois os mesmos não estão preparados, ainda carregam consigo a concepção do ensino tradicional, então tais alunos devem ser levados a perceber que hoje o aluno apresenta voz na sala de aula.
Cabe ao professor sempre oferecer experiências positivas, deve-se repensar padrões escolares (horários de entrada/saída, tarefas extracurriculares, freqüência, cansaço, ausência na família), lembrando que o professor não deve deixar as suas aulas “um oba-oba”, mas ter sensibilidade ao estipular horários, ser objetivo nas atividades, negociar faltas com trabalhos, reposições, etc... e o principal, as aulas devem ser interessantes e proveitosas.
Ao se trabalhar na EJA lidamos com pessoas e valores diferenciados (velhos/jovens, religião, homem/mulher), cabe ao professor muito “jogo de cintura” objetivando formar equipes com entendimento que todos se complementam.
A avaliação na EJA precisa ser contínua e diagnóstica, sendo necessário anotar dia a dia a evolução e problematizações de seus alunos e que pode servir posteriormente estas anotações como documento para diálogos com próprios alunos e supervisores. Importante entender que a avaliação deve ser uma via de mão dupla (professor/aluno) que devem auto avaliar-se constantemente.
Lembrar sempre que devemos dar atenção a todas as perguntas feitas pelos alunos, elas sempre tem um sentido para que pergunta, adultos também aprendem através de outras linguagens assim como os pequenos (jogos, brincadeiras, dramatizações...). Devemos estar atento, pois a cultura brasileira é oral, não gostamos de registrar, tal pensamento é errôneo, pois a memória pode falhar vez ou outra, logo precisamos registrar e ensinar nossos alunos a registrarem (síntese, conclusão em todas as aulas por exemplo)
A avaliação acompanha todo o processo de ensino/aprendizagem, pois somos o tempo todo avaliados na sociedade e nela julgam-se muitos os valores, cabe ao professor registrar de forma idônea, sem julgamentos, deve focar-se nas competências dos alunos e não em suas ausências, sem críticas, voz alta e ou constrangimento. Deve-se avaliar na EJA inicialmente para se detectar que nível esta seu futuro aluno e durante todo o processo.
EJA deve ser trabalhada através de projetos interdisciplinares onde todas as linguagens sejam abordadas em torno das experiências vivenciadas pelos educando, sua realidade, seu contexto. Lembrando que o sentido do que ensinamos e do porque ensinamos deve ser o nosso objetivo nestas aulas. A interdisciplinaridade aponta a construção de uma escola participativa e decisiva na formação do sujeito social.
Devemos evitar a evasão na EJA, a escola deve ser um motivo de orgulho para seus alunos, mostrando a utilidade do ensino na estrutura da sociedade, elaborando aulas interessantes, sendo receptivos, possibilitando aulas de “troca”, valorizando os conhecimentos dos alunos e desenvolvendo um sentimento de grupo.
PAULO FREIRE
OLÁ PESSOAL, ESTOU ESTUDANDO EM MINHA COMPLEMENTAÇÃO DE PEDAGOGIA SOBRE A "EJA", EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS E CLARO QUE AO SE FALAR DE EJA, NÃO PODERÍAMOS DEIXAR DE ESTUDAR PAULO FREIRE, SEGUE ABAIXO ALGUMAS REPORTAGENS/ LINKS SOBRE O ASSUNTO E TAMBÉM O SITE DA BIBLIOTECA VIRTUAL PAULO FREIRE:
http://revistaescola.abril.com.br/eja/
http://revistaescola.abril.com.br/politicas-publicas/jovens-15-17-anos-estao-eja-639052.shtml?page=3
BIBLIOTECA DIGITAL PAULO FREIRE: http://www.paulofreire.ce.ufpb.br/paulofreire/Controle?tipo=livro&op=listar&id=0&obra_critica=O
http://revistaescola.abril.com.br/eja/
http://revistaescola.abril.com.br/politicas-publicas/jovens-15-17-anos-estao-eja-639052.shtml?page=3
BIBLIOTECA DIGITAL PAULO FREIRE: http://www.paulofreire.ce.ufpb.br/paulofreire/Controle?tipo=livro&op=listar&id=0&obra_critica=O
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
PLANO DE AULA MUSEU (GASPARIM)
ROTEIRO DE AULA
AUTORIA
• ALUNO MESTRE: Luciandréa de Camargo
• INDICADO PARA A INSTITUIÇÃO: Leopoldo Mercer – E.I.E. F
ESTRUTURA CURRICULAR
• NÍVEL DE ENSINO: 2º Ciclo
• COMPONENTE CURRICULAR PRINCIPAL: Estudo da Natureza e Sociedade
• TEMA: Museu – Acervo, Memórias e História
DADOS DA AULA
• TÍTULO: Museus no Paraná – Acervo, Memórias e História
• PALAVRA-CHAVE: Museu, Paraná, História
• O QUE O ALUNO PODERÁ APRENDER COM ESTA AULA:
- Entender o que é um museu, os seus objetivos e suas especificidades,
-Conhecer os principais museus do Estado do Paraná através de histórico (slides/fotos)
-Perceber o museu mais próximo de sua cidade e a história que transmite,
- Analisar, refletir e posicionar-se sobre a vinda de garimpeiros para exploração do diamante no rio Tibagi - impactos, desenvolvimentos, retrocessos, história.
• DURAÇÃO: 3 aulas
• LISTAGEM DOS CONTEÚDOS:
CIENTÍFICO: Formação de conceitos, arte, produção textual, interpretação, leitura e oralidade.
ÉTICO-POLÍTICO: Valores políticos, valores éticos, relação de poder, relações sociais
SÓCIO-AMBIENTAL: Recursos naturais, valores, hábitos e atitudes, exploração de recursos, homem, trabalho e a cultura
ESTÉTICO-CULTURAL: Arte regional, cultura popular
ESTRATÉGIA E RECURSOS DA AULA
1 – PRÁTICA SOCIAL INICIAL DO CONTEÚDO:
Assistir o filme “Uma noite no Museu 2”, discutindo em roda de conversa sobre o tema para introdução.
2 – PROBLEMATIZAÇÃO
-Passado x presente (acervo do passado, porém os acontecimentos são no presente).
- O que é museu?
- Qual a função de um museu?
- Objetivos de um museu?
- Se aluno conhece um museu, qual/quais?
2.1 – DIMENSÕES
Nas dimensões conceitual, científico, ético-político, sócio ambiental e estético-cultural.
3 – INSTRUMENTALIZAÇÃO/DESENVOLVIMENTO
ATIVIDADE 1
Assistiremos ao filme Uma noite no Museu 2.
ATIVIDADE 2
Em roda de conversa utilizando como tema inicial o filme, dialogar e pesquisar conhecimentos dos alunos, referente ao museu, estabelecendo relação presente/passado.
ATIVIDADE 3
Apresentar aos alunos slides, demonstrando e explicando alguns museus localizados no Paraná
MUSEU PARANAENSE
Idealizado por Agostinho Ermelino de Leão e José Candido Murici, o Museu Paranaense foi inaugurado no dia 25 de setembro de 1876, no Largo da Fonte, hoje Praça Zacarias, em Curitiba. Com um acervo de 600 peças, entre objetos, artefatos indígenas, moedas, pedras, insetos, pássaros e borboletas, eram então, o primeiro no Paraná e o terceiro no Brasil.
Em 1882, de particular transformou-se em órgão oficial de governo. A partir daí, passou a receber contínuas doações. Deixa de ser um simples depósito para ser um centro de instrução e pesquisa, propiciando a vinda de “missões científicas” para o Paraná. Atualmente o Museu Paranaense desenvolve estudos nas áreas da Arqueologia, Antropologia e História. Destaque para o Pavilhão da História do Paraná que faz a “linha do tempo” desde a pré-história, 8000 anos antes da época atual, até o início do século XX, com a integração dos imigrantes ao nosso Estado
PARQUE HISTÓRICO DO MATE
Está localizado no município de Campo Largo, ocupando 31,7 hectares de extensa área verde com árvores nativas, lago, área de lazer e edificações. A edificação principal, onde está instalado o Museu, é o resultado de restauração de antigo Engenho de Mate, construído na segunda metade do século XIX.
No museu do Parque Histórico do Mate estão expostos objetos que descrevem o processo de produção da erva-mate, assim como demonstram sua importância na vida paranaense, desde o tempo em que era bebida apenas dos indígenas.
MUSEU OSCAR NIEMAYER
A história do Museu Oscar Niemeyer teve início em 2002, quando o prédio principal deixou de ser sede de secretarias de Estado para se transformar em museu. O prédio, antes chamado de Edifício Presidente Humberto Castelo Branco, passou por adaptações e ganhou um anexo, popularmente chamado de Olho. Ambos os projetos são de autoria do reconhecido arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer.
Dedicado à exposição de Artes Visuais, Arquitetura e Design, atualmente, o Museu possui 17.744,64 mil metros quadrados de área expositiva potencial.
O acervo inicial surgiu com as obras do extinto Banco do Estado do Paraná (Banestado). Em sua coleção figuram importantes artistas paranaenses e nacionais de vários movimentos.
Composto por aproximadamente 2 mil peças, o acervo guarda obras dos paranaenses Alfredo Andersen, Theodoro De Bona, Miguel Bakun, Guido Viaro e Helena Wong, além de Tarsila do Amaral, Cândido Portinari, Oscar Niemeyer, Ianelli e Caribé, entre outros.
MAC – MUSEU DE ARTE COMTEMPORÂNEA DO PARANÁ
O Museu de Arte Contemporânea do Paraná é uma unidade da Secretaria de Estado da Cultura do Governo do Paraná - SEEC, vinculado à Coordenação do Sistema Estadual de Museus - COSEM.
Além de abrigar, documentar, estudar, conservar, expor e divulgar seu acervo artístico, a ação do MAC visa promover o debate e a reflexão sobre a Arte e as poéticas contemporâneas. Voltado para a comunidade local busca, por meio do desenvolvimento da sensibilidade e da percepção crítica, contribuir para a formação integral e a integração social do indivíduo, ampliando suas possibilidades de leitura do mundo.
O MAC está localizado na região central de Curitiba, próximo de escolas, teatros, livrarias e espaços de arte, área de intensa movimentação cultural. Ao lado da Praça Zacarias, está a poucos metros da Rua XV de Novembro, destinado ao trânsito exclusivo de pedestres, e da Praça Rui Barbosa, um dos grandes terminais de transporte coletivo da cidade.
A concentração de populares e de estudantes de diversos níveis, associado à gratuidade de acesso em todas as áreas do museu, favorece o contato com a arte contemporânea e aproxima a população local de seu patrimônio artístico.
MUSEU DO EXPEDICIONÁRIO
O Museu do Expedicionário, criado em 1946, ilustra a participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial e, em especial, a participação dos soldados paranaenses.
Possui farto material histórico, incluindo muitas ilustrações, mapas, livros e documentos da época. Estão expostos vários materiais bélicos e armamentos utilizados na guerra pela Força Expedicionária Brasileira, pela Força Aérea Brasileira e pela Marinha de Guerra do Brasil.
O Museu do Expedicionário é mantido pela Legião Paranaense do Expedicionário, órgão dos ex-combatentes que serviram na Força Expedicionária Brasileira, durante a Segunda Grande Guerra.
Na Praça do Expedicionário, local onde fica o museu, estão expostos um tanque de guerra, um avião Thunderbolt e outros equipamentos de guerra utilizados no conflito mundial.
MUSEU DA HISTÓRIA NATURAL
O Museu de História Natural, instalado no Bosque Capão da Imbuia, desenvolve pesquisas e mantém exposições de animais e plantas de ecossistemas brasileiros, em uma área de 36 mil m². Inclui uma trilha, em um bosque remanescente de floresta araucária, com painéis de exposição
MUSEU DA IMAGEM E DO SOM
Foi criado em 1969, buscando preservar a memória audiovisual do Paraná. O acervo conta com cerca de um milhão de imagens, 50 mil discos, filmes, depoimentos orais históricos, partituras, documentos e equipamentos fotográficos e de som. Está instalado no antigo Palácio do Governo, construído entre 1870 e 1890.
ATIVIDADE 4
Comentarei com os alunos sobre o Museu mais próximo de nossa cidade, que é o Museu Desembargador Edmundo Mercer Júnior, conhecido como o Museu do Garimpo, situado na cidade de Tibagi. Entregarei um texto informativo, faremos leitura coletiva, explicando e sanando dúvidas que surgirem no decorrer do processo.
TEXTO:
Museu Histórico Desembargador Edmundo Mercer Junior: Museu do Garimpo
O Museu
A idéia em torno do projeto de organizar o Museu foi lançada no dia 18 de março de 1.985, com a colaboração da Universidade Estadual de Ponta Grossa. O primeiro passo concreto visando conscientizar a comunidade de sua participação no resgate cultural foi dado no dia 19 de março de 1985, através de uma gincana cultural, onde cada equipe resgatava objetos e doavam ao acervo, representativos da história do Município. O Museu foi aberto ao publico no dia 21 de março de 1.986, com exposições de fotos e doações da comunidade. Pela Lei n.° 1.104 de 14 de outubro de 1.986, ficou o Poder Executivo Municipal autorizado a denominar de Museu Histórico Desembargador Edmundo Mercer Júnior, inaugurado em 03 de abril de 1.987.
O Prédio
O Museu Histórico está instalado no prédio do antigo Fórum Municipal. Neste mesmo local havia um prédio, que foi adquirido pela Prefeitura Municipal em 05 de março de 1.905, para as instalações do Paço Municipal, Delegacia e Cadeia Publica. Prédio este demolido em 1949 e no mesmo local construído um moderno edifício para abrigar as instalações do Fórum, ficando até o ano de 1.983. No ano de 1.985 passou a abrigar as instalações do Museu Histórico em termo de comodato do Município com o Estado. O Prédio foi restaurado, conservando suas características.
O Acervo
O acervo do Museu Histórico Des. Edmundo Mercer Jr. é constituído por um número expressivo de objetos que documentam a história do Município de Tibagi. Podemos admirar, nesse valioso acervo, peças originais que pertenceram a outros ilustres tibagianos com relevo na vida pública.
A sala do garimpo é uma atração á parte, a revelar o que foi a década de 30 para a economia do Município, sendo considerado, o Eldorado Paranaense.
O Museu corresponde à curiosidade daqueles que desejam conhecer de perto, o conjunto de valores culturais, coleções de interesse artístico, histórico, cientifico, indumentárias, documentos iconográficos, escafandros, pedras...
O Museu Histórico possui um dos melhores acervos do Estado, constituindo um total de 5.122 peças. As Salas assim distribuídas: Hall de Entrada (homenagem ao Patrono), Bibliotáfio (livros Raros e documentos), Sala do Garimpo, Salão de Fotografias, Sala Histórica, Talentos Musicais, Sala Indígena, Sala Fatos do Passado, Sala Usos e Costumes.
ATIVIDADE 5
Assistiremos um documentário sobre o processo de garimpo no rio Tibagi:
ATIVIDADE 6
Baseado no filme “Uma noite no Museu 2”, onde podemos perceber a relação passado/presente que se propõe um museu, nos slides, apresentando os principais museus do Paraná, onde podemos perceber as especificidade e a que se propõe retratar cada tipo de museu e conhecendo um pouco sobre o museu do garimpo de Tibagi, através de texto informativo mais o documentário que aborda de forma crítica o “Eldorado do Paraná” – período de muito interesse nas águas do rio Tibagi e que na verdade não passou de ilusão, vamos juntos elaborar uma síntese, registrando os principais pontos da importância de um museu para a história de nossa sociedade no caderno:
ATIVIDADE 7
Hoje aprendemos sobre museus, entendemos que se trata de uma instituição permanente, sem fins lucrativos, a serviço da sociedade e do seu desenvolvimento, aberta ao público e que adquire, conserva, investiga, difunde e expõe os testemunhos materiais do homem e de seu entorno, para educação e deleite da sociedade. Agora vamos observar a obra : Garimpeiros de Poxoréu, criação da artista Edna Alcântara de Sá, inspirada em Monet, produzindo no caderno de arte uma releitura da obra.
4 – PRÁTICA SOCIAL FINAL DO CONTEÚDO
4.1 – INTENÇÕES DO ALUNO:
Compreender o que é um museu e sua importância, percebendo os diversos tipos de museus, suas caracteristicas e objetivos, refletir sobre o processo em nossa região referente ao garimpo no passado e suas consequencias no presente.
4.2 – AÇÕES DO ALUNO
Participar, interagir e socializar conhecimentos com professor e demais colegas no âmbito escolar, refletindo e posicinando-se em seu meio a que esta inserido.
RECURSOS PEDAGÓGICOS NECESSÁRIOS PARA A AULA
Tv, Dvd, Pendrive, Texto impresso, quadro negro, giz, caderno estudo da natureza e sociedade e arte, lápis de cor, canetinha, giz de cera
RECURSOS COMPLEMENTARES
• Filme: http://www.youtube.com/watch?v=o69af4STlAU
• Documentário: http://www.youtube.com/watch?v=9S5GZ0l_7XQ
AVALIAÇÃO
Será concomitante.
REFERÊNCIAS
• http://www.museuparanaense.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=48
• http://www.museuparanaense.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=56
• http://www.museuoscarniemeyer.org.br/historico.htm
• http://www.tibagi.pr.gov.br/turpage/modules/conteudo/index.php?pagenum=15
• http://pt.wikipedia.org/wiki/Museu
• Blog Poxoréu: http://pox.zip.net/
PLANO DE AULA ANIMAIS VERTEBRADOS E INVERTEBRADOS
TURMA: 4º Ano
CONTEÚDO: Classificação dos seres vivos: animais (vertebrados e invertebrados)
OBJETIVOS
• Compreender a diferença entre animais vertebrados e invertebrados
• Diferenciar os animais em classes
• Desenvolver raciocínio e atenção através de quebra cabeça de animais.
DESENVOLVIMENTO
• Iniciar mostrando um vídeo, para introdução do assunto:
Na questão anterior dividimos os animais em grupos, agora vamos escolher três destes grupos e explicar o que permite que sejam classificados desta forma:
________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________
• Atividade 4
Com o auxílio do software: http://www.1papacaio.com.br/modules.php?name=Content&pa=showpage&pid=10
dividiremos a turma em duplas, que escolherá um quebra cabeça de animais do nível fácil tentando montá-lo.
RECURSOS:
Laboratório de Informática, software, texto, atividades impressas
AVALIAÇÃO
Será realizada através das atividades propostas.
REFERENCIA
• http://www.1papacaio.com.br/modules.php?name=Content&pa=showpage&pid=10
• http://www.youtube.com/watch?v=o2I4DbBF3yc
• GIL, Ângela, Porta Aberta 4, Ciências Naturais, Ed. FTD, 2002, São Paulo.
CONTEÚDO: Classificação dos seres vivos: animais (vertebrados e invertebrados)
OBJETIVOS
• Compreender a diferença entre animais vertebrados e invertebrados
• Diferenciar os animais em classes
• Desenvolver raciocínio e atenção através de quebra cabeça de animais.
DESENVOLVIMENTO
• Iniciar mostrando um vídeo, para introdução do assunto:
- Roda de conversa: O que trata o vídeo, quais os tipos de animais visualizados, diferenças observadas entre eles...
- Leitura do texto informativo: Os animais, com discussão, interpretação, sanando dúvidas e questionamentos que surgirem


• Aplicar 1º atividade
Hoje aprendemos sobre a diferença entre os animais vertebrados e invertebrados, sendo elas de que os primeiros possuem coluna vertebral e os segundos não possuem coluna vertebral, agora vamos observar a cena que apresenta animais vertebrados e invertebrados, porém vamos circular apenas os vertebrados:
• Aplicar atividade 2
Entendemos que os vertebrados são reunidos em classes (grupos) para serem estudados, baseado no que lemos e comentamos cite quais são estes grupos:
_________________________________________________________________________________
• Aplicar atividade 3
Na questão anterior dividimos os animais em grupos, agora vamos escolher três destes grupos e explicar o que permite que sejam classificados desta forma:
________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________
• Atividade 4
Com o auxílio do software: http://www.1papacaio.com.br/modules.php?name=Content&pa=showpage&pid=10
dividiremos a turma em duplas, que escolherá um quebra cabeça de animais do nível fácil tentando montá-lo.
- Atividade 5
RECURSOS:
Laboratório de Informática, software, texto, atividades impressas
AVALIAÇÃO
Será realizada através das atividades propostas.
REFERENCIA
• http://www.1papacaio.com.br/modules.php?name=Content&pa=showpage&pid=10
• http://www.youtube.com/watch?v=o2I4DbBF3yc
• GIL, Ângela, Porta Aberta 4, Ciências Naturais, Ed. FTD, 2002, São Paulo.
sábado, 22 de outubro de 2011
4º BIMESTRE - ATIVIDADE AVALIATIVA “3” – HANNAH ARENDT
Colégio Estadual Wolff Klabin – Ensino Fundamental, Médio, Normal e Profissional
Curso de formação de Docentes da Educação Infantil e dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental
ALUNA: Luciandréa de Camargo – Nº 27 – 3º N.A
4º BIMESTRE - ATIVIDADE AVALIATIVA “3” – HANNAH ARENDT
“... Qualquer pessoa que se recuse a assumir a responsabilidade coletiva pelo mundo não deveria ter crianças e é preciso proibi-la de tomar parte na educação, escreve Arendt. Você, como futuro professor concorda com ela? Qual é, a seu ver, a principal responsabilidade de sua profissão?
Tudo o que acontece na vida do ser humano depende de como ele foi educado, não estou citando aqui uma educação que ensine o aluno a ler e escrever, mas também e principalmente, este aluno seja formado eticamente e moralmente.
Sejamos bons professores, a principal responsabilidade é com seus alunos, seu objetivo maior deve ser o de propiciar através de diversas formas a aprendizagem, a evolução daqueles que estão em suas mãos, seus alunos.
Ao se pensar nos diversos tipos de professores que infelizmente possuímos disseminados pelas escolas deste Brasil, percebe-se um professor que não se preocupa com o outro, e se não o faz, jamais, em momento algum este mesmo conseguira formar pessoas que pensem no coletivo, que possam tomar as rédeas deste mesmo país capitalista e excludente.
Para se trabalhar a educação os educadores tem que ter a ética de entrar em uma sala de aula e trabalhar os seus educandos de forma adequada, sem reservas, com amor e carinho pelo ato de transmitir conhecimento, independentemente de que condições se encontre sua sala, suas carteiras, seu quadro...
Que vejam o seu ato de ensinar como um dom pelo qual escolheu trilhar esse caminho, pois dele depende não só o futuro de um país, mas principalmente o futuro de um ser humano, pois é do que se ouve, questiona e se aprende em uma sala de aula que o educando constrói o seu futuro.
Curso de formação de Docentes da Educação Infantil e dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental
ALUNA: Luciandréa de Camargo – Nº 27 – 3º N.A
4º BIMESTRE - ATIVIDADE AVALIATIVA “3” – HANNAH ARENDT
“... Qualquer pessoa que se recuse a assumir a responsabilidade coletiva pelo mundo não deveria ter crianças e é preciso proibi-la de tomar parte na educação, escreve Arendt. Você, como futuro professor concorda com ela? Qual é, a seu ver, a principal responsabilidade de sua profissão?
Tudo o que acontece na vida do ser humano depende de como ele foi educado, não estou citando aqui uma educação que ensine o aluno a ler e escrever, mas também e principalmente, este aluno seja formado eticamente e moralmente.
Sejamos bons professores, a principal responsabilidade é com seus alunos, seu objetivo maior deve ser o de propiciar através de diversas formas a aprendizagem, a evolução daqueles que estão em suas mãos, seus alunos.
Ao se pensar nos diversos tipos de professores que infelizmente possuímos disseminados pelas escolas deste Brasil, percebe-se um professor que não se preocupa com o outro, e se não o faz, jamais, em momento algum este mesmo conseguira formar pessoas que pensem no coletivo, que possam tomar as rédeas deste mesmo país capitalista e excludente.
Para se trabalhar a educação os educadores tem que ter a ética de entrar em uma sala de aula e trabalhar os seus educandos de forma adequada, sem reservas, com amor e carinho pelo ato de transmitir conhecimento, independentemente de que condições se encontre sua sala, suas carteiras, seu quadro...
Que vejam o seu ato de ensinar como um dom pelo qual escolheu trilhar esse caminho, pois dele depende não só o futuro de um país, mas principalmente o futuro de um ser humano, pois é do que se ouve, questiona e se aprende em uma sala de aula que o educando constrói o seu futuro.
4º BIMESTRE - ATIVIDADE AVALIATIVA “1” – CARL ROGERS
Colégio Estadual Wolff Klabin – Ensino Fundamental, Médio, Normal e Profissional
Curso de formação de Docentes da Educação Infantil e dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental
ALUNA: Luciandréa de Camargo – Nº 27 – 3º N.A
4º BIMESTRE - ATIVIDADE AVALIATIVA “1” – CARL ROGERS
“... Você acredita que é possível fundamentar a prática pedagógica na idéia de que todo aluno tem tendência natural ao aprendizado e a relações interpessoais construtivas?”:
Somos fruto do meio, se recebemos cargas positivas, tornamo-nos positivos ou vice versa. Rogers deixa claro que sua permissividade não significa abandonar o aluno a si mesmo, mas sendo o papel do professor o de apoiar e intervir quando necessário, no sentido de formar pessoas independentes, que não se subordinam a pessoas ou situações.
Faz parte do indivíduo a evolução, para que a mesma ocorra é necessário vivenciar, experimentar, aprender, se alunos encontram oportunidades para evoluir, e se percebe beneficiado é lógico que buscará aprender, se auto descobrindo, entendendo, a partir disto, o aluno que se compreende, consegue posicionar-se na sociedade e conquistar seu espaço, uma vez resolvido este conflito, o aluno e futuramente homem buscará perpetuar essa harmonia em seu entorno, ou seja, na sociedade.
O aluno ao ser inserido na instituição escolar esta aberto a novas aprendizagens, se o mesmo se defronta com a falta de relacionamento professor/aluno, falta de confiança e hierarquização, é isso que desenvolverá para si mesmo e como conseqüência refletirá na sociedade, diante disto cabe a nós professores fazermos o inverso.
Curso de formação de Docentes da Educação Infantil e dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental
ALUNA: Luciandréa de Camargo – Nº 27 – 3º N.A
4º BIMESTRE - ATIVIDADE AVALIATIVA “1” – CARL ROGERS
“... Você acredita que é possível fundamentar a prática pedagógica na idéia de que todo aluno tem tendência natural ao aprendizado e a relações interpessoais construtivas?”:
Somos fruto do meio, se recebemos cargas positivas, tornamo-nos positivos ou vice versa. Rogers deixa claro que sua permissividade não significa abandonar o aluno a si mesmo, mas sendo o papel do professor o de apoiar e intervir quando necessário, no sentido de formar pessoas independentes, que não se subordinam a pessoas ou situações.
Faz parte do indivíduo a evolução, para que a mesma ocorra é necessário vivenciar, experimentar, aprender, se alunos encontram oportunidades para evoluir, e se percebe beneficiado é lógico que buscará aprender, se auto descobrindo, entendendo, a partir disto, o aluno que se compreende, consegue posicionar-se na sociedade e conquistar seu espaço, uma vez resolvido este conflito, o aluno e futuramente homem buscará perpetuar essa harmonia em seu entorno, ou seja, na sociedade.
O aluno ao ser inserido na instituição escolar esta aberto a novas aprendizagens, se o mesmo se defronta com a falta de relacionamento professor/aluno, falta de confiança e hierarquização, é isso que desenvolverá para si mesmo e como conseqüência refletirá na sociedade, diante disto cabe a nós professores fazermos o inverso.
4º BIMESTRE - ATIVIDADE AVALIATIVA “2” – BURRHUS FREDERIC SKINNER
Colégio Estadual Wolff Klabin – Ensino Fundamental, Médio, Normal e Profissional
Curso de formação de Docentes da Educação Infantil e dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental
ALUNA: Luciandréa de Camargo – Nº 27 – 3º N.A
4º BIMESTRE - ATIVIDADE AVALIATIVA “2” – BURRHUS FREDERIC SKINNER
“... A educação é o estabelecimento de comportamentos que serão vantajosos para o individuo e para outros em algum tempo futuro”, Elabore uma pesquisa sobre o Behaviorismo:
O Behaviorismo, do termo inglês behaviour ou do americano behavior, significando conduta, comportamento, é um conceito generalizado que engloba as mais paradoxais teorias sobre o comportamento, dentro da Psicologia. Estas linhas de pensamento só têm em comum o interesse por este tema e a certeza de que é possível criar uma ciência que o estude, pois suas concepções são as mais divergentes, inclusive no que diz respeito ao significado da palavra ‘comportamento’. Os ramos principais desta teoria são o Behaviorismo Metodológico e o Behaviorismo Radical.
Esta teoria teve início em 1913, com um manifesto criado por John B. Watson – “A Psicologia como um comportamentista a vê“. Nele o autor defende que a psicologia não deveria estudar processos internos da mente, mas sim o comportamento, pois este é visível e, portanto, passível de observação por uma ciência positivista. Nesta época vigorava o modelo behaviorista de S-R, ou seja, de resposta a um estímulo, motor gerador do comportamento humano. Watson é conhecido como o pai do Behaviorismo Metodológico ou Clássico, que crê ser possível prever e controlar toda a conduta humana, com base no estudo do meio em que o indivíduo vive e nas teorias do russo Ivan Pavlov sobre o condicionamento – a conhecida experiência com o cachorro, que saliva ao ver comida, mas também ao mínimo sinal, som ou gesto que lembre a chegada de sua refeição.
Assim, qualquer modificação orgânica resultante de um estímulo do meio-ambiente pode provocar as manifestações do comportamento, principalmente mudanças no sistema glandular e também no motor. Mas nem toda conduta individual pode ser detectada seguindo-se esse modelo teórico, daí a geração de outras teses. Eduard C. Tolman propõe o Neobehaviorismo Mediacional ao publicar, em 1932, sua obra Purposive behavior in animal and men. Na sua teoria, o organismo trabalha como mediador entre o estímulo e a resposta, ou seja, ele atravessa etapas que Tolman denomina de variáveis intervenientes – elos conectivos entre estímulos e respostas -, estas sim consideradas ações internas, conhecidas como gestalt-sinais.
Esta linha de pensamento conduz a uma tese sobre o sistema de aprendizagem, apoiada sobre mapas cognitivos – interações estímulo-estímulo – gerados nos mecanismos cerebrais. Assim, para cada grupo de estímulos o indivíduo produz um comportamento diferente e, de certa forma, previsível. Tolman, ao contrário de Watson, vale-se dos processos mentais em suas pesquisas, reestruturando a linha mentalista através da simbologia comportamental. Ele via também no comportamento uma intencionalidade, um objetivo a ser alcançado, com traços de uma intensa persistência na perseguição desta meta. Por estas características presentes em sua teoria, este autor é considerado, portanto, um precursor da Psicologia Cognitiva.
Skinner criou, na década de 40, o Behaviorismo Radical, como uma proposta filosófica sobre o comportamento do homem. Ele foi radicalmente contra causas internas, ou seja, mentais, para explicar a conduta humana e negou também a realidade e a atuação dos elementos cognitivos, opondo-se à concepção de Watson, que só não estendia seus estudos aos fenômenos mentais pelas limitações da metodologia, não por eles serem irreais. Skinner recusa-se igualmente a crer na existência das variáveis mediacionais de Tolman. Em resumo, ele acredita que o indivíduo é um ser único, homogêneo, não um todo constituído de corpo e mente.
O behaviorismo filosófico é uma teoria que se preocupa com o sentido dos pensamentos e das concepções, baseado na idéia de que estado mental e tendências de comportamento são equivalentes, melhor dizendo, as exposições dos modos de ser da mente humana é semelhante às descrições de padrões comportamentais. Esta linha teórica analisa as condições intencionais da mente, seguindo os princípios de Ryle e Wittgenstein. O behaviorismo não ocupa mais um espaço predominante na Psicologia, embora ainda seja um tanto influente nesta esfera. O desenvolvimento das Neurociências, que ajuda a compreender melhor, hoje, o que ocorre na mente humana em seus processos internos, aliado à perda de prestígio dos estímulos como causas para a conduta humana, e somado às críticas de estudiosos renomados como Noam Chomsky, o qual alega que esta teoria não é suficiente para explicar fenômenos da linguagem e da aprendizagem, levam o Behaviorismo a perder espaço entre as teorias psicológicas dominantes
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
• http://www.infoescola.com/psicologia/behaviorismo/
Curso de formação de Docentes da Educação Infantil e dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental
ALUNA: Luciandréa de Camargo – Nº 27 – 3º N.A
4º BIMESTRE - ATIVIDADE AVALIATIVA “2” – BURRHUS FREDERIC SKINNER
“... A educação é o estabelecimento de comportamentos que serão vantajosos para o individuo e para outros em algum tempo futuro”, Elabore uma pesquisa sobre o Behaviorismo:
O Behaviorismo, do termo inglês behaviour ou do americano behavior, significando conduta, comportamento, é um conceito generalizado que engloba as mais paradoxais teorias sobre o comportamento, dentro da Psicologia. Estas linhas de pensamento só têm em comum o interesse por este tema e a certeza de que é possível criar uma ciência que o estude, pois suas concepções são as mais divergentes, inclusive no que diz respeito ao significado da palavra ‘comportamento’. Os ramos principais desta teoria são o Behaviorismo Metodológico e o Behaviorismo Radical.
Esta teoria teve início em 1913, com um manifesto criado por John B. Watson – “A Psicologia como um comportamentista a vê“. Nele o autor defende que a psicologia não deveria estudar processos internos da mente, mas sim o comportamento, pois este é visível e, portanto, passível de observação por uma ciência positivista. Nesta época vigorava o modelo behaviorista de S-R, ou seja, de resposta a um estímulo, motor gerador do comportamento humano. Watson é conhecido como o pai do Behaviorismo Metodológico ou Clássico, que crê ser possível prever e controlar toda a conduta humana, com base no estudo do meio em que o indivíduo vive e nas teorias do russo Ivan Pavlov sobre o condicionamento – a conhecida experiência com o cachorro, que saliva ao ver comida, mas também ao mínimo sinal, som ou gesto que lembre a chegada de sua refeição.
Assim, qualquer modificação orgânica resultante de um estímulo do meio-ambiente pode provocar as manifestações do comportamento, principalmente mudanças no sistema glandular e também no motor. Mas nem toda conduta individual pode ser detectada seguindo-se esse modelo teórico, daí a geração de outras teses. Eduard C. Tolman propõe o Neobehaviorismo Mediacional ao publicar, em 1932, sua obra Purposive behavior in animal and men. Na sua teoria, o organismo trabalha como mediador entre o estímulo e a resposta, ou seja, ele atravessa etapas que Tolman denomina de variáveis intervenientes – elos conectivos entre estímulos e respostas -, estas sim consideradas ações internas, conhecidas como gestalt-sinais.
Esta linha de pensamento conduz a uma tese sobre o sistema de aprendizagem, apoiada sobre mapas cognitivos – interações estímulo-estímulo – gerados nos mecanismos cerebrais. Assim, para cada grupo de estímulos o indivíduo produz um comportamento diferente e, de certa forma, previsível. Tolman, ao contrário de Watson, vale-se dos processos mentais em suas pesquisas, reestruturando a linha mentalista através da simbologia comportamental. Ele via também no comportamento uma intencionalidade, um objetivo a ser alcançado, com traços de uma intensa persistência na perseguição desta meta. Por estas características presentes em sua teoria, este autor é considerado, portanto, um precursor da Psicologia Cognitiva.
Skinner criou, na década de 40, o Behaviorismo Radical, como uma proposta filosófica sobre o comportamento do homem. Ele foi radicalmente contra causas internas, ou seja, mentais, para explicar a conduta humana e negou também a realidade e a atuação dos elementos cognitivos, opondo-se à concepção de Watson, que só não estendia seus estudos aos fenômenos mentais pelas limitações da metodologia, não por eles serem irreais. Skinner recusa-se igualmente a crer na existência das variáveis mediacionais de Tolman. Em resumo, ele acredita que o indivíduo é um ser único, homogêneo, não um todo constituído de corpo e mente.
O behaviorismo filosófico é uma teoria que se preocupa com o sentido dos pensamentos e das concepções, baseado na idéia de que estado mental e tendências de comportamento são equivalentes, melhor dizendo, as exposições dos modos de ser da mente humana é semelhante às descrições de padrões comportamentais. Esta linha teórica analisa as condições intencionais da mente, seguindo os princípios de Ryle e Wittgenstein. O behaviorismo não ocupa mais um espaço predominante na Psicologia, embora ainda seja um tanto influente nesta esfera. O desenvolvimento das Neurociências, que ajuda a compreender melhor, hoje, o que ocorre na mente humana em seus processos internos, aliado à perda de prestígio dos estímulos como causas para a conduta humana, e somado às críticas de estudiosos renomados como Noam Chomsky, o qual alega que esta teoria não é suficiente para explicar fenômenos da linguagem e da aprendizagem, levam o Behaviorismo a perder espaço entre as teorias psicológicas dominantes
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
• http://www.infoescola.com/psicologia/behaviorismo/
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